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terça-feira, 5 de abril de 2011

O KILT

Quando ouvimos falar em kilt, a primeira coisa que nos vem à cabeça é Escócia. Mas, os kilts não vêm exclusivamente de lá. Nem mesmo foram criados na Escócia. O que existe, na verdade, é o fato de que os escoceses são seus maiores "divulgadores".












O kilt é uma evolução de uma túnica de lã, da qual não se conhece ao certo a origem. Especula-se que tenha sido usada desde o século VI antes de Cristo, pelos Celtas, os antigos habitantes da Escócia. Sempre foi um traje com comprimento até os joelhos, como o kilt que conhecemos hoje.


Para uso nas montanhas escocesas, era a roupa perfeita, pelo clima frio. Além de ajudar a aquecer, a lã também protegia contra a umidade. Isso fez com que os montanheses o adotassem como roupa.


Mesmo quando os anglo-saxões trouxeram o uso das calças compridas para as Ilhas Britânicas (século V d.C), os descendentes dos celtas que habitavam as highlands (terras altas) continuaram usando suas túnicas.


No século XIX, um movimento romântico tentou fazer dos kilts um símbolo nacional da Escócia. Os habitantes das planícies não gostaram da idéia (usavam calças…), pois achavam o kilt um sinal de barbarismo. Mesmo assim, a moda pegou: hoje é comum ver homens usando kilts pelas ruas das cidades escocesas.

Nas ruas da Escócia os homens passeiam com seus saiotes tranqüilamente. Alguns usam Kilt, paletó e gravata, outros andam no estilo roqueiro, de botas e adereços de couro e prata. O que esses escoceses têm em comum é não usarem cuecas.

Quando fui à terra do monstro do lago Ness não tinha certeza da informação e, é claro, resolvi descobrir. Assim que conheci o primeiro escocês vestindo kilt, não hesitei em fazer a pergunta que o deixou vermelho:

- “Vocês usam cueca quando vestem os kilts?”. Ele, na maior calma, explicou que para ser tradicional não se pode usar nada embaixo do saiote.

Novamente perguntei:

- “Então quando o presidente está fazendo um discurso, ele não usa cueca?”

A resposta foi simples e direta:

- “NÃO”!

Diz a tradição que o verdadeiro Escocês não deve usar nada por baixo de seu kilt.

Existe uma frase dita entre eles mais ou menos assim: “Isso é um kilt. Se usássemos algo por baixo, então sim seria uma saia”






A gente estranha, mas acredito que isso ocorra porque a nossa realidade é muito diferente, o nosso país não cultiva muitos costumes tradicionais e as vezes pode parecer “breguice”. Também estranhamos devido à falta de informação. Por isso achei interessante trazer um pouco dessa cultura para o site. E aproveitei para trazer essas fotos engraçadas de homens de kilt.





Essa imagem mostra o exemplo de um “plaid”,que é uma variação do “kilt”. Em Awakened, a roupa que o Stark usa é o plaid. O plaid é usado normalmente em eventos formais ou celebrações. Como podem ver, além da saia ele é acompanhado por esse pano que se apoia no ombro.

Os kilts tem normalmente um comprimento longo para que o mais curto que se possa usar o kilt sem quebrar as tradições é tê-lo na altura do joelho.

Os kilts são usados não só como roupas formais e familiares mas também como roupas do símbolo nacional. Ou seja, enquanto vestimos a nossa camisa da seleção brasileira, eles preferem usar os kilts tradicionais.




Atualmente já existe um novo costume de usar o kilt para eventos normais, como ir ao trabalho ou usar na rua. Essas pessoas usam camisas, ternos e gravata acompanhado do kilt.


Apesar de não estar totalmente comprovado, acredita-se que o primeiro kilt é datado de 2000 a.C. e foi encontrado perto da região de Nuremberg, na Baviera, trazido pelos celtas.


A maior competição na Escócia se chama The Highland Games. É uma reunião de eventos para celebrar a cultura escocesa. Possui competição de dança, música até competições fisicas como jogar madeira, machados e pesos à distância.
























Todos os eventos, por mais fisicos que sejam, exigem o uso do kilt. Imaginem o tanto de kilt voando por aí.



Alguns famosos usando kilt:


























Para contemplar a companhia do Kilt, só a conhecida gaita de fole.


Existem inúmeros modelos deste instrumento de sopro que fazem parte da história de cada região da Escócia, onde a gaita é originária.




Podemos citar aqui as Gaita das Highlands; Scottish smallpipe; Gaita das Bordas; Shuttle pipe; e Parlour pipe.


Enfim, a Escócia não é só gótica, musical, artística, colorida em seus trajes kilts e receptiva com seu povo orgulhoso das suas tradições.

A Escócia é o berço do famoso e incomparável scotch whisky.Não dava para esquecer da fama conquistada por este país, concorda?

