quinta-feira, 22 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
ROTEIRO MUNDO CELTA 2012

Tudo bem? Depois de longo e tenebroso verão, saiu o roteiro com os preços! Então, quem quiser embarcar nessa aventura (ainda mais mágica com a Inglaterra), já pode entrar em contato com a Yary. Qualquer dúvida ou problema, é só entrar em contato comigo, OK? Beijos com sabor de Baileys!
Eddie
ROTEIRO MUNDO CELTA 2012
Irlanda e Inglaterra numa viagem mágica e inesquecível!
Com Eddie Van Feu
Inglaterra e Irlanda, dois países extraordinários e com muita história para contar. Nunca o clássico e o moderno se misturaram tão bem quanto nestas encantadoras ilhas. Pisar em solo inglês é entrar em contato com uma realidade que vai além dos livros de História: é vivenciar a História em primeira mão. Na Irlanda, terra das “cem mil boas-vindas”, a alegria de seu povo se funde à magia de sua paisagem. A unir essas duas ilhas, um poderoso elemento: seu passado celta, um povo fundamental para a História do Ocidente e que tem agora sua importância reconhecida.
Paisagens encantadoras, lendas ancestrais, riqueza cultural e muita magia vão enriquecer e transformar sua vida nesta viagem, sob a orientação de quem há anos estuda e divulga a cultura celta no Brasil.
Aproveitando a energia desses lugares mágicos, faremos rituais poderosos para diversos fins, encerrando com uma bela Iniciação na Magia. Os rituais são livres para todos, independente de ter estudado previamente ou não, desde que haja o desejo de se trilhar esse caminho mágico. Os rituais também não são obrigatórios e quem não quiser participar pode ficar livre para assistir ou simplesmente fazer outra coisa. Essa é uma viagem para se seguir o coração. Ele nunca erra.
Acompanhe clipes, fotos, curiosidades e dicas no blog: irlandaeuvou.blogspot.com
Nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/events/188130387957416/?context=create
Para receber informações sobre a viagem em primeira mão, mande um e-mail para eddie@eddievanfeu.com!
Ou ligue: (21)3872-4971
CONTATO PARA RESERVAS:
Yary Nascimento
Rua Sena Madureira, 515 - São Paulo
Fone e Fax: (11) 5571-2525
Embratur: 26.010039.10.0001-7
E-mail: yary@ciaeco.tur.br Site: www.ciaeco.tur.br
ROTEIRO OFICIAL (AINDA SEM OS RITUAIS)
1° Dia- 23 Qui São Paulo / Londres – Inglaterra
Apresentação no Aeroporto Internacional de Guarulhos às 11h15m para embarque em vôo BRITISH AIRWAYS – BA 246 às 16h15m com destino à Londres.
2° Dia- 24 Sex - Londres
Chegada em Londres às 07h20m. Recepção e traslado ao hotel. Acomodação por 02 noites com café da manhã. Restante do dia livre para atividades pessoais. À noite saída para um Pub, onde ocorrerá um encontro de boas vindas do grupo. Retorno ao hotel (por conta dos passageiros) e pernoite.
3° Dia - 25 Sab - Londres
Café da manhã no hotel. Em seguida, visita aos principais pontos turísticos de Londres como: Palácio de Buckingham, a Abadia de Westminster, Big Ben e o Parlamento com a estátua de Boudicca – rainha e druidesa celta, que liderou revolta contra Roma. e, assim como as principais ruas de compras: Regent Street, Oxford Street e Bond Street. Nesta área encontram-se também a National Portrait Gallery, Trafalgar Square, o Museu Britânico (riquíssimo arcevo de peças celtas), a Exposição de Dali e The London Eye. Tarde livre para atividades pessoais. Sugestão: percorrer a Oxford Street (a mais popular rua de compras de Londres) e a Piccadily Street com suas grifes famosas. Também reservem tempo para conhecer o Museu de Cera da Madame Tussaud. Pernoite.
