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domingo, 20 de março de 2011

A HISTÓRIA DA ESCÓCIA

INTRODUÇÃO

A história da Escócia, como tudo na Grã-Bretanha, é antiga, marcada por crenças celtas, inúmeras batalhas, lendas e episódios românticos. O país foi unificado ao reino inglês, ao contrário do que muitos pensam, não por uma vitória do então reino inimigo - como aconteceu no País de Gales -, mas porque o rei James VI da Escócia herdou a coroa da Inglaterra. O que faz toda a diferença entre escoceses, galeses e ingleses. Os escoceses são notoriamente o povo descontraído e expansivo do Reino Unido (e malucos, para muitos ingleses...). No verão, são privilegiados com tarde longas e uma luz rara. Sua capital, Edimburgo, é uma cidade marrom e bela. As Highlands, no extremo norte, e as mais de 790 ilhas na costa oeste são as áreas mais selvagens e românticas de toda a Grã-Bretanha. Ali se encontra o Lago Ness, famoso pelo mítico monstro Nessie, também muita neve, sol, a mais alta montanha do Reino Unido e, se prestar bastante atenção, talvez um duende...

Origens da Escócia


Há indícios da presença humana na Escócia desde o Mesolítico (provavelmente 5000 a.C.). Os obanianos, que habitaram o local por volta de 3000 a.C., já possuíam embarcações e utilizavam arpões com pontas de osso. Os vestígios encontrados dos povos agricultores e criadores do Neolítico indicam que penetraram de Yorkshire para o estuário do Moray. As espadas e pontas de lanças que, com os machados de bronze, marcam o início da Idade do Bronze na Escócia (900 a.C.) indicam a ocorrência de guerras. A Idade do Ferro, que começou após 500 a.C., assinala o início do tribalismo céltico que foi encontrado pelos invasores romanos.


O Castelo de Stirling é um dos principais símbolos da Escócia,
por seu rico passado histórico e sua origem vulcânica.


HISTÓRIA


A Escócia é a Caledônia romana. Os pictos, aos quais uniram-se grupos de britânicos rebeldes, resistiram com êxito à conquista dos romanos, cuja soberania terminou no ano 409 d.C. No começo do século VI, os escotos, invasores celtas, ocuparam a região e estabeleceram o reino de Dalry. Em meados do século VI, os anglos invadiram a maior parte da Caledônia. Essa região, junto com as várias possessões anglas ao norte do que atualmente é a Inglaterra, tornou-se parte do reino inglês da Nortúmbria. No século X, os reis de Alban ocuparam a Nortúmbria durante o reinado de Malcolm II Mackenneth (1005-1034) e Duncan I herdou a coroa de Strathclyde. Como resultado, os domínios da Escócia (desde então é conhecida por esse nome) estenderam-se por todo o território ao norte do Solway Firth e o rio Tweed. A influência da Inglaterra aumentou bastante durante os reinados de Alejandro I, o Feroz, e David I, que estabeleceram o sistema monárquico feudal anglo-normando e aboliram o tradicional sistema de possessão de terras por clãs. Alexandre III faleceu em 1286 e deixou o trono para seu único descendente com vida, sua neta Margarida, ainda menina. A morte de Margarida produziu uma crise política e Eduardo I da Inglaterra aproveitou a situação para proclamar a soberania inglesa sobre a Escócia intervindo a favor de John de Baliol, neto de David I. Em 1295, Baliol, diante da demanda popular de acabar com o controle inglês, formou uma aliança com a França para conseguir a independência.

