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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ARREDORES DE DUBLIN

A maioria dos turistas se concentra na cidade de Dublin em si, uma vez estando lá. Mas, existem várias atrações não tão conhecidas super perto da cidade que passam por muitos, despercebidas.
Uma delas é o Castelo Malahide. Este belo castelo pertenceu a família Talbots desde 1185 até 1976 quando a última herdeira teve que vendê-lo ao Estado por não poder arcar com os impostos.
O que chama atenção neste castelo é a única verdadeira sala medieval que ainda existe em toda a Irlanda. Nesta sala os 14 homens da família Talbot fizeram sua última refeição antes da Batalha de Boyne. Outro cômodo considerado uma obra de arte é a Sala de Carvalho com seu teto e paredes esculpidas em madeira do século XVI. A vista desta sala dá para o grande parque ao redor do castelo.
É super fácil chegar até o castelo: ônibus 42 saindo do centro de Dublin ou pegando o Dart ( trem intermunicipal ), o ponto final é Malahide. De trem a viagem dura uns 30 minutos.

Para quem quer sentir um gostinho do interior da Irlanda sem ter que se deslocar muito longe de Dublin, vale à pena visitar o vilarejo de pescadores de Howth.





Este vilarejo ao nordeste de Dublin foi fundado pelo rei Viking Sigtryggr no início do século XI. O lugar é reduto de alguns ricaços que se podem dar ao luxo de morar à beira do mar, num lugar tranqüilo e a 12 km de Dublin (diz a lenda que o baterista do U2 já morou lá).




Vale à pena dar toda a volta pela península (uma hora de caminhada), muita gente faz pic-nic nesta area. Para chegar lá é só pegar o Dart (30 minutos) ou o ônibus 31 saindo do centro (45 minutos).


A Irlanda também tem o seu "Pão de Açúcar", trata-se da montanha "The Great Sugar Loaf" que pode ser vista dos Jardins de Powerscourt.







Este jardim é considerado o mais bonito da Irlanda e creio que com razão. Ele é dividido em várias partes: o Jardim Japonês, o Jardim Italiano, o cemitério de animais e para quem tem tempo para explorar o parque, a maior cachoeira da Irlanda com 121 metros de altura.

Mesmo com tempo feio, os jardins são uma atração imperdível para quem gosta de flores.








O castelo dentro dos jardins foi primeiramente construído em 1731, a dinastia dos Viscondes de Powerscourt moraram ali até metade do século passado. Em 1974 um incêndio destruiu todo o interior do castelo só deixando a fachada em pé. Hoje em dia, há uma exposição contando a história do monumento assim como um restaurante e uma loja de souviniers.





Não muito longe de Powerscourt em meio de um vale das montanhas de Wicklow fica Glendalough ( se diz Glendalók) que significa "o vale dos dois lagos". As ruínas deste monastério do século VI, foi fundada pelo monge eremita Kevin e atraiu mais de 3000 monges, fundando portanto uma "universidade" do começo da Idade Média. O mosteiro foi crescendo até formar uma verdadeira cidade de peregrinação, considerada a "Roma do Oeste".





A cidade resistiu bravamente aos ataques vikings e anglo-normandos.


Somente no século XVI é que os monges começam a enfrentar dificuldades para sobreviver e o mosteiro caiu em decadência.



No centro de visitantes, há uma exposição sobre toda a história do mosteiro, além de uma maquete, para se ter uma idéia de como as pessoas viviam naquela época.

Glendalough está numa região muito bonita, num vale rodeado de florestas de musgos.



Apesar de Glendalough e Powerscourt se localizarem relativemente perto de Dublin, (cerca de 50km), desta vez fiz algo que costumo não fazer, ou seja, ir de excursão.

Vantagens: como ainda não estava com carro e por estar ainda em Dublin, de ônibus é muito mais prático.