Na nossa primeira viagem, sentimos um pouco de falta de tardes livres, pois há muito para conhecer e às vezes há pouco tempo para aproveitar. Caminhar por ruas de compras não significa que você precisa gastar tudo o que tem, mas é muito divertido conhecer a cidade! Nessa tarde, nós também faremos nosso primeiro ritual.
4° Dia - 26 Dom - Londres / Glastonbury
Café da manhã e logo em seguida saída com destino a Glastonburry. Elevando-se acima das planícies de Somerset Levels, encontra-se o Glastonbury Tor. Conhecido pela Mitologia de Arthur como sendo “Avalon” e onde José de Arimatéia teria escondido o “Santo Graal” (na mitologia Cristã). Um grande centro megalítico (como Stonehenge) que traz em suas ruínas a magia e mistério dos povos antigos.
Pernoite em Glastonburry ou imediações.
5° Dia - 27 Seg – Avebury // Stonehenge // Southampton
Café da manhã no hotel. Saída pela manhã para visita a Avebury. Local mítico onde se encontra o maior anel de pedras do mundo. Mais antigo do que Stonehenge, originalmente era composto de 97 pedras (hoje existem somente 27) que cercam 02 círculos menores. Estudiosos afirmam que o desenho original era de uma serpente passando através do círculo. Tempo para conhecer as imediações e continuação até Stonehenge. Na planície de Salisbury, sul da Inglaterra, ergue-se esse estranho e indecifrável complexo monolítico chamado Stonehenge, um enigma tão grande quanto o das pirâmides. Este altar de pedras tem sido usado há 5000 anos e múltiplas são as suas finalidades – dentre elas templo, centro de cura e peregrinação. Construído antes da chegada dos celtas à Ilha, Stonehenge até hoje é usado cerimonialmente.
6° Dia - 28 Ter - Southampton // Londres
Café da manhã no hotel . Manhã livre para compras em Southampton. Em horário apropriado, saída em ônibus privativo para Londres. Acomodação por 01 noite com café da manhã.
7° Dia - 29 Qua - Londres / Dublin
Café da manhã no hotel . Traslado ao aeroporto de Londres para embarque com destino a Dublin .
Vôo regular Aer Lingus Irish airlines Londres / Dublin . Recepção no aeroporto de Dublin e traslado ao hotel. Visita a estátua de Chu Chulainn, o mais importante herói da mitologia celta irlandesa e associado ao mito da magia e força do guerreiro celta. Acomodação por 05 noites com café da manhã.
8° Dia- 30 Qui - Dublin
Café da manhã no hotel. Visita ao Museu Nacional, onde ficam algumas das maiores relíquias da cultura celta, e Guiness Storehouse para visita ao museu e degustação dessa famosa cerveja – uma invenção celta – enquanto se trava contato com as lendas mágicas dessa bebida sagrada: origens míticas da cerveja na Irlanda; a cerveja da imortalidade que proteje Angus Óg, deus dos enamorados; a Taça Sagrada da cerveja dos Reis e finalmente um brinde à Magia e aos Reis e Rainhas em cada um de nós na degustação de cerveja (entradas incluídas). Dia inteiro de visita à cidade, onde poderemos visitar a Christ Church Cathedral e o belíssimo Trinity College, conhecer o Book of Kells e Dublinina, um mergulho na história da cidade, desde suas origens Vikings até nossos dias. Acomodação por 02 noites com café da manhã.
9° Dia - 31 Sex - Dublin // Kilkenny // Huntington Castle // Dublin
Café da manhã no hotel. Visita a cidade medieval de Kilkenny e ao Castelo de Huntington (entrada incluída). Esses são dois pontos que eu insisti em repetir em 2012, pois são muito especiais. O Castelo de Huntington foi um dos pontos altos do nosso passeio em 2011, não só pela maneira mágica como acabamos sendo recebidos pelo dono e fazendo o tour pelo castelo que estaria fechado, mas também pela grande magia do lugar que permite lindos rituais. Ele também é o templo das sacerdotisas de Ísis, com mais de 38 mil seguidores pelo mundo (o templo é aberto à visitação e podemos tirar fotos).