A primeira fase da guerra acabou quando Eduardo I decretou a anexação da Escócia à Inglaterra, depois de destituir Baliol. A luta contra a Inglaterra recomeçou em 1297 sob o comando do patriota escocês Sir William Wallace, que restaurou a monarquia escocesa. Depois da sua morte, em 1305, Roberto Bruce, um descendente de David I, assumiu a liderança do movimento de resistência. Em 1306, foi coroado como Roberto I, rei da Escócia, e começou uma campanha de guerrilha sistemática contra os ingleses. A guerra acabou em 1328 quando os regentes de Eduardo III da Inglaterra aceitaram no Tratado de Northampton a independência da Escócia. Logo no início do século XVI, Jaime IV casou-se com Margaret Tudor, filha de Henrique VII da Inglaterra. A Reforma começou a ganhar partidários na Escócia e, em 1560, a Igreja católica foi abolida, adotando-se o Calvinismo.
Em 1603, Jaime VI, rei da Escócia, herdou a coroa inglesa como Jaime I Stuart. Com seu filho Carlos I da Inglaterra (1625 e 1649), as tentativas de impor as formas de culto anglicanas provocaram os confrontos conhecidos como As Guerras dos Bispos (1639-1649), uma das causas do começo da Guerra Civil inglesa, que culminou no triunfo das forças parlamentares sob o comando de Oliver Cromwell. Em 1660, a Escócia voltou a se separar politicamente da Inglaterra. Ver Jacobitas. Em 1707 o Parlamento escocês votou a favor de sua anexação ao Reino Unido da Grã-Bretanha, com garantias para manter o seu próprio sistema jurídico, político e religioso. Muitos escoceses foram contrários a essa união.
A história escrita da Escócia começa, em linhas gerais, com a ocupação do sul e do centro da Grã-Bretanha pelo Império Romano, território transformado na província romana da Britânia e que equivale atualmente à Inglaterra e ao País de Gales. Segundo a tradição, o Reino da Escócia foi fundado em 843, quando Kenneth I se tornou rei dos pictos e dos escotos.
A conquista normanda da Inglaterra em 1066 e a ascensão ao trono de Davi I permitiram a introdução do feudalismo na Escócia e um maior relacionamento comercial com a Europa. Ao final do século XIII, diversas famílias normandas e anglo-saxãs haviam recebido terras escocesas. A primeira sessão do Parlamento escocês foi realizada naquele período.
Uma disputa pelo trono permitiu que Eduardo I da Inglaterra tentasse coroar um fantoche seu como rei da Escócia. A resistência escocesa, liderada por William Wallace e Andrew de Moray e, mais tarde, por Robert Bruce, fez com que este fosse coroado rei da Escócia em março de 1306 e saísse vitorioso na batalha de Bannockburn, contra os ingleses, em 1314. Uma Segunda Guerra de Independência Escocesa eclodiu no período 1332-1357, quando Edward Balliol tentou tomar o poder com o apoio do monarca inglês. O quadro político escocês voltou a estabilizar-se com a emergência da Casa de Stuart nos anos 1370.



Representação de David Morier da Batalha de Culloden.

Guerras entre a Inglaterra e a Escócia eram freqüentes na Idade Média. Havia, no entanto, fortes laços entre os dois reinos: vários reis escoceses possuíam terras e títulos na Inglaterra e muitos casamentos entre as famílias reais inglesa e escocesa foram realizados. Apesar de diversos levantes terem fracassado, tais como a derrota de William Wallace em 1298, foi a vitória de Robert the Bruce sobre Edward II da Inglaterra no ano de 1314, em Bannockburn, que assegurou a sobrevivência do Reino da Escócia independente. As duas coroas finalmente se uniram quando Elizabeth I da Inglaterra foi sucedida, em 1603, por James VI da Escócia (James I da Inglaterra), seu herdeiro mais próximo.
A Escócia continuou a ser um Estado separado, exceto durante o Protetorado dos Cromwell. Em 1707, após ameaças inglesas de interromper o comércio e a livre circulação na fronteira comum, os Parlamentos da Escócia e da Inglaterra promulgaram os Atos de União que criaram o Reino Unido da Grã-Bretanha.
Em seguida ao Iluminismo escocês e à Revolução Industrial, a Escócia tornou-se uma das potências comerciais, intelectuais e industriais da Europa. A sua decadência industrial após a Segunda Guerra Mundial foi grave, mas mais recentemente o país tem vivido um renascimento cultural e econômico, em especial nas áreas de serviços financeiros, de eletrônica e de petróleo. Por meio do Scotland Act britânico de 1998, o Parlamento escocês foi reaberto.

JACOBITAS (JACOBITIMO)

O Jacobitismo foi um movimento político dos séculos XVII e XVIII na Grã-Bretanha e Irlanda que tinha por objectivo a restauração do reinado da casa dos Stuarts na Inglaterra e Escócia (e depois de 1707, ano em que a Escócia e a Inglaterra se uniram, o reino da Grã-Bretanha).
Tem um pendor católico e anti-protestante. O nome advém de Jaime II da Inglaterra (e Jaime VII da Escócia), cujo nome em Latim era Iacobus Rex. Este movimento acabaria por ser derrotado, sobretudo em dois grandes momentos e batalhas em 1715 e 1748.
O Jacobitismo foi a resposta à deposição de Jaime II de Inglaterra (VII da Escócia) em 1688, ano da Revolução Gloriosa, em que ele foi substituido pela sua filha protestante Maria II de Inglaterra juntamente com o seu marido Guilherme de Orange. Os Stuarts passaram a viver no continente europeu depois disso, tentando ocasionalmente reganhar o trono britânico com a ajuda da França e Espanha (e das forças católicas existentes em certas zonas como a Irlanda e as Highlands escocesas).
Dentro das Ilhas britânicas, o apoio principal ao Jacobitismo adivinha da Irlanda e Escócia (especialmente Highlands), zonas católicas. Também houve algum apoio na Inglaterra e no País de Gales, particularmente no norte de Inglaterra.
Os realistas (royalists) apoiavam o Jacobitismo porque eles acreditavam que o Parlamento não tinha autoridade para interferir com a sucessão real e muitos católicos viam-no como o alívio da opressão protestante. Muitas pessoas envolveram-se nas campanhas militares por vários motivos também. Na Escócia, a causa Jacobita tornou-se envolvida na agonia do sistema dos clãs guerreiros das Highlands, e tornou-se uma memória revivalista romântica.
O emblema dos Jacobitas é a rosa branca, a White Rose of York; o Dia da Rosa Branca é celebrado a 10 de Junho, o aniversário de Jaime Francisco Eduardo Stuart, conhecido como "The old pretender" que caso tivesse tido êxito teria sido o Rei Jaime III de Inglaterra (VIII da Escócia), nascido em 1688.