A fabricação do uísque nesta região data de 800 a.c., e um dos fatores que favorece a produção desta bebida é o clima úmido que oferece ótimas condições para o plantio de cereais como centeio e a cevada, produtos usados para a fabricação da bebida.

O uísque que já foi chamado de água da vida pelos celtas, é hoje o grande personagem da Escócia, que tem a maior concentração mundial de destilarias de uísque maltado no mundo. Precisa dizer mais?

É impossível ir à Escócia e não guardar um tempo para visitar alguma destilaria e saborear o uísque produzido, in loco.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

ESCÓCIA - POLÍTICA E ECONOMIA

A política da Escócia faz parte da ampla política do Reino Unido, sendo a Escócia um dos países constituintes do Reino Unido. Constitucionalmente, o Reino Unido é de jure um Estado unitário com um parlamento e governo soberano. No entanto, ao abrigo de um regime de devolução (ou home state) aprovou em finais da década de 1990, que em três dos quatro países constituintes dentro do Reino Unido - Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte - votaram a favor de um auto-governo limitado, sujeito à autoridade do Parlamento britânico em Westminster, nominalmente na vontade, no sentido de alterar, modificar, ampliar ou suprimir os sistemas nacionais governamentais. Como tal, o parlamento escocês não é, de jure, soberano. O chefe de Estado na Escócia desde 1952 é a monarca britânica, atualmente Isabel II (ou como é conhecida no Brasil, Elizabeth II). O Parlamento escocês é a assembleia legislativa nacional da Escócia. O poder executivo, no Reino Unido, é pertença do Queen-in-Council, enquanto o poder legislativo é exercido pelo Parliament-in-Queen (a Coroa e o Parlamento do Reino Unido em Westminster, em Londres). No entanto, existe desconcentração dos poderes executivo e legislativo em determinadas áreas, que foram constitucionalmente delegadas ao Governo escocês e ao Parlamento escocês, em Holyrood, em Edimburgo, respectivamente. O Reino Unido mantém poder ativo no Parlamento da Escócia, nomeadamente nos impostos, sistema de segurança social, militares, relações internacionais, radiodifusão, e algumas outras áreas explicitamente especificadas no Ato da Escócia de 1998, como assuntos reservados. O Parlamento escocês tem autoridade legislativa para todas as outras áreas relacionadas com a Escócia, e tem poder limitado na diferenciação de impostos sobre o rendimento (o chamado Tartan Tax). O Parlamento escocês é uma legislatura unicameral com 129 membros, 73 dos quais representam-se individualmente e que são eleitos por círculos eleitorais no primeiro posto do sistema; 56 são eleitos em oito diferentes regiões eleitorais pelos membros suplementares do sistema. A Rainha nomeia um dos membros do Parlamento, sobre a nomeação do Parlamento, para ser Primeiro-Ministro. Outros ministros também são nomeados pela Rainha sobre a nomeação do Parlamento e, juntamente com o Primeiro-Ministro, compõem o Governo escocês, o braço executivo do governo. A Escócia possue subdivisões, definidas pelo governo como Council Areas (Áreas de Concelho), que formam as áreas de governo local da Escócia, e são todas autoridades unitárias, segundo uso do governo e definição da lei. Elas não coincidem com os condados tradicionais da Escócia. As fronteiras atuais existem desde 1 de Abril de 1996, estabelecidas pela Lei do Governo Local Etc. (Escócia) de 1994. Antes dessa data, a divisão administrativa era feita pelas Regiões — Regions — (não se chamavam "condados" — counties —, ao contrário das estruturas análogas em Inglaterra e do País de Gales), que eram por sua vez subdivididas em distritos — districts —, estrutura introduzida a 16 de Maio de 1975. Antes desta data, existiam condados administrativos, habitualmente chamados concelhos de condado — County Councils — da Escócia, esquema que foi introduzido em 1889. Antes de 1889, a administração fazia-se com base da cidade (city), burgh e paróquia (parish). Os condados tradicionais da Escócia nunca foram usados para a administração local. Com o estabelecimento de conselhos de condado em 1889, as regiões que eles cobriam na Escócia assemelhavam-se aos condados históricos da Escócia, mas não coincidiam com eles. Por exemplo, Ross and Cromarty cobria a área de Ross-shire e Cromartyshire (o que fazia sentido, visto que Cromartyshire consiste de uma série de enclaves). Vários nomes eram diferentes. Áreas de Concelho da Escócia (Council Areas) 1.Inverclyde 2.Renfrewshire 3.West Dunbartonshire 4.East Dunbartonshire 5.Glasgow 6.East Renfrewshire 7.North Lanarkshire 8.Falkirk 9.West Lothian 10.Edimburgo 11.Midlothian 12.East Lothian 13.Clackmannanshire 14.Fife 15.Dundee 16.Angus 17.Aberdeenshire 18.Aberdeen 19.Moray 20.Highland 21.Ilhas Ocidentais (Na h-Eileanan an Iar) 22.Argyll and Bute 23.Perth and Kinross 24.Stirling 25.North Ayrshire 26.East Ayrshire 27.South Ayrshire 28.Dumfries and Galloway 29.South Lanarkshire 30.Scottish Borders 31.Shetland 32.Orkney ECONOMIA A economia escocesa é baseada no setor de serviços, principalmente de turismo, serviços financeiros, da educação e da pesquisa tecnológica. Edimburgo é um dos principais centros financeiros da Europa. Também se destaca no setor de bebidas, onde a produção de uísque é o principal produto. Edimburgo e Glasgow são as cidades mais industrializadas da Escócia. A evolução da economia escocesa é bastante dependente da evolução da economia de todo o Reino Unido. O Inglês é a língua falada na Escócia. Duas outras línguas também são faladas em algumas comunidades: o Scots (que por vezes não é considerado como um idioma separado) e o gaélico escocês. A cidade de Edimburgo recebe no Verão, aquele que é considerado o mais importante festival cultural do mundo. O Festival de Edimburgo que possui grande destaque entre os principais eventos do Reino Unido e da Europa. O kilt é um traço marcante da cultura e identidade do país, que surgiu no século XVI, no norte da Escócia. Cada clã ou família tinha um tipo de quadriculado no kilt, que identificava os seus integrantes. O Lago Ness é uma das grandes atrações turísticas escocesas, onde existe o mito do Monstro do lago Ness. Desde o início do século os habitantes da região e turistas afirmam ter visto um monstro pré-histórico no fundo desse lago. Muitas expedições foram feitas no local e até hoje nada foi encontrado. O uísque é a bebida escocesa por excelência. Os principais cultivos são os cereais e a batata. A criação de gado bovino também é muito importante. A exploração florestal representa mais de um terço da produção madeireira da Grã-Bretanha. A pesca é uma atividade fundamental, especialmente a pesca marítima na região Nordeste e nas ilhas. Devido às ricas reservas de carvão, a mineração representou um papel fundamental na industrialização. Porém, nas últimas décadas, a mineração baseia-se especialmente na exploração de reservas petrolíferas e gás natural, recentemente descobertas. As principais indústrias são as de produtos químicos, indústrias leves, instrumentos de engenharia e, recentemente, a eletrônica. Existem aproximadamente 110 destilarias e o turismo é outro setor em crescimento. POPULAÇÃO Os habitantes da Escócia descendem de vários grupos étnicos, tais como pictos, celtas, escandinavos e romanos. De acordo com dados de 1993, a população é de 5.120.000 habitantes e apresenta uma densidade demográfica de aproximadamente 66 hab/km2. A cidade mais povoada é Glasgow (com 654.542 habitantes). Além de Edimburgo, que, de acordo com estimativas de 1991 possuía 421.213 habitantes, são também cidades importantes Dundee (165.548 habitantes) e Aberdeen (201.099 habitantes). A igreja oficial da Escócia é a presbiteriana. A Igreja católica é a segunda mais importante. A língua oficial é o inglês. A Escócia faz parte integrante do Reino Unido. Um gabinete ministerial britânico, presidido pelo secretário de Estado, administra os assuntos escoceses. A Escócia está representada por 72 membros na Câmara dos Comuns e por 16 pares escoceses na Câmara dos Lordes. Ver também Línguas celtas; Língua escocesa; Literatura escocesa.