Kilkenny também é linda e, com um belo castelo repleto de obras de arte (esse castelo é diferente do de Huntington, onde há pessoas morando e você o visita como se visitasse a casa de alguém. O Castelo de Kilkenny está mais para museu, mas é muito bonito e imponente. Kilkenny também tem muitas histórias, como o caso interessantíssimo da condenação da primeira bruxa da cidade, cuja casa virou hoje um restaurante.
10° Dia - 01 Sab - Dublin
Café da manhã no hotel. Visita a catedral de St Patrick (entrada incluída) e tarde livre. A Igreja de St Patrick é majestosa como a maioria das igrejas da Irlanda. Rica em história, acompanhamos suas esculturas magníficas, seus sarcófagos, e podemos sintonizar com essa energia poderosa. São Patrício trouxe o cristianismo para as terras pagãs da Irlanda, sendo amado por uns e odiado por outros, que acreditam que ele se vingou da Irlanda por ter sido escravo lá. Particularmente, eu não acredito nisso. São Patrício tinha grandes poderes, todos muito mais parecidos com os poderes de um druida do que com milagres propriamente ditos. A Igreja tem uma loja em seu interior com tanta coisa interessante que a gente fica louco! De lá, trouxe meu sino ritual, cujo toque afasta qualquer negatividade instantaneamente.
11° Dia- 02 Dom - Dublin // Boyne // Dublin
Café da manhã no hotel. Em seguida, saída para Boyne Valley conhecendo Brugh na Bóinne – um dos mais impressionantes sítios arqueológicos do Ocidente, mais antigo que a mais antiga das pirâmides do Egito, onde conheceremos a lenda de Angus Óg, Dagda e a explicação da eternidade na Roda do Ano. Seguindo para Tara – capital ancestral da Irlanda Celta para conhecer: Maedbh – Rainha, Mulher, Guerreira e Sacerdotisa Celta; aqui, mesmo depois do cristianismo, os festivais foram mantidos, desfrutando da força do local. Ollamh Fódla, rei-poeta, foi quem dividiu a Irlanda em 5 províncias (N, S, L, O e Centro). Hill of Tara é um lugar de imenso poder, local de coroação dos reis da Irlanda e onde encontramos a Pedra do Destino, trazida pelos Tuatha de Dannan. Lá também encontraremos a Árvore da Saúde, onde podemos deixar testemunhos e pedir pela saúde e cura de nossos entes queridos. Ou, como no meu caso, já agradecer pelo pedido atendido no ano anterior! Visitaremos o centro dos visitantes (entrada incluída) e o Castelo Trim (entrada incluída). Retorno a Dublin.
12° Dia- 03 Seg - Dublin // Galway
Café da manhã no hotel. Saída com destino a Offaly e parada para foto do Castelo Leap (este castelo pode ser visitado somente com reserva – não inclui entrada). Acomodação por 02 noites com café da manhã. O Castelo Leap é famoso por ser o castelo mais assombrado da Irlanda. Sua história remonta a séculos e seus fantasmas são famosos pelos estudiosos de casos paranormais. São muitas histórias para contar sobre o Castelo Leap e espero que nossa visita seja mais uma!
13° Dia - 04 Ter - Galway // Inishmor // Galway
Café da manhã no hotel. Ticket de ferry boat para Ilhas Aran. Visita à ilha – Tour regular (serviço compartilhado). Vista das ilhas de Aran. Chegada em Inishmor e visita a fortaleza de Dun Aengus e visita ao “na Seacht d Teampail” (sete igrejas construídas nos sécs. VIII e IX). Tempo livre na cidade. Retorno por ferry boat. Retorno a Galway e pernoite. Esse foi um dos mais belos lugares que visitamos, com uma presença maciça dos dragões durante todo o tempo, e principalmente em nosso ritual. Foi aí que quase perdemos o barco de ida porque fomos ao banheiro e que eu quase perdi o barco de volta porque fui pro lugar errado. Nunca corri tanto na minha vida... Foi bom pra queimar os fish and cheeps que tanto comi! Retorno a Galway. Pernoite.