Levantes jacobitas
Os levantes jacobitas (em inglês: Jacobite Risings) foram uma série de insurreições, rebeliões e guerras nos reinos da Inglaterra, Escócia (mais tarde o Reino da Grã-Bretanha), e Irlanda ocorridas entre 1688 e 1746. As insurreições tinham o objetivo de reconduzir Jaime II de Inglaterra, e mais tarde os descendentes da Casa de Stuart, para o trono após este ter sido deposto pelo Parlamento durante a Revolução Gloriosa. A origem do nome da série de conflitos está em Jacobus, a forma latina do nome inglês James.
A maioria dos levantes jacobitas foram chamados de rebeliões jacobitas pelos governos. A “Primeira Rebelião Jacobita” e a “Segunda Rebelião Jacobita” foram conhecidas respectivamente como “A Quinze” e “A Quarenta e Cinco” devido aos anos nos quais elas ocorreram (1715 e 1745).
Apesar de cada levante jacobita ter características únicas, eles foram parte de uma série maior de campanhas militares dos jacobitas na tentativa de reconduzir os reis Stuart aos tronos da Escócia e Inglaterra (e após 1707, a Grã-Bretanha). Jaime II de Inglaterra e VII da Escócia foi deposto em 1688 e os tronos foram reclamados por sua filha Maria II de Inglaterra conjuntamente com seu marido, o holandês de nascimento Guilherme III de Inglaterra.
Após a Casa de Hanôver ter sucedido ao trono britânico em 1714, os levantes prosseguiram, e se intensificaram. Eles continuaram até a última rebelião jacobita ("a quarenta e cinco”), conduzida por Charles Edward Stuart, que foi incontestavelmente derrotado na Batalha de Culloden em 1746. Isso acabou com qualquer esperança realística de uma restauração Stuart.
Devolução
A devolução de poderes para a Escócia (e para o País de Gales) é uma importante parte do programa de reforma constitucional do Governo. Propostas para a criação do novo parlamento e do gabinete executivo escoceses foram reunidas em um White Paper (documento correspondente a um projeto de lei) denominado "O Parlamento Escocês", o qual foi referendado em setembro de 1997. As eleições para o Parlamento aconteceram em 6 de maio de 1999, quando saiu vitorioso o partido dos trabalhadores, com 56 representantes eleitos. O Partido Nacionalista Escocês elegeu 35 representantes, o Conservador 18, o Liberal-democrata 17 e os demais 3.
Em 12 de maio de 1999, o Parlamento Escocês abriu os trabalhos da sua primeira sessão desde 1707. No dia 17 de maio, Donald Dewar foi nomeado Primeiro Ministro e seu gabinete foi empossado. No dia 1º de julho, poderes foram transferidos para a administração escocesa, inclusive os relacionados ao desenvolvimento econômico, saúde e educação. Outras questões, como as relações exteriores, permanecem sob a responsabilidade do Governo do Reino Unido.
A Escócia no Parlamento Britânico
Há 72 cadeiras para representantes escoceses na Câmara dos Comuns. Nas Eleições Gerais de maio de 1997, o Partido Trabalhista fortaleceu sua posição como maior partido, conquistando seis cadeiras, enquanto o Partido Conservador perdeu todas as suas 10 cadeiras. Em outubro de 1997, o Partido Trabalhista tinha 55 MPs (Membros do Parlamento), o Partido Liberal Democrata 10, e o Partido Nacionalista Escocês 6, com uma cadeira vaga devido ao falecimento de um MP do Partido Trabalhista.
CRONOLOGIA
Cerca de 4000 a.C. - Chegam os primeiros habitantes vindos da Inglaterra, da Irlanda e da Europa, lançando as bases da florescente civilização neolítica, da qual ainda hoje existem traços nas ilhas Orkney.
Século I - Os Romanos não conseguem submeter as tribos celtas, a que chamavam "Picts" (do latim pictus, pintar)
Século IV - Introdução do Cristianismo.
Do século VI ao século VII - A tribo celta dos Scots's instala-se na Escócia, seguida dos Anglo-saxões, vindos da Inglaterra.
Do século VIII ao século IX - Ataques dos Escandinavos que controlavam o litoral ocidental da Escócia.
843 - O rei scot Kenneth Mac Alpin cria o reino de Scone, unindo os Scots e os Pictos.Século XII - Introdução do regime feudal anglo-saxão nas Terras Baixas sob o reinado de David I, enquanto isso os habitantes das Terras Altas conseguem resistir.
1296 - Anexação da Escócia por Eduardo
I da Inglaterra.1297 - As tropas de William Wallace esmagam os Ingleses em Stirling Bridge. Traído, Wallace teria sido executado em Londres em 1305. Assume ainda hoje um papel de herói nacional.
1314 - O rei escocês Robert Bruce derrota os Ingleses em Bannockburn. A Escócia volta a ser independente catorze anos mais tarde.
Do século XIV ao século XV - Os habitantes das Terras Baixas, mais urbanos, chamam ladrões aos habitantes das Terras Altas . É erguida uma barreira entre as duas regiões, simbolizada pelo profundo vale do Great Glen. Os conflitos internos e as epidemias devastam o país. Para poder lutar contra a Inglaterra, a Escócia alia-se à França.
Século XVI - O clima intelectual favorece a Reforma, pregada por John Knox, assim como o crescimento do Protestantismo.
1603 - Aquando da morte de Isabel I, Jaime VI da Escócia torna-se Jaime I da Inglaterra.
1707 - O Ato de União é assinado entre a Escócia e a Inglaterra, apesar da oposição por parte de muitos escoceses.
Século XVIII - A revolução industrial faz-se acompanhar de uma abertura para a vida intelectual.
De 1840 a 1886 - O fim da indústria das algas e a fome de 1840 leva milhares de escoceses a emigrar para a América do Norte, Austrália e Nova Zelândia.
Durante os anos 1930 - A crise económica dá um golpe fatal à indústria pesada da Escócia.
1967 - O Partido nacional escocês (SNP) ganha o seu primeiro lugar no Parlamento britânico.
De 1970 a 1980 - A descoberta de campos de petróleo e de gás no mar do Norte leva a prosperidade à região de Aberdeen. A fuga dos rendimentos petrolíferos para a Inglaterra e compra de volta das empresas escocesas por grupos ingleses agitam o sentimento nacionalista na Escócia.
1997 - Os escoceses pronunciam-se em massa a favor da criação de um parlamento escocês.
1999 - Eleições do Parlamento escocês, com sede em Edinburgo.