Desvantagens: o de sempre, não ter tempo suficiente para curtir o lugar, comentários pasteurizados do motorista (que durante o trajeto, é ao mesmo tempo guia), além de suas piadas sem graça. Enfim vai de cada um.

Ambos os passeios mais uma volta pelas montanhas de Wicklow com pausa para foto no Wicklow Gap custou 28euros. Comprei no Tourist Information Office na Suffolk street. Eles oferecem vários passeios de um até mais dias.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

VOLTANDO À DUBLIN

Cortada pelo rio Liffey, Dublin esta vivenciando um verdadeiro boom econômico. Apelidada de "o tigre celta" (em referência aos países ascendentes asiáticos) a Irlanda vem se desenvolvendo muito desde meados da década de 90, partindo de um país praticamente agrário para um que se especializou em prestação de serviços. O que ajudou muito neste processo foi a entrada na União Européia. Resultado: 10% da população é estrangeira, principalmente polonesa e a tendência é aumentar ainda mais, o que é uma situação totalmente nova para os irlandeses, uma vez que este país teve mais de um milhão de emigrantes que foram para os Estados Unidos e outros países durante a Fome do século XVII e agora passa a ser um país que recebe imigrantes. Enfim a cidade está literalmente "em obras", o que mais se vê são guindastes por todos os lados, portanto em pouco tempo, Dublin já terá uma nova cara.
Abaixo um dos cartões postais de Dublin, a ponte O`Connell.



Dublin em si não é uma cidade bonita, mas tem muito a oferecer em termos turísticos e culturais, além dos pubs que são uma atração à parte.

O centro em si não é grande e pode facilmente ser explorado a pé. Apesar de que, eu recomendaria à princípio, para quem não tem muito tempo para ficar procurando as principais atrações, pegar o clássico hop on hop off que passa por 19 atrações durante seu trajeto.

A vantagem é que o ticket é válido durante 24 horas, é só descer, e depois pegar o próximo ônibus para continuar o trajeto ou fazê-lo de novo.

Para os amantes de Irish pubs, há o bairro do Temple Bar, totalmente adaptado aos turistas, lojas de souvenir e restaurantes com preços também direcionados ao público visitante.




Apesar de serem super turísticos, os pubs do Temple Bar valem pelo menos uma foto.



Para fugir um pouco do óbvio roteiro, eu recomendo dois pubs em que há mais nativos do que turistas, o primeiro é o Cobble Stone (indicação de um músico irlandês), é super fácil achar, fica na Praça Smithfield com música irlandesa e o segundo é o Brazen Head na Bridge Street, o pub mais antigo datado do século XIII.
O Dublin Castle também é outra atração famosa e representa o domínio inglês durante 800 anos. Há a parte antiga onde sòmente uma torre medieval existe ainda, na foto abaixo.
É possível durante o tour observar os restos medievais no subsolo do primeiro castelo construído pelos Vikings.



E a parte "mais recente" em que até pouco tempo a rainha Vitória recebia seus súditos nesta sala.




No pátio do castelo havia algumas esculturas de areia. O Gulliver, por exemplo.



O Trinity College é também um clássico de qualquer roteiro. Na verdade é o campus desta universidade que foi fundada no ano de 1592 pela rainha Elisabeth I. Apesar disso a maioria dos prédios são do século XVIII. Um dos primeiros prédios a serem construídos foi a Velha Biblioteca (1732).
Destaque para o Long Room com 64 metros de comprimento, a mais longa biblioteca da Europa. No andar de baixo está o mais importante livro "The Book of Kells".


Atenção: infelizmente não é permitido tirar fotos, por isso coloquei estas da net a fim de ilustração.



Este livro de 340 páginas datado do século IX é considerado uma verdadeira obra de arte e com razão, pois cada detalhe foi cuidadosamente desenhado pelos monges.

Trata-se do evangelho escrito em Latim, mas o que o diferencia de qualquer outro livro é que ele também tem poemas nas margens. Cada dia o livro está aberto em uma página. Há um vídeo muito interessante em que mostra como os monges montaram o livro.