14° Dia - 05 Qua - Galway // Liscannor // Kerry
Após o café da manhã, traslado com destino a Liscannor para visita a Fonte de Brighid e Tour pelos Cliffs of Moher – os penhascos “onde a Terra acaba”. Continuação a Kerry.
Pernoite. Os Penhascos de Moher é um dos lugares mais magníficos que o olho humano já viu e já foi cenário de diversos filmes, incluindo o último Harry Potter. Aqui também conhecemos a Torre de O’Brien, que vende chocolates exclusivos.
15° Dia - 06 Qui - Kerry // Clare
Após o café da manhã, saída com destino ao Condado de Kerry para conhecer um dos cenários mais magníficos da Irlanda e suas lendas: Montanhas Paps of Danu – os Seios da deusa Danu, mãe dos deuses.
Saída com destino a Clare.
Pernoite.
16° Dia - 07 Sex - Clare // Cragganowen // Clare
Café da manhã no hotel. Dia inteiro de visita a Cragganowen - Vila que reproduz a vida antes da era cristã, em suas construções, artefatos e animais. Conheça o Ring Fort – Castelo Medieval; Brendan Boat – barco feito de couro em que o místico São Brendan atravessou o Atlântico descobrindo a América antes de Colombo, e o Castelo de Cragganowen, construído em 1.550.
Retorno ao hotel.
À noite, banquete medieval no Castelo Knappogue com seu belíssimo jardim - um local muito calmo e agradável, ideal para relaxar. O castelo foi construído em 1467 por Sean MacNamra, é um magnífico exemplo de uma real construção medieval.
Em 2011, nosso banquete medieval foi no Castelo Bunratty e foi um ponto alto de nossa viagem. A alegria era contagiante e era como se vivêssemos mesmo nos tempos medievais, numa noite de fartura e muita alegria, música e bom humor.
17° Dia- 08 Sab - Clare // Shannon Dublin / Londres / São Paulo
Em horário determinado, traslado ao aeroporto para embarque em vôo regular Aer Lingus Irish airlines com destino a Londres. Chegada e apresentação para reembarque em vôo BRITISH AIRWAYS– BA 247 às 21h50m com destino a São Paulo.
18° Dia- 09 Dom - São Paulo
Chegada no aeroporto internacional de Guarulhos às 05h20m. Fim dos serviços.
Hotéis Previstos
CIDADE NOITES CATEGORIA HOTÉIS PREVISTOS OU SIMILARES APTO
Londres 02 Turística sup. St. Giles Hotel ou similar Standard
Swindom ou bath 01 Turística sup. Jurys Inn Swindon Hotel ou similar Standard
Southampton 01 Primeira Holiday Inn Southampton ou similar Standard
Londres 01 Turística sup. St. Giles Hotel ou similar Standard
Dublin 05 Primeira Mespil Hotel ou similar Standard
Galway 01 Turística sup. Clybaun Hotel ou similar Standard
Kerry 01 Turística sup. The Buren Castle Hotel ou similar Standard
Clare 02 Turística sup. The Burren Castle Hotel ou similar Standard
Preços por pessoa em Euros parte aérea e terrestre
Acomodação
Apartamento duplo Euro 7.049
Apartamento individual Euro 7.779,00
O pacote Inclui:
- Passagem aérea British Airways - São Paulo / Londres / Dublin // Shannon / Londres / São Paulo em classe econômica promocional;
- Traslados e passeios em modo privativo conforme descritos no programa em ônibus de luxo com ar condicionado;
- Guia local Liane Sassen falando português, nos períodos de 24/Agosto a 08/Setembro (sujeito a disponibilidade);
- Visita as Ilhas Aran em serviço regular (compartilhado) realizados com guia local;
- Acomodação por: 02 noites em Londres, 01 noite em Swidom, 01 noite em Southampton, 01 noite em Londres, 05 noites em Dublin, 01 noite em Galway, 01 noite em Kerry, 02 noites em Clare nos hotéis abaixo com café da manhã e taxas;
- Refeições conforme informado no programa;
- Seguro viagem TRAVEL ACE EUROPE – até 80 anos por 18 dias;
- Carregadores nos hotéis: 01 mala por pessoa;
- Brinde e material personalizado Cia Eco;
- Assistência ao embarque no Aeroporto Internacional de São Paulo;
O pacote não inclui:
- Taxas de Embarque Nacionais e Internacionais;
- Early Check in / Late Check out, exceto quando mencionado contrário;
- Entradas para as atrações à serem visitadas; exceto quando mencionado o contrátio;
- Refeições não mencionadas;
- Bebidas durante as refeições;
- Excesso de bagagem;
- Carregadores nos hotéis e aeroportos;
- Extras de caráter pessoal (telefonemas, bebidas, lavanderia).