sábado, 19 de março de 2011

PISANDO EM SOLO CELTA

Escócia, país de paisagens verdejantes, pequenas vilas rurais, os picos das montanhas das Terras Altas cobertos de neve e os castelos defensivos com mil anos. Tudo isso sem esquecer que é um país de homens guerreiros, resistentes e patrióticos e terreno fértil para destilarias produtoras dos melhores whiskies de malte do mundo.





Com uma população de cerca de 5 milhões de pessoas, a Escócia abrange uma área de mais de 78.000 km2, incluindo 790 ilhas, 6.000 lagos e 600 rios. É um dos quatro países que integram o Reino Unido, que é composto pela ilha da Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia e País de Gales) e a Irlanda do Norte, que fica na ilha da Irlanda.
Também fazem parte do Reino Unido alguns territórios que não pertencem a nenhuma destas nações, como a Ilha de Man e as Ilhas do Canal (e ou Ilhas Anglo-Normandas), e várias possessões espalhadas pelo mundo.





A história sobre a formação do Reino Unido e o seu funcionamento politico é bem interessante, mas isso é outro assunto, meerecendo um capítulo à parte. Enfim, o básico aqui é saber que a Escócia faz parte desse “bloco”, que situa-se no noroeste da Europa, que sua moeda é a Libra (Pounds), que sua lingua oficial é o Inglês e que possui duas línguas nacionais: o inglês e o gaélico. A língua gaélica escocesa é atualmente falada apenas em algumas regiões das Terras Altas.



É impossível não se apaixonar pela Escócia!!! Quanto mais ao norte se vai, ou seja, mais distante da Inglaterra, mais marcantes são os traços da cultura escocesa.
Felizmente os escoceses conseguiram preservar sua identidade, apesar da influência e dominação da Inglaterra que durou tanto tempo.
Tenho que me conter aqui para não escrever um tratado sobre a Escócia, pois até agora estou impressionada com a beleza exótica que conheci deste país e com sua cultura marcante e mágica.
Em 5 dias de viagem, conhecemos Glasgow, Edinburg, Inverness (Highlands) e Isle of Skye.
Os monumentos históricos e prédios em geral são bem conservados… um prato cheio para fazer fotos em preto e branco.
Ruínas de castelos também estão espalhadas por várias regiões.