domingo, 3 de abril de 2011

A IMPONENTE ESCÓCIA


Era uma vez...

Lá, onde a natureza emerge em todo o seu esplendor com lindas montanhas verdes e lagos, surge a Escócia com uma superfície de 78.772 km2 e uma população de 4,99 milhões de habitantes. Outrora, o lugar hoje conhecido por Escócia foi habitado principalmente pelos pictos e embora tenha vivenciado os intensos e sangrentos conflitos, o domínio romano nunca conseguiu se estabelecer completamente na maior parte da Escócia.

Então, no século VI, o antigo povo escocês, originário da Irlanda, estabeleceu-se no lugar hoje denominado como Argyll, cedendo seu nome à atual Escócia. A região de Lothian era povoada pelos anglos e os bretões se instalaram na região de Strathclyde, ao norte.


No século IX, algumas regiões da Escócia foram sujeitas a ataques Vikings, tendo sido estabelecido um reino unido da Escócia. As guerras entre a Inglaterra e a Escócia eram freqüentes na Idade Média, mas havia, no entanto, fortes laços entre os dois reinos: vários reis escoceses possuíam terras e títulos na Inglaterra e muitos casamentos entre as famílias reais inglesas e escocesas foram realizados. Apesar de diversos levantes terem fracassado, tais como a derrota de William Wallace em 1298, foi a vitória de Robert the Bruce sobre Edward II da Inglaterra no ano de 1314, em Bannockburn, que assegurou a sobrevivência do Reino da Escócia independente. As duas coroas finalmente uniram-se quando Elizabeth I da Inglaterra foi sucedida, em 1603, por James VI da Escócia (James I da Inglaterra), seu herdeiro mais próximo.