- Gorjetas nos hotéis e aeroportos;
- Serviços opcionais;
- Passeios mencionados como opcionais;
- Despesas com documentação;
- Qualquer item não mencionado como incluído.
Observações:
- Informamos que a maioria das Cias. Aéreas cobram uma taxa para abertura de bloqueio, e depois de confirmada a reserva é necessário o pagamento de um sinal vezes o n° de assentos bloqueados para garantia do mesmo. Estes valores somente serão reembolsados após o embarque do grupo, desde que 80%/90% do total de assentos bloqueados sejam embarcados. Estas regras estão sujeitas à alterações sem aviso prévio, e podem variar de acordo com a cia. Aérea escolhida.
- Alertamos que em alguns hotéis o frigobar possui um sensor que a partir do momento que foi retirado algo, mesmo que recolocado, já é debitado na conta do apartamento.
- Taxa de Embarque não incluída – Valor por pessoa EUR 205,00 – sujeito à alteração
- Isto é somente uma cotização para grupo mínimo de pessoas viajando juntas, conforme bases indicadas acima. Não temos, no momento, nem estamos mantendo nenhuma reserva. Os hotéis e os serviços estarão sujeitos à disponibilidade no ato da solicitação da reserva. Poderemos reservar outras opções de hotéis e serviços, se os apresentados não estiverem disponíveis. Os preços somente serão definitivos após nossa confirmação final, devido oscilações cambiais aéreas e terrestres.
- Favor notar que as tarifas aéreas, bem como taxas de combustível, segurança ou embarque, estão sujeitas a alterações sem prévio aviso e sujeitas às condições da cia. aérea no ato da emissão. Favor reconfirme os valores no ato do pagamento.
"alertamos que somente a emissão do bilhete garante a tarifa aérea"
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA – PARA BRASILEIROS
- Passaporte com validade mínima de 06 meses;
- Brasileiros estão isentos de visto a turismo/negócios, para permanência de até 90 dias.
- Lembramos que a documentação correrá por conta do passageiro. Informação sujeita a alteração sem prévio aviso, consulte sempre seu despachante ou consulado/embaixada do país para maiores informações.
Condições de Cancelamentos
Vide contrato de intermediação de serviços. Entende-se por cancelamento a desistência parcial ou total da viagem e/ou dos serviços contratados, bem como as alterações de datas de embarque, de entrada e/ou saída e retorno.
No caso de cancelamento por parte do cliente, ser-lhe-á cobrada multa contratual natureza não indenizatória de: (i) 3% sobre o valor contratado, quando o cancelamento ocorrer a menos de 30 dias do embarque;
(ii) 10% sobre o valor contratado, quando o cancelamento ocorrer a menos de 15 dias do embarque;
(iii) 20% sobre o valor contratado, quando o cancelamento ocorrer a menos de 7 dias do embarque, sem prejuízo da indenização das perdas e danos que o cancelamento venha a causar a Operadora.
Com o cancelamento, o cliente pagará, a título de indenização de perdas e danos, toda e qualquer taxa ou multa de cancelamento cobrada pelos meios de transporte, de hospedagem e outros prestadores de serviços. Algumas destas taxas ou multas, em razão de estipulação contratual dos prestadores de serviços, poderão ser aplicadas até em caso de cancelamento com mais de 30 dias de antecedência do início dos serviços.
Configura cancelamento a transferência pelo cliente dos seus direitos a outras pessoas.