Os taxis são um charme a parte. São carros de estilo antigo, porém fabricados até hoje com as mesmas linhas básicas.



Imperdíveis também são as noitadas da Escócia, com várias opções de pubs e bares freqüentados, na maioria, por um público jovem e descolado, e com muita música de altíssima qualidade! Para quem é solteiro, é um prato cheio para curtição internacional e, para os casados, é um bom momento de relembrar os velhos tempos…



Falar em Escócia e não falar nos tecidos Tartan (aqueles com estampas quadriculadas) é uma heresia, pois estão entre as marcas registradas do País. Existem dezenas de padrões de estampas quadriculadas, cada um representando uma família escocesa tradicional.

O padrão e as cores do tecido quadriculado que você veste mostra qual é sua ascendência familiar (o seu Clã). Mas mesmo que não venha de nenhuma família Escocesa, você pode comprar o tartan que quiser, nem que seja para fazer uma fantasia!
Homens, lá vocês podem ter a sensação agradável de usar uma saia sem ter que soltar a franga!
Quer sentir ou ver um pouco do que está nesse Post?
Então assista “Coração Valente” (Braveheart)!!! Já assistiu??? Eu também, umas 5 vezes… e não me canso!!!
A gora, vamos “viajar” por partes ...

terça-feira, 15 de março de 2011

A BELA, MÁGICA E ENCANTADORA ESCÓCIA



Muits vezes não nos é possível viajar e as razões podem ser várias, tais como; falta de dinheiro, de saúde, idade avançada, enfim podem existir diferentes fatores e motivos. No entanto, isso não deve nos impedir de conhecermos novos locais e costumes. Podemos viajar sem sair da nossa cadeira, vendo fotografias que nos transportem à lugares longínquos, se assim a nossa imaginação se predispuser.

Para aqueles que gostam de viajar, nem que seja através da imaginação, aqui estão fotos e informações, que vão permitir à todos conhecer um pouco mais outras terras e culturas.
Hoje vamos viajar até… a Escócia

Boa viagem!


A Escócia é um dos territórios que integram o Reino Unido. Um país cheio de encanto e magia, com paisagens de um verde inigualável, lagos sublimes, ilhas espetaculares, castelos de sonho e lendas inesquecíveis.




O nome Escócia (Scotland) deriva do latim Scotia, que significa terra dos scots, um povo de origem celta vindo da Irlanda e que se estabeleceu na costa oeste da Grã-Bretanha por volta do século V. Em 1707, a Escócia uniu-se à Inglaterra para formar o Reino Unido da Grã-Bretanha.



É limitada ao norte pelo oceano Atlântico, a leste pelo mar do Norte, a sudeste pela Inglaterra, ao sul por Solway Firth e pelo mar da Irlanda e a oeste pelo canal do Norte, que a separa da ilha da Irlanda e do oceano Atlântico.



A Escócia compreende 186 ilhas, a maioria delas incluídas em três grupos: as ilhas Hébridas, perto da costa ocidental, as Órcadas, próximas à costa setentrional, e as Shetland, ao nordeste das anteriores.





A sua capital é Edinburgh (em gaélico escocês: Dùn Èideann). É uma das mais bonitas e elegantes cidades européias. Os seus bairros são separados por parques e jardins e, mais o imponente, por encostas escarpadas e colinas relvadas.





Língua:


Sua língua oficial é o Inglês mas duas outras línguas também são faladas em algumas comunidades: o Scots (que por vezes não é considerado como um idioma separado) e o gaélico escocês.
A moeda utilizada na Inglaterra é a libra esterlina (£), ou pound. Os centavos são conhecidos como pences.




A bandeira
A bandeira da Escócia representa a cruz de Santo André, mártir que foi crucificado numa cruz em forma de X e que é o patrono da nação. É uma das três cruzes que compõem a bandeira do Reino Unido.






O Brasão


São as Armas Reais da Escócia, que foi o brasão de armas oficial dos monarcas da Escócia, e onde foi utilizado pelo brasão oficial do Reino da Escócia até o Tratado de União de 1707. O brasão de armas do Reino da Escócia mudou significativamente após a União das Coroas em 1603 e, finalmente, passou a se tornar o brasão real do Reino Unido usado na Escócia.
Como a Inglaterra, a Escócia, é representada por leões no Brasão Reino Unidense, A Inglaterra por três leões empilhados e a Escócia representada por um leão rampante. A Bandeira do Leão Rampant é usada pela realeza escocesa apenas.



Religião
O protestantismo presbiteriano (Igreja da Escócia, informalmente The Kirk) é a religião oficial e a de 80% da população, mas sofre uma divisão interna entre evangélicos ou calvinistas (ligados à burguesia) e moderados (apoiados pela nobreza); há também ecumênicos (10%) e católicos (10%) e um pequeno número de judeus; a maçonaria tem grande prestígio entre intelectuais, aristocratas e magnatas da indústria.