Mesmo assim, na Inglaterra e na Escócia permaneceram organizações políticas independentes durante o século XVII, com exceção de um curto período de unificação imposto durante o reinado de Oliver Cromwell, na década de 1650. Em 1707, optando por uma união política e econômica mais sólida, o parlamento escocês foi dissolvido em detrimento de um único parlamento para a Grã-Bretanha * sediado em Londres e em troca da permanência da Igreja da Escócia e do sistema legal vigente. Em 1745, o neto do Rei James VII exilado, conhecido como Bonnie Prince Charlie, chegou à Escócia para reclamar a coroa para o seu pai.


A derrota estrondosa sofrida em Culloden levou o governo inglês a banir exércitos privados, o uso de kilts e gaitas-de-foles causando um grande revés no estilo de vida dos Highlanders. No sul, após um período de prosperidade, veio a sobre-população e a fome que levou à emigração massiva de escoceses para a América do Norte, Austrália e Nova Zelândia. Aberdeen foi a única cidade com notável prosperidade no século XX, devido ao petróleo do Mar do Norte e as descobertas de gás natural nos anos 1970.


As dificuldades econômicas, o desemprego galopante, a despovoação de áreas rurais e as expectativas sociais inferiores a Inglaterra, levaram a um decréscimo de confiança. No entanto, o novo enquadramento constitucional nascido da vitória dos Trabalhistas em 1997, permitiu o estabelecimento do Parlamento Escocês em 1999, após quase 200 anos.


Nesse ano em Julho, competências relacionadas com desenvolvimento econômico, saúde e educação foram transferidas para a administração escocesa.



Edinburgh, a capital da Escócia e tem uma população de aproximadamente 450.000 habitantes. É uma das mais bonitas e elegantes cidades européias. Os seus bairros são separados por parques e jardins e, mais imponente, por encostas escarpadas e colinas relvadas. Este é um cenário espetacular para o Festival Internacional de Edinburgh que ocorre durante 3 semanas em Agosto e Setembro. Em 1124, Edinburgh tornou-se a capital da Escócia e agora, no novo milênio, toma o seu lugar na Europa e no Reino Unido com o novo Parlamento Escocês. A cidade está dividida em duas. A norte de Princes Street fica a elegante neoclássica New Town, construída no final do século XVIII e início do século XIX para melhorar as condições da cidade. A sul de Princes Street, do outro lado dos bonitos Jardins de Princes Street, fica a Old Town, um labirinto de ruas estreitas e becos. A Old Town teve os seus tempos áureos no século XVIII, mas depois foi gradualmente abandonada pelos cidadãos reputados que foram para a New Town. No século XX, a Old Town foi limpa e transformada numa zona fascinante e pitoresca.




Este centro medieval de edifícios relativamente altos desce do Castelo para o Palácio de Holyroodhouse ao longo de uma rua que toma diferentes nomes mas é geralmente conhecida como Royal Mile (milha real). Esta rua tem uma grande concentração de edifícios históricos. Royal Mile compreende 4 ruas: Castlehill, Lawnmarket, High Street e Canongate. A parte mais alta da Royal Mile perto do Castelo, é Castlehill. Os primeiros vestígios do Castelo são de 600 DC e na Idade Média tornou-se numa fortificação impenetrável e residência real dos reis e rainhas escoceses. Crown Square, o pátio principal, foi desenvolvido no século XV. Castlehill oferece vistas fantásticas sobre a cidade. Perto do Castelo fica o Scotch Whisky Heritage Centre. No topo de High Street, fica High Kirk of St Giles, a única igreja paroquial da Edinburgh medieval e também a sede do Presbiterianismo, onde John Knox lançou a Reforma Escocesa. A igreja é por vezes erradamente conhecida como St Giles Cathedral.




A High Street finalmente intersecta Canongate, a última secção da Royal Mile. Como era perto do Palácio de Holyroodhouse, a zona desenvolveu-se como um bairro elegante de moradias. No lado oposto aos portões principais do Palácio fica o novo edifício do Parlamento Escocês. O Palácio de Holyroodhouse começou como a residência para convidados da Abadia, até James IV o transformar em Palácio Real no início do século XVI. O palácio atual data do final do século XVII. Foi a Rainha Victoria que devolveu o toque real ao palácio, como escala nas suas visitas a Balmoral. Este costume tem-se mantido pelos seus sucessores e a atual rainha passa uma pequena temporada todos os anos no fim de Junho. Nos terrenos do palácio ficam as ruínas de Holyrood Abbey. O desenvolvimento da neoclássica New Town é um dos mais destacados esquemas de arquitetura cívica da Europa. Foi construída num impulso criativo entre 1767 e 1840, como um produto do "Scottish Enlightenment".