Condições específicas de cancelamento/redução serão informadas no momento da confirmação da reserva.
Cordialmente,
Yary Nascimento
Rua Sena Madureira, 515 - São Paulo
Fone e Fax: (11) 5571-2525
Embratur: 26.010039.10.0001-7
E-mail: yary@ciaeco.tur.br Site: www.ciaeco.tur.br
5 razões para escolher Cia Eco
1. Clientes 100% felizes. Os nossos clientes voltam sempre satisfeitos. Confira a seção Eu Fui no nosso site.
2. A Cia Eco é a primeira agência de turismo do Brasil a oferecer um Sistema de Fidelização com vantagens exclusivas e uma rede social para os clientes.
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4. Liderança e inovação. Nossa diretora, Denise Santiago,é uma das mais reconhecidas empreendedoras do setor. Atualmente, ela é vice-presidente da ABETA.
5. Viaje sempre em boa companhia. Nossa equipe formada por consultores experientes e comprometidos com a excelência no atendimento.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
HERÓIS DA ESCÓCIA - JAMES DOUGLAS - Parte 3
Roxburgh FallsRoxburgh Falls
In the years that followed Douglas was given time to perfect his skills as a soldier. Edward II came north with an army in 1310 in fruitless pursuit of an enemy that simply refused to be pinned down. Nos anos que se seguiram Douglas se deu tempo para aperfeiçoar suas habilidades como um soldado. Edward II chegou ao norte com um exército em 1310 em busca infrutífera de um inimigo que simplesmente se recusou a ser imobilizado.
The frustrations this obviously caused are detailed in the Vita Edwardi Secundi , a contemporary English chronicle; As frustrações obviamente causadas por isso são detalhadas no Edwardi Vita Secundi, uma crônica contemporânea em Inglês;
“The king entered Scotland with his army but not a rebel was to be found...At that time Robert Bruce, who lurked continually in hiding, did them all the injury he could.O rei entrou na escócia com seu exército, mas nenhum rebelde se encontrava... Naquela época, Robert Bruce, que espreitava continuamente na clandestinidade, causava a todos eles, o prejuízo podia.
One day, when some English and Welsh, always ready for plunder, had gone out on a raid, accompanied by many horsemen from the army, Robert Bruce's men, who had been concealed in caves and woodland, made a serious attack on our men...From such ambushes our men suffered heavy losses. Um dia, quando algum Inglês e galês, sempre pronto para a pilhagem, tinha saído em um ataque, acompanhados por muitos cavaleiros do exército, os homens de Robert de Bruce, que tinham se escondido em cavernas e florestas, fizeram um ataque sério em nossos homens... Desde emboscadas como nossos homens sofreram pesadas perdas.
For Robert Bruce, knowing himself unequal to the king of England in strength or fortune, decided it would be better to resist our king by secret warfare rather than dispute his right in open battle. Para Robert Bruce, sabendo-se desqualificado para o rei da Inglaterra na força ou na fortuna, decidiu que seria melhor resistir nosso rei pela guerra secreta e não disputar o seu direito em campo aberto.”
Edward was even moved to write to the Pope in impotent fury, complaining that "Robert Bruce and his accomplices, when lately we went into parts of Scotland to repress their rebellion, concealed themselves in secret places after the manner of foxes." Edward mudou-se inclusive para escrever ao Papa em fúria impotente, reclamando que: "Robert Bruce e seus cúmplices, quando recentemente fomos em partes da Escócia, para reprimir a rebelião, ocultaram-se em lugares secretos, à maneira das raposas."
There were both strengths and weaknesses in this. Não foram os pontos fortes nem fracos.
The Scots had no heavy equipment or the means of attacking castles by conventional means. Os escoceses não tinham equipamentos pesados ou os meios de atacar os castelos por meios convencionais.
However, this inevitably produced a degree of complacency in garrisons provisioned enough to withstand a blockade. No entanto, isso inevitavelmente produziu um grau de complacência em guarnições provisionado o suficiente para resistir a um bloqueio.