Demografia
Cerca de 70% da população do país vive na Central Lowlands - um vasto e fértil vale num estiramento na orientação nordeste-sudoeste entre as cidades de Edinburgh e Glasgow, incluindo grandes povoações como Paisley, Stirling, Falkirk, Perth e Dundee.





Economia
A economia da Escócia é próspera e diversificada. É baseada no setor de serviços, principalmente de turismo, serviços financeiros, da educação e da pesquisa tecnológica. Edimburgo é um dos principais centros financeiros da Europa. Também se destaca no setor de bebidas, onde a produção de uísque é o principal produto. A tradicional fabricação de uísque está profundamente enraizada na cultura escocesa, datando da época dos antigos celtas, por volta de 800 a.C.



O clima úmido da Escócia oferece as condições ideais para o plantio de cereais como cevada e centeio, mais tarde destilados para elaborar o uísque. Visto como um presente dos deuses, os celtas chamavam o uísque de "uisge beatha" - água da vida. Hoje a Escócia tem a maior concentração mundial de destilarias de uísque maltado. Muitas delas oferecem visitas guiadas.









Relêvo
O relevo da Escócia integra a cadeia de montanhas que se estende da Escandinávia à Irlanda. As suas montanhas, originadas no período pré-devoniano, apesar de fortemente aplainadas pela erosão, são as mais altas da Grã-Bretanha, com altitudes médias de 900m.



Ben Nevis é o pico culminante, com 1.343m. As montanhas dividem-se em dois blocos: o das Terras Altas (Highlands), ao norte, e o das Terras Altas do Sul (Southern Uplands).



Entre eles há uma faixa plana, as Terras Baixas (Lowlands).








Clima
Escócia tem um clima que muda bastante. Num minuto tem um sol esplêndido, no minuto seguinte está chovendo. Dependendo do dia, pode-se ver diversas variações de tempo e clima, em pouco intervalo. Nas montanhas, o tempo pode mudar mais rápido que nas zonas baixas, e ser ainda mais de extremos.






A Costa Este da Escócia é mais seca e geralmente melhor. No Inverno a temperatura raramente está abaixo dos zero graus. Na Costa Oeste, a temperatura é mais elevada, se bem que a umidade e a chuva também mais intensas. Os meses secos da Escócia são Maio e Junho, os mais quentes Julho e Agosto e durante o Inverno, o frio e a umidade dominam tudo.




Cultura
A Escócia possui grande diversidade cultural e muitos atores, escritores e artistas. Atores como Sean Connery e Ewan MacGregor tornaram-se grandes estrelas do cinema, merecendo aclamação internacional e tornando-se embaixadores do seu país e da indústria cinematográfica escocesa.


A cidade de Edimburgo recebe no Verão, aquele que é considerado o mais importante festival cultural do mundo, o Festival de Edimburgo.


O kilt que é considerado um traço marcante da cultura e identidade do país. Surgiu no século XVI, no norte da Escócia. Cada clã ou família tinha um tipo de quadriculado no kilt, que identificava os seus integrantes.






Gastronomia


A gastronomia escocesa distingue-se pelo variado sortimento de produtos frescos, seja carne (vaca ou caça), peixe (salmão e arenque fumado), marisco e legumes de grande qualidade.


Há toda uma variedade de sabores e aromas exóticos provindos de diversas origens étnicas. O prato nacional da Escócia é o calórico haggis, feito à base de pulmões, coração e fígados de borrego (carneiro) picados e misturados com aveia. Serve-se acompanhado de puré de batata, nabo, manteiga e pimenta preta, sem esquecer um copo de uísque. Também há haggis vegetarianos.


Outro prato típico é o Scotch Sink, uma sopa de peixe com badejo fumado e carne de veado ou faisão.






Alguns dos Locais a conhecer:


A Escócia apresenta interessantes pontos turísticos e culturais. Em função de seu rico passado e do bom desenvolvimento socio-económico. São diversos museus, parques, teatros, monumentos, castelos medievais, construções históricas e etc.


O destaque fica para a Cidade Velha de Edimburgo que é Património Mundial da UNESCO.






■ A Capital Edinburgh





Edinburgh, capital da Escócia caracteriza-se por ter uma vista urbana espectacular que pode ser dividida em duas - a zona antiga, com as suas ruelas e becos calcetados e as elegantes fachadas neo-clássicas da zona mais recente. A cidade é dominada pelo Castelo de Edinburgh construído sobre uma rocha de origem vulcânica.
É um centro moderno e dinâmico de arte e cultura, com imensos museus, galerias, universidades e festivais. Em Agosto, a cidade de Edinburgh é anfitriã da maior exposição de arte, música, teatro, dança e teatro de rua do mundo. Para além da cidade, a zona campestre The Lothian proporciona locais de enorme beleza com casas históricas e castelos. A zona este de Lothian tem tradição no golfe e é onde se pode encontrar os melhores campos de golfe do mundo. As Colinas Pentland, no extremo da cidade, oferecem uma vista espectacular.