A New Town foi essencialmente concebida pelo Lord Provost (Lord Mayor), George Drummond. A grande artéria central da New Town é George Street, denominada em honra do rei. Princes Street e Queen Street seguem paralelamente a George Street. As três concentram bonitos exemplos de arquitectura Georgiana. As maiores atrações incluem a National Gallery of Scotland e Princes Street Gardens com vistas únicas para o Castelo e Old Town. Calton Hill oferece também vistas panorâmicas da cidade nos seus relvados sinuosos. O monumento neoclássico ali erigido seria uma réplica inacabada do Parténon.


Highlands Highlands é a parte da Escócia que reflete perfeitamente a imagem romântica que a maior parte das pessoas têm desta nação. A cidade principal é Fort William, que fica na sombra do Ben Nevis, o pico mais alto da Grã-Bretanha. A norte fica uma costa majestosa de Lochs (fiordes) de águas profundas e enseadas de areia branca flanqueadas por montanhas e com as Ilhas Hébridas no horizonte. A oeste de Fort William, pela poética 'Road to the Isles' (estrada para as ilhas), fica Mallaig, o principal ponto de embarque para Skye. Mais para norte fica Ullapool, um dos principais portos das Hébridas Exteriores e a base ideal para explorar o inóspito noroeste. Inverness é a maior cidade da região e a capital das Highlands. Fica no extremo nordeste do Great Glen, que corta na diagonal o sul das Highlands para Fort William, ligando o fundo e misterioso Loch Ness à costa ocidental e dando acesso a Glencoe, um dos mais bonitos Glens (vale estreito) e centro de alpinismo e esqui por excelência.





Inverness, é a maior cidade e principal centro das Highlands com uma população de 42.000 habitantes. Os principais percursos pelas Highlands passam em Inverness em algum momento. A posição da cidade no Great Glen e nas margens de Moray Firth tornaram-na num destino favorito para os turistas que ali chegam no Verão para explorar o Loch Ness e o famoso monstro. A cidade tem o seu encanto, particularmente nas margens do Rio Ness, que corre pelo seu coração ligando Loch Ness a Moray Firth. O Castelo é um edifício Vitoriano avermelhado, construído em 1834. Por baixo do Castelo fica o Museu de Inverness e a Galeria de Arte. Em High Street destaca-se a gótica Town House.





No fim de Church Street fica a Old High Church, fundada no século XII e reconstruída em 1772, embora a torre do século XIV permaneça intacta. Na margem ocidental do Rio Ness, oposta ao Castelo, fica a neogótica St. Andrews Cathedral que data de 1869. Loch Ness é uma das maiores atrações da Escócia. É o lago mais profundo da Grã-Bretanha que se estende por 37 kms desde Fort Augustus no sul até Inverness no norte. O "loch" oferece uma bela paisagem só por si, com colinas majestosas que se erguem verticalmente das suas margens de florestas. Todos os anos chegam centenas de milhares de visitantes para observar o lago e contemplar o mistério originado no famoso Monstro do Loch Ness. Uma grande atividade comercial causada pelo turismo cresceu em redor de 'Nessie', o nome afetivo por que é conhecido o monstro. Todos os Verões, a estrada A82 que segue pela margem ocidental fica carregada de veículos de turistas e até caçadores do monstro. A melhor maneira de ver o "loch" é num cruzeiro a partir de Inverness. Há também passeios de barco que saem de Drumnadrochit e Fort Augustus. De longe as melhores vistas do "loch" são da estrada tranquila e pitoresca que corre pela margem oriental, desde Fort Augustus até Inverness. As atividades comerciais em torno de Nessie centram-se na aldeia de Drumnadrochit, 24 kms a sul de Inverness, onde os locais faturam a popularidade do mito do monstro. Ali coexistem duas rivais Monster Exhibitions e a inevitável loja de recordações. Alguns quilômetros a sul de Drumnadrochit ficam as ruínas do Castelo de Urquhart. O castelo carrega as cicatrizes de séculos de batalhas, mas o seu cenário situado em encostas rochosas na margem do "loch" é magnífico. Foi construído no século XIV e destruído em 1692 para evitar cair nas mãos dos Jacobitas.





Fort William é a principal porta de entrada nas Highlands Ocidentais e é um dos principais centros turísticos do país. Tem 11.000 habitantes e fica no topo de Loch Linnhe, na sombra dos picos brancos do Ben Nevis, a montanha mais alta da Grã-Bretanha. As montanhas em redor de Fort William e os Glens estão entre os mais impressionantes da Escócia e atraem inúmeros montanhistas. Glen Nevis é muito bonito e pode ser reconhecido de filmes como Braveheart e Rob Roy. O forte que deu o nome à cidade foi construído em 1690 por ordem de William III para manter os rebeldes escoceses em ordem. O forte defendeu ataques dos Jacobitas durante as rebeliões de 1715 e 1745,mas foi demolido para permitir a construção da ferrovia. Road to the Isles. A faixa de 74 kms da estrada A830 de Fort William a Mallaig é conhecida como 'The Road to the Isles' (a estrada para as ilhas).