O ingresso para ver o livro de Kells mais a biblioteca pode ser caro para alguns (8€), mas paga-se metade ao comprar o bilhete às 4.30, meia hora antes de fechar.

Na Merrion Square localizam-se as famosas Portas de Dublin com suas residências georgianas. As portas coloridas serviam para distinguir as casas que tinham a mesma aparência sem cor e muito atrativos.





Vale muito à pena visitar o pequeno museu "Number Twenty Nine" para se ter uma idéia de como a aristocracia vivia há 200 anos.

Na verdade há um verdadeiro tour em cada cômodo onde morava um socialite da época. Tem um filme de introdução no começo do passeio. Apesar de relativamente "simples" por fora, as casas georgianas eram espaçosas e confortáveis.

Claro que a Merrion Square teve suas celebridades, como por exemplo, o escritor Oscar Wilde (casa número 1).

Hoje em dia, é impossível conseguir um imóvel nesta praça, pois os preços são proibitivos para a maioria.

Perto da Merrion Square está o bairro dos museus, como a National Gallery, o National Museum entre outros.

Estes dois que eu citei são gratuitos.

Ainda sobre museus, no outro lado do rio ao norte da O´Connell street está o Hugh Lane Municipal Art
Gallery que tem várias obras de Monet, por exemplo, entre outros (entrada gratuita) e para quem gosta de literatura, logo ao lado está o Writers Museum.

A Irlanda é um país muito católico e seu santo padroeiro é o Saint Patrick ou São Patrício em português.

De acordo com a lenda St. Patrick batizou os "pagãos" numa fonte sagrada, onde hoje foi construída a Catedral St. Patrick.

A estrutura de madeira foi substituída pela atual em 1190.



Outra atração para os que se interessam pela história irlandesa é a Kilmainham Gaol, a prisão dos patriotas.

Fundada em 1796 e ativa até 1924, esta prisão foi testemunha de revoluções frustradas contra os ingleses e de heróis que perderam sua vida pela liberdade. Na Páscoa de 1916 oito revolucionários foram mortos a queima roupa sem julgamento no pátio desta prisão. Era o começo do fim do domínio britânico, em 1922 nasce a República da Irlanda.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O ENCANTO DA COSTA DO MAR NA IRLANDA

A Irlanda é um país territorialmente pequeno, em especial quando temos as proporções do quinto maior país em extensão do mundo que é Brasil. Mas não é por ser tão pequenino, que deixa em desejar em belezas naturais. Para mim, um dos maiores encantos da Irlanda, é viajar pelo seu interior e desrutar das impressionantes paisagens que ela oferece.



Um dos lugares mais incríveis que conheci por aqui, foi com certeza Cliffs of Moher. Localizados na costa oeste do País, ou seja, na costa do oceano Atlântico, o caminho que nos leva até os Cliffs nos faz entender uma das razões da Irlanda ser considerada um país de escritores. O bucolismo das paisagens inspira a todos a escrever, pensar na vida, deixar a consciência viajar e sonhar, sonhar muito!!!



Os gramados baixinhos e verdes claros hospedam as criações de gado e ovelha, onde apenas "taipas" fazem as divisões dos lotes. Muito mais ovelhas, que se adaptam bem ao clima e contribuem para a fabricação dos famosos suéters artesanais confeccionados naquela região. E o detalhe especial deste trajeto é que andando pelas estradas super estreitas da Irlanda, estreitas mesmo, com menos de 4 metros de largura, você aprecia o pasto verde de um lado e a costa do mar do outro. Na Irlanda, a magia que mistura o campo e a praia é simplesmente indescritível.