Principais pontos turísticos em Edinburgh:


- Cidade Velha de Edinburgh (Património Mundial - UNESCO)





-Museu Real da Escócia
-Museu da Infância
-Galeria Nacional da Escócia



- Museu Real da Escócia
- Museu da Escócia
- Museu da Infância- Catedral St. Gilles


- Edifício do Parlamento Escocês
- Castelo de Edinburgh
- Princes Street Gardens
- Catedral St. Gilles- Palácio de Holyrood





■ Glasgow
É a segunda maior cidade da Escócia e também a terceira mais populosa de todo o Reino Unido. A cidade tem um estilo único e uma personalidade marcante.





Esta bela Cidade Vitoriana é conhecida mundialmente pela sua arquitetura e pelas suas exuberantes paisagens campestres. Um dos lugares mais visitados em Glasgow, é o Lighthouse, onde a história do arquiteto e designer Charles Rennie Mackintosh, filho mais ilustre da cidade, é contada minuciosamente.
A cidade desenvolve-se em torno do rio Clyde, que a atravessa e onde se podem admirar diversas pontes quer para trânsito rodoviário quer pedonais.





A Princess Square é a mais importante praça central de Glasgow, situada próximo de Buchanan Street, que junto com as ruas Argyle e Sauchiehall formam a mais famosa região comercial da cidade.


Conhecida como a capital do estilo da Escócia, com as suas cervejarias art déco, elegantes lojas e centros culturais, Glasgow orgulha-se de mais de 30 museus e galerias. Acolhe todos os anos o Festival Internacional de Jazz e o Celtic Connections - o maior festival de Inverno em todo o mundo, dedicado à música e cultura celtas.


Para quem gosta de áreas verdes uma visita aos parques Barshaw, Kelvingrove e Pollok é obrigatória.





Principais pontos turísticos em Glasgow:
- Museum of Transport(Museu dos Transportes),
- Museum of Piping (Museu da Gaita de Foles), o maior do género no mundo
- Parque Glasgow Green
- People's Palace no Glasgow Green. Trata-se de um prédio histórico onde se pode conhecer toda história da cidade desde 1750.

- Clydebuilt, museu marítimo que conta a importância do rio Clyde na formação da cidade.

- Vikingar, onde é contada a história da presença dos Vikings na Escócia.
- Kelvingrove Art Gallery and Museum





- Catedral de Glasgow
- Glasgow Royal Concert Hall
- Scottish Exhibition and Conference Centre
- Galeria de Arte Moderna




- King's Theatre




- Citizens Theatre



■ Dundee
A cidade de Dundee está localizada na costa leste da Escócia, na foz do rio Tay com o Mar do Norte e é a quarta maior cidade do país.








Dundee conserva muitos atrativos turísticos e preserva a sua antiga história através dos seus antigos prédios, como o famoso castelo de Broughty, construído em 1496.








Entre as principais atrações da cidade está o Mills Observatory, o único observatório público Britânico construído somente para as pessoas conhecerem e entenderem a ciência.






Dundee também possui belíssimos parques, onde visitantes e moradores costumam passar as tardes ensolaradas. Entre os principais parques da cidade estão o The Rock Garden e o Caird Park, ideal para caminhadas e práticas desportivas.





Principais pontos turísticos em Dundee
- Galeria McManus
- Prédio da Academia Morgan
- Farol de Dundee
- Wishart Arch






- Sensation Science Centre
- Teatro de Dança Escocesa





■ Aberdeen
A cidade escocesa de Aberdeen é a terceira maior cidade do país e é também um importante porto da Escócia por ser banhada pelo Mar do Norte. Ela é conhecida como a "cidade do granito", devido aos seus edifícios construídos à base de granito.






Situada na foz dos rios Don e Dee, a cidade conserva inúmeros pontos turísticos, entre eles as pontes instaladas sobre esses dois importantes rios.


A catedral de St. Machar é outro grande ponto turístico de Aberdeen. Com uma arquitetura em estilo gótico perpendicular, foi construída no século 14.


O pináculo de cerca de 60 metros da Catedral Católica é também um dos atrativos juntamente com Marischal College, o maior prédio de granito branco do mundo.





■ Highlands Highlands é a parte da Escócia que reflecte perfeitamente a imagem romântica que a maior parte das pessoas têm desta nação.




A cidade principal é Fort William, que fica na sombra do Ben Nevis, o pico mais alto da Grã-Bretanha. A norte fica uma costa majestosa de Lochs (fiordes) de águas profundas e enseadas de areia branca flanqueadas por montanhas e com as Ilhas Hébridas no horizonte.