É uma viagem muito bonita, particularmente de comboio através duma paisagem de grande importância histórica. Esta região viu o início e o fim do levantamento dos Jacobitas. Loch Shiel é impressionante e encimado por montanhas majestosas. Na aldeia de Glenfinnan fica o Station Museum, na estação da magnífica ferrovia entre Fort William e Mallaig. No extremo ocidental da Península de Morar fica a aldeia de Arisaig, dispersa numa baía de praias de areia. A estrada a oeste da aldeia, em direção à Península Rhue e é um excelente lugar para observarfocas. No fim da estrada chega-se a Mallaig.




Mallaig, é um porto pesqueiro agitado e o principal ponto de partida de ferry para a Isle of Skye. Não é um lugar excepcionalmente bonito, mas a sua atmosfera cheia de gente à espera do ferry ou do comboio de regresso a Fort William é muito interessante. Mallaig, é pequena e dispersa em redor do porto. Uma das principais atrações é o Mallaig Marine World, um aquário com espécies marinhas locais e com a exibição da história da industria pesqueira. Há também algumas boas caminhadas à volta da aldeia. Uma delas leva-nos a uma colina que oferece um excelente panorama do porto e da Ilha de Skye no horizonte.




Como ir? Edinburgh tem um aeroporto internacional com diversas ligações regulares com o resto do Reino Unido e outras cidades européias. O Aeroporto de Glasgow é contudo, o principal da Escócia e oferece vôos também para a América do Norte. Também há uma boa oferta de charters para destinos mais quentes. A rede de ferrovias e rodovias oferece excelentes ligações entre as principais cidades e o resto da Grã-Bretanha. Existem ligações de ferry com a Irlanda, de Stanraer (no sul da Escócia) a Larne nos arredores de Belfast. Há também diversas ligações marítimas às Ilhas Hébridas. Edinburgh fica a 75 kms de Glasgow, 250 kms de Inverness e 670 kms de Londres.

sábado, 26 de março de 2011

PASSEANDO PELA ESCÓCIA



Enquadrada pela imponência dos grandes castelos, a Escócia é um país que nos acolhe com uma doce receptividade humana e uma fortaleza em sua estrutura arquitetônica. Um lugar que nos permite voltar ao tempo e experienciar sua história, conhecer seus personagens e desfrutar de uma música contagiante e de interessantes contos, que ficarão para sempre na mente de quem os escuta.





GLASGOW



É a maior cidade da Escócia, talvez por isso a menos interessante… Se puder conhecer, beleza, mas, se não puder, não vai fazer tanta falta, pode anotar isso! Localiza-se no Sul da Escócia, na região chamada de “Lowlands”.









Para chegar até Glasgow voamos pela Ryanair por aprox. 1½h e um precinho bem camarada. Ficamos hospedados no. L'Argyll Hotel, situado em Sauchiehall Street, Glasgow, oferece um alojamento de grande conforto a um preço razoável. O hotel fica idealmente perto do centro da cidade de Glasgow bem como das principais atrações turísticas.







Em apenas 5 horas de caminhada é possível conhecer a arquitetura e os pontos interessantes de Glasgow, nada mais que isso. A praça central vale ser aclamada, pois é um espetáculo! A Catedral de Glasgow no seu estilo gótico também vale ser conferida. Pra quem curte, o cemitério da cidade é outro ponto interessante, cheio de obeliscos e esculturas, em pé e em ruínas também! Tem também a Galeria de Arte Moderna que, bem na sua porta, tem uma das esculturas mais interessantes que já vi.



Para comer tem várias opções de “Take away” e muitos restaurantes indianos e chineses que, na maioria dos casos, fecham às 23hs. Aliás, é impressionante a quantidade de pessoas de descendência indiana, um claro reflexo da colonização. A noite de Glasgow é o melhor que a cidade oferece. Os legítimos Pubs apresentam infinitas possibilidades de música ao vivo. Fomos ao Pub BOX e assistimos ao show de uma banda de rock sensacional! Na entrada do Pub há uma caixa de madeira onde qualquer banda pode colocar seu CD Demo para pleitear noites de sucesso no palco do Pub! Amei a idéia e o som que rolou... ROCK´N ROLL!


EDINBURG



Edimburgo tem características bem diversas quanto a arquitetura, mas que convivem harmoniosamente. São duas cidades em uma: a antiga Edimburgo conta com os belos castelos e construções medievais. As ruas são calçadas no estilo da época. Na outra, uma cidade moderna e agitada, que demonstra isso também nas construções e nos negócios instalado na região. Mas temos que admitir, Edimburgo só é completa com a união e a diversidade dos dois lados que dão a cidade o caráter mágico e fascinante. E é assim que conquista o orgulho de quem nasce e vive lá A cidade é simplesmente MARAVILHOSA! Sem dúvida, o lugar de turismo urbano mais interessante e apaixonante na Escócia. Pegamos um ônibus em Glasgow (5 Libras) e seguimos viagem de aprox. 1½ h até este santuário escocês.