Os Cliffs of Moher são conhecidos como uma das paisagens mais exuberantes da Europa, por exibirem a beleza de 214 metros de altura e 8 Km de comprimento. No dia em que visitei os Cliffs – que são penhascos -, fomos agraciadas por um dia maravilhoso de sol, depois de dias inteiros de chuva. Os suaves raios de sol, misturados com o intenso vento lá em cima, pareceram tornar os Cliffs ainda mais belos, se é que isso é possíve!. A sensação de olhar aquela maravilha que a natureza coloca diante dos nossos olhos, nos faz nos sentir minúsculos diante da imensidão de Deus criador do Céu e da Terra.


Nas proximidades dos Cliffs você ainda pode visitar monumentos formados pelas pedreiras como - Poulnabrone Dolmen – (que tem o formato de uma mesa) que data de 5 mil anos atrás e Aillwee Caves, uma caverna que conserva uma rica formação rochosa e servia de abrigo para espécies extintas como ursos.

Ainda na mesma costa, tem-se a oportunidade de visitar Connemara, onde montanhas começam a se formar e exibem particularidades com pedreiras milenares. Mas neste último final de semana, foi a vez de pegar um barco em Galway e chegar até Aran Island: que vontade de não sair mais de lá!



São três ilhas na costa do Atlântico – Inis Mór, Inis Meáin e Inis Oírr - nas quais os moradores nativos ainda falam irish (gailec). Finalmente, depois de 2 meses na Irlanda consegui ouvir conversas em irlandês!!! Chegando em Inis Mór – a maior das três, foi a vez de alugar uma bicicleta e pedalar por toda a sua extensão, me encantando com cada detalhe da simplicidade do lugar.





Casas simples, ovelhas pastando, telhados parecidos com uma espécie de palha, muitas ruínas antigas, tanto de igrejas, quanto de cemitérios. Quando cheguei em Oún Aonghasa – um dos mais espetaculares fortes de pedra foi difícil entender que precisava voltar! A única vontade que tinha era de ficar lá, apreciando tudo aquilo, deixando o vento forte quase nos carregar, ouvindo o barulho do mar e me apaixonando por cada detalhe da beleza daquele Cliff. Este forte foi consruído pelos celtas aproximadamente há 2000 a.c. Estar dentro daquele formato semi-circular, sendo contagiada pela mistura da beleza natural com o sentimento de impotência de uma contrução tão perfeita há mais de 4000 anos, me transportou para horizontes muito maiores que nosso dia-a-dia pode nos oferecer.



É muito difícil imaginar como era a vida há 4 mil anos atrás... Mas é inevitavel dizer que eles tinham uma civilização próspera e competente por tudo o que deixaram... Por todo o caminho de volta, as pedreiras estão presentes. É um rochedo quase interminável da costa do Atlântico que promove uma paisagem indescritível.



E para encerrar, não posso deixar de mencionar Giant´s Causeway, um dos pontos indicados no rank dos 100 lugares mais lindos pra se conhecer no mundo. Localizado há aproximadamente 3 horas de Belfast, capital da Irlanda do Norte, além de oferecer a exuberância da beleza das pedreiras, montanhas e declives na costa do Atlântico, o trajeto oferece várias paradas onde se pode visitar ruínas de Castelos, de Igrejas e se aventurar em estreitas e frágeis "pinguelas" para olhar a imensidão dos penhascos de cima. É preciso se proteger para não ser levado pelo forte vento e para ter coragem de deixar aquela maravilha e voltar à vida real.

domingo, 10 de outubro de 2010

INTERIOR DA IRLANDA - Part.4

Confesso que tinha grandes expectativas com esta região, pois já havia ouvido falar que seria um dos pontos altos da costa. Realmente tenho que concordar que a península de Dingle é mágica.



Ali encontra-se a Irlanda propriamente dita com a sua língua original o Gaeltacht que é preservada com muito orgulho pelos seus moradores, apesar de que todos também falam inglês. Algumas placas de vilarejos nesta região só estão neste idioma o que na maioria dos casos é totalmente diferente do equivalente em inglês.