A oeste de Fort William, pela poética 'Road to the Isles' (estrada para as ilhas), fica Mallaig, o principal ponto de embarque para Skye.


Mais para norte fica Ullapool, um dos principais portos das Hébridas Exteriores e a base ideal para explorar o inóspito noroeste.






■ Inverness
Inverness é a maior cidade do norte da Escócia e a capital das terras altas, conhecidas como Highlands, local de muitas lendas e tradições.
É uma cidade pequena e tranquila, cortada pelo rio Ness.





A cidade tem o seu encanto, particularmente nas margens do Rio Ness, que corre pelo seu coração ligando Loch Ness a Moray Firth.


O Castelo é um edifício Victoriano avermelhado, construído em 1834. Por baixo do Castelo fica o Museu de Inverness e a Galeria de Arte.



Em High Street destaca-se a gótica Town House. No fim de Church Street fica a Old High Church, fundada no século XII e reconstruída em 1772, embora a torre do século XIV permaneça intacta.


Na margem ocidental do Rio Ness, oposta ao Castelo, fica a neo-gótica St. Andrews Cathedral que data de 1869.



■ Loch Ness (O lago Ness)





É uma das maiores atrações da Escócia. É o lago mais profundo da Grã-Bretanha que se estende por 37 kms desde Fort Augustus no sul até Inverness no norte. O "loch" oferece uma bela paisagem só por si, com colinas majestosas que se erguem verticalmente das suas margens de florestas.






A visibilidade da água é extremamente reduzida devido ao teor de turfa dos solos circundantes, que é trazida para o lago através das redes de drenagem.


Pensa-se que o lago Ness tenha sido modelado pelos glaciares. Todos os anos chegam centenas de milhares de visitantes para observar o lago e contemplar o mistério originado no famoso Monstro do Loch Ness.


As águas do Loch Ness são bastante frias, devido principalmente à sua latitude e à sua profundidade. O seu litoral é bastante pitoresco, com castelos como o de Eilean Donan.









■ Fort William
É a principal porta de entrada nas Highlands Ocidentais e um dos principais centros turísticos do país.




Fica no topo de Loch Linnhe, na sombra dos picos brancos do Ben Nevis, a montanha mais alta da Grã-Bretanha.


As montanhas em redor de Fort William e os Glens estão entre os mais impressionantes da Escócia.


Glen Nevis é muito bonito e pode ser reconhecido em filmes como Braveheart e Rob Roy.


O forte que deu o nome à cidade foi construído em 1690 por ordem de William III para manter os rebeldes escoceses em ordem.







■ Mallaig
É um porto pesqueiro agitado e o principal ponto de partida de ferry para a Isle of Skye.





Uma das suas principais atrações é o Mallaig Marine World, um aquário com espécies marinhas locais e com a exibição da história da industria pesqueira.


Do alto de uma das colinas da aldeia é possível observar um excelente panorama do porto e da Ilha de Skye no horizonte.





■ Ilha de Skye Skye é a maior das quase mil ilhas que fazem parte da Escócia.


Com cascatas, vales a perder de vista, arco-íris lindíssimos e abundantes e paisagens inspiradoras, é sem duvida uma das mais bonitas.





No extremo norte da ilha, que não tem mais que 80 quilômetros de ponta a ponta, o Skye Museum of Island Life.


Os traços da cultura celta estão presentes desde as placas de trânsito bilíngues (inglês-gaélico) até os símbolos de linhas entrelaçadas, encontrados em objetos de prata. Portree é a sua capital.



Recomendamos visitar: as montanhas da parte Sul Cullins, o lado Norte da ilha, a peninsula de Uig e Staffin, Dunvengan e Coral beaches. É imperdível uma visita ao castelo aonde foi filmado o Highlander, em Dornie - Eilean Donan Castle, construído no século XIII. Faça uma visita virtual, a este encantador castelo.




■ Gruta de Fingal - Ilha de Staffa
A Gruta de Fingal é uma caverna marinha na ilha desabitada de Staffa, nas Hébridas Interiores, Escócia, que faz parte de um reserva nacional.





É formada por basalto hexagonal, similar em estrutura - por causa da mesma origem num fluxo de lava - da Giant's Causeway, a Calçada dos Gigantes, na Irlanda do Norte. O seu tamanho e teto de arcos naturais, juntamente com os arrepiantes ecos produzidos pelas ondas, produzem um ambiente de uma catedral natural. O nome gaélico da gruta, Uamh-Binn, significa "Gruta da melodia".






Uma paisagem majestosa, montanhosas imponentes, uma costa polvilhada de lindas cidades coloridas, uma impressionante herança histórica e um povo cordial, animado, amigável e hospitaleiro, tornam a Escócia um país que vale a pena visitar.