Durante a viagem não dava pra imaginar o que estava por vir... Descemos na estação e fomos procurar o centro de informações. Por pouco não fomos a lugar nenhum, pois no caminho começamos a ouvir o som absolutamente inigualável de uma Gaita de Foles legitimamente escocesa! Estávamos atravessando a ponte e, quando ouvi o som, sai andando em passos rápidos para encontrar de onde vinha. De repente, vejo na esquina um grupo vestido em trajes típicos tocando e dançando musica celta. Tinha um sujeito grandão tocando tambor que parecia ter saído da idade média. Adorei!




Edimburg tem infinitas construções históricas que devem ser visitadas, mas sem ser dedo a dedo, pois andando livremente a surpresa sempre é mais inesquecível. Andamos sem rumo até cansar as pernas, mas não os olhos! Tudo é lindo e as pessoas são simpáticas e alegres. Passamos por muitos lugares interessantes que não sei o nome e, sinceramente, não fará a menor diferença, pois mais que o nome é a imagem... essa é única na memória... O top dos turistas é o Castelo de Edinburgh. Lindo mesmo e imenso! Afinal os castelos da Europa são lindos. O preço de entrada é 11 Libras. Infelizmente não entramos. Tive que continuar imaginando como teria sido a vida dos que lá habitaram e os objetos que deixaram.



À noite fomos beliscar alguma coisa num Pub bem típico freqüentado por moradores locais. Foi interessante percebermos que quase todos os bares na quinta-feira fazem “Quiz” ao invés de música ao vivo. Uma idéia super interessante, pois a galera passa a noite bebendo e respondendo questões sobre sua própria cultura e sociedade. Total “Cult”! Também tivemos nossa noite de Rock´n Roll num bar totalmente descolado e um som extremamente “barulhento. A cidade ainda é um dos mais importantes pólos econômicos do país, além de ser um dos mais industrializados. Edimburgo é uma mistura de arquitetura, arte e música. INVERNESS (HIGHLAND) Inverness... uma cidade sem adjetivos! É a capital da região dos Highlands (terras altas) no norte da Escócia, local de muitas lendas e tradições. Essa cidade fica bem perto do Lago Ness… sim, aquele habitado pelo monstro! Duvido que nunca tenha ouvido sobre a lenda do “Monstro do Lago Ness” ou que não tenham um dia te chamado de “Monstro do Lago Ness”. Pois é, eu o conheci pessoalmente e, sinceramente, fiquei desiludida, pois a Nessie é um monstro dócil e amável… Até deixou a moça tirar uma foto montada nela!... Inverness tem como característica os prédios construídos com pedras, um estilo arquitetônico marcante na Escócia. É muito pequena e aconchegante. O ponto alto do turismo ocorre agora, em agosto, quando acontece o Inverness Tatto. É um festival de desfiles militares com bandas escocesas vestidas com roupas tradicionais, danças e pratos típicos. Andamos pouco em Inverness, preferimos aproveitar que estávamos de carro e fomos conhecer os arredores. Aliás, vale ressaltar que todo mundo lá na Escócia, sem exceção, como na Irlanda também, dirige do lado errado! Bom, o primeiro passeio foi, claro, o famoso e lendário LAGO NESS. Enooooorme! O lago é bem comprido, porém estreito… tem aproximadamente 100 km de perímetro e até 260m de profundidade. O monstro deve ser feliz lá! Em seu entorno, a paisagem é linda, como toda paisagem na região dos Highlands.




Castelos até dizer chega, dentre eles aquele considerado o mais fotogênico do mundo, o “Eilean Donan Castle”. O castelo, assim como vários outros castelos do mundo, pode ser alugado para casamento! Ou seja, não é só a Cicarelli que pode se casar em castelos, né? Inverness jamais será esquecida. Estar lá num Pub Escocês, ouvindo música Celta ao vivo, saboreando um uísque, NACIONAL ...







ISLE OF SKYE


Saímos de Inverness debaixo de chuva e percorremos aprox. 200 km para chegar, acreditem, ao paraíso! Essa ilha é um espetáculo, mesmo debaixo de chuva! É impossível uma foto mostrar o que é a paisagem nessa ilha, aliás, qualquer paisagem da região dos Highlands não cabe em um foto! O mais impressionante é a extensão infinita dos campos de pastagem das ovelhinhas de cara preta e dos bois peludos, típicos dessa região.







A água do Mar do Norte se apresenta com tons esverdeados que não são vistos com tanta freqüência, pois o tempo freqüentemente é fechado e não se pode perder um raio de sol para tirar fotos.





Os campos têm vegetação muito rasteira e totalmente diferente de tudo que já vi até hoje, uma grama verdinha com tons amarelados que se revelam com a luz do Sol. Também, com tanta chuva, qualquer coisa fica verde naquele lugar. Aquela região tem o maior índice de precipitação pluviométrica da Europa. Haja água!