A cidade de Dingle em si esta mais para um charmoso vilarejo com seu pequeno porto e pubs. O povo dali é muito simpático tirando uma péssima experiência no "The Dingle Pub". Ali o que importa é jantar rápido, caro e esvaziar a mesa o mais rápido possível para o próximo cliente. Recebemos a conta antes mesmo de pedir, o que só prova que tal local é pega-turista…. uma pena.
As estradas de Dingle podem ser uma aventura à parte principalmente quando se esta atravessando o Conair Pass. Descendo do alto de 500 metros se tem uma vista de perder o fôlego do vale, lagos e da baía.



Dingle é também rica em monumentos pré-históricos e da Idade Média como por exemplo o Oratório de Gallarus ou as cabanas colméia que serviram de abrigo a famílias do ano 1000 antes de Cristo até o ano de 1200.
Saindo de Dingle fomos seguindo rumo a norte e pegamos a balsa em Tarbert rumo a Kilimer na província de Clare por ser mais rápido e assim não precisamos atravessar a cidade de Limerick.
Assim como o Brasil é famoso pelo Pão de Açúcar no Rio, na Irlanda o mesmo é verdadeiro para os Penhascos de Moher, ou no original, Cliffs of Moher.



Esta formação rochosa que se estende por 8 km e tem uma caída vertical de 214 metros é realmente impressionante.



Mas como não deixaria de ser como qualquer outra famosa atração, só se pode andar ao longo dos Cliffs numa faixa limitada artificial feita exclusivamente para os turistas, pois o resto é de propriedade particular. O estacionamento custa 8 euros. Enfim pode ser frustrante para alguns que gostariam de curtir mais este lindo lugar mas que infelizmente ficou meio que artificial.



Ainda bem perto dos penhascos de Moher, se encontra uma paisagem bem diferente conhecida como The Burren. Trata-se de uma grande área de formações rochosas de calcário que fazem lembrar a superfície lunar.


Apesar de não haver solo própriamente dito, a natureza brota de cada fenda e na primavera, há várias espécies de flores que nascem no meio das rochas. Esta região é também rica em arqueologia, principalmente da época neolítica assim como da Idade Média.


Pernoitamos na simpática cidade universitária de Galway. O seu centro medieval se concentra na William Street. Por ser pequeno pode ser facilmente explorado à pé. Dali seguimos no dia seguinte para a cidade de Letterfrack onde é a entrada para o Parque Nacional de Connemara.


Quatro das doze montanhas que formam o Twelve Bens se localizam no parque. É possível escalar o Diamond Hill ( uma hora até subir ao topo ). É aconselhavel jaqueta impermeável e sapatos anti-escorregadios para a subida.


O visual lá de cima compensa qualquer esforço. Não precisa ser expert para subir, há caminhos de pedra para facilitar a escalada.


Vista do Lago Kylemore e da Abadia Kylemore.


Construído em 1868 pelo aristocrata Mitchel Henry e sua família, o palácio é abandonado pouco tempo depois com a morte de sua esposa.
Desde 1920 administrado pelas freiras belgas que fugiram da Primeira Guerra Mundial, esta abadia é hoje em dia um internato para meninas.
É possível visitar os jardins e a igreja neogótica. ( 12€ por pessoa ).


Continuamos pela estrada N59 que reservaria outras grandes surpresas como o maior fjord da Irlanda (14 km de comprimento) ao longo do Killary Harbour. Há passeios de barco ao longo de todo o fjord.


Fomos seguindo rumo norte até a província de Sligo ou a terra do famoso escritor Yeats. Uma das marcas registradas desta região é a montanha plateau Benbulben que a kilometros de distância pode ser vista com suas impressionantes formações rochosas.



Já na província de Donegal o percurso de Killybegs até Glencolumbkille também conhecido como a Slieve League é um dos trajetos mais bonitos de toda a viagem.



Ainda na província de Donegal passamos pelo Glenveagh National Park que é considerado o mais bem perservado de toda a Irlanda com espécies raras de animais.