Durante o percurso nas estradinhas da Ilha, as placas sempre estão escritas em Inglês e em Gaulês, o dialeto Celta ainda falado nas pequenas vilas.

Uma língua muito diferente e cheia de magia (e palavras impossíveis de se pronunciar também)… Enfim, se tiver oportunidade, arrume as malas e vá!

Mas atenção: não esqueça do guarda-chuva!


sexta-feira, 25 de março de 2011

REIS DA ESCÓCIA - PARTE IV - PROTECTORADO E CASA DE STUART

PROTECTORADO

Os Cromwell não foram reis, mas sim Protectores.

1 - Oliver Cromwell
DE 16 de Dezembro de 1653 A 3 de Setembro de 1658
Morreu durante o seu proctetorado.

2 - Richard Cromwell
DE 3 de Setembro de 1658 A 25 de Maio de 1659
Tumbledown Dick, Queen Dick; Pintinho, Pintinho que não sabe andar.
Tentou assumir o posto de Lord Proctetor no lugar de seu pai, mas não conseguiu suportar as pressões.

CASA DE STUART


44 - Carlos II
DE 29 de Maio de 1660 A 6 de Fevereiro de 1685
Teve o trono restaurado pelo parlamento em 1660, no entanto, com poderes muito reduzidos em relação aos seus sucessores. Converteu-se ao catolicismo no leito de morte, não deixando herdeiros legítimos. Também Carlos II de Inglaterra.



45 - Jaime VII
DE 6 de Fevereiro de 1685 A 11 de Dezembro de 1688
Irmão de Carlos II assumiu, e foi deposto mais tarde pela Revolução Gloriosa por ser Católico. Também Jaime VII da Escócia.

46 - Maria II
DE 13 de Fevereiro de 1689 A 28 de Dezembro de 1694
Também Maria II de Inglaterra. Filha de Jaime VII, protestante, assumiu o trono sem burlar a linha de sucessão depois da Revolução Gloriosa e governou ao lado de seu marido Guilherme III, seu primo e sobrinho de Jaime VII, também herdeiro do trono.


47 - Guilherme II
DE 13 de Fevereiro de 1689 A 8 de Março de 1702
Governou sozinho após a morte de Maria II. Também Guilherme III de Inglaterra. E também Guilherme III Príncipe soberano de Orange.



48 - Ana I
DE 8 de Março de 1702 A 1707
Também Ana I de Inglaterra.
A partir de 1707, os títulos de Rei da Escócia e Rei de Inglaterra deixam de existir para dar lugar ao Rei da Grã-Bretanha. A lista continua futuramente, quando postarmos sobre Reis da Grã-Bretanha.

quinta-feira, 24 de março de 2011

REIS DA ESCÓCIA - PARTE III - PRIMEIRO E SEGUNDO INTERREGNO - CASA DE BALLIOL, BRUCE E STUART

PRIMEIRO INTERREGNO (1290-1292)

CASA DE BALLIOL


31- João I
17 de Novembro de 1292
DE 10 de Julho de 1296
Abdicou. Trineto de David I.




SEGUNDO INTERREGNO (1296-1306)



CASA DE BRUCE

32 - Roberto I
DE 25 de Março de 1306 A 7 de Junho de 1329
Tetraneto de David I.


33 - David II
DE 7 de Junho de 1329 A 22 de Fevereiro de 1371

CASA DE STUART
Em 1625, com a morte de Isabel I de Inglaterra , Jaime VI sobe ao trono de Inglaterra e torna-se Jaime I , unindo as duas terras e formando a Grã-Bretanha.



34 - Roberto II
DE 22 de Fevereiro de 1371 A 19 de Abril de 1390
Neto de Roberto I.







35 - Roberto III
DE 19 de Abril de 1390 A 4 de Abril de 1406






36 - Jaime I
DE 4 de Abril de 1406 A 21 de Fevereiro de 1437







37 - Jaime II
DE 21 de Fevereiro de 1437 A 3 de Agosto de 1460









38 - Jaime III
DE 3 de Agosto de 1460 A 11 de Junho de 1488







39 - Jaime IV
DE 11 de Junho de 1488 A 9 de Setembro de 1513








40 - Jaime V
DE 9 de Setembro de 1513 A 14 de Dezembro de 1542








41 - Maria I
DE 14 de Dezembro de 1542 A 24 de Julho de 1567








42 - Jaime VI
DE 24 de Julho de 1567 A 27 de Março de 1625
Depois, também Jaime I da Inglaterra.








43 - São Carlos I
DE 27 de Março de 1625 A 30 de Janeiro de 1649
"o Mártir"
Carlos I de Inglaterra, Deposto, depois executado, pela Revolução Inglesa.
Canonizado somente pela Igreja Anglicana em 1660.




44 - Carlos II
DE 30 de Janeiro de 1649 A 1651
Filho de Carlos I. Governa pela primeira vez. Foi deposto em 1651 pelo protectorado dos Cromwell.