In dealing with this problem the Scots responded in the manner of foxes; and among the more cunning of their exploits was Douglas' capture of the powerful fortress at Roxburgh . Ao lidar com este problema, o escocês respondeu na forma de raposas, e entre os mais espertos de suas façanhas foi a captura de Douglas da poderosa fortaleza de Roxburgh.
His tactic, though simple, was brilliantly effective. Sua tática, embora simples, foi brilhantemente eficaz.
On the night of 19/20 February 1314 – Shrove Tuesday and Ash Wednesday – several dark shapes were seen beneath the battlements and mistakenly assumed to be cattle. Na noite de 19/20 de Fevereiro de 1314 - Terça-feira Gorda de Carnaval e Quarta Feira de Cinzas - várias formas escuras foram vistas sob as ameias e erroneamente assumidos como gado.
Douglas had ordered his men to cover themselves with their cloaks and crawl towards the castle on their hands and knees. Douglas tinha ordenado aos seus homens que se cobrissem com seus mantos e rastejassem em direção ao castelo em suas mãos e joelhos.
With most of the garrison celebrating just prior to the fast of Lent , scaling hooks with rope ladders attached were thrown up the walls. Com a maioria da guarnição celebrando um pouco antes do jejum da Quaresma , escalando escadas de corda com ganchos ligados foram levantadas pelas paredes.
Taken by complete surprise the defenders were overwhelmed in a short space of time. Tomados de surpresa os defensores foram esmagados em um curto espaço de tempo.
Roxburgh Castle, among the best in the land, was slighted or destroyed in accordance with Bruce's policy of denying strongpoints to the enemy. Castelo Roxburgh, entre os melhores na terra, foi desprezado ou destruído, em conformidade com a política de Bruce de negar os pontos fortes para o inimigo.
The greatest challenge for Bruce came that same year as Edward invaded Scotland with a large army, nominally aimed at the relief of Stirling Castle , but with the real intention of pinning down the foxes. O maior desafio para Bruce veio nesse mesmo ano Como Edward invadiu a Escócia com um grande exército, nominalmente visando a reparação do Castelo de Stirling , mas com a intenção real de fixação pelas raposas.
The Scots army – roughly a quarter the size of the enemy force – was poised to the south of Stirling, ready to make a quick withdrawal into the wild country to the west. O exército escocês - aproximadamente um quarto do tamanho da força inimiga - foi posicionada ao sul de Stirling, pronto para fazer uma rápida retirada para o país de selvagens ao oeste.
However, their position, just north of the Bannock Burn , had strong natural advantages, and the king made ready to suspend for a time the guerrilla tactics pursued hitherto. No entanto, a sua posição, logo ao norte da Bannock Burn , tinha grandes vantagens naturais, e o rei se dispunha a suspender por um tempo, a tática de guerrilha defendida até agora.
On the morning of the 24 June, the day of the main battle, Barbour states that Douglas was made a knight, which would have been curiously late in his career. Na manhã de 24 de Junho, o dia da batalha principal, os estados Barbour que Douglas foi feito cavaleiro, que teria sido, curiosamente ao final de sua carreira.
Many believe that Douglas was made a knight banneret . Muitos acreditam que Douglas foi feito um estandarte cavaleiro .
The knight banneret was established under Edward I. A knight banneret was not one with command responsibilities so much as one with greater honours. O estandarte cavaleiro foi criado no reinado de Eduardo I. Um estandarte cavaleiro não era um com responsabilidades de comando tanto como um com matrículas de honras maiores.
A knight banneret fought under their own banner unlike a knight bachelor who was limited to a pennon . Um estandarte cavaleiro lutava sob sua própria bandeira, ao contrário de um bacharel cavaleiro que se limitava a uma flâmula .
In his The Bruce , John Barbour states in Book XV that Douglas fought under his own banner, hence Douglas had to be a knight banneret. Em seu The Bruce , John Barbour afirma, no seu livro XV que Douglas lutou sob sua própria bandeira, portanto, Douglas teve que ser um estandarte cavaleiro.
Barbour does states Douglas and others were knighted on the field of the Battle of Bannockburn , "each in their own degree" which would seem to say that not all were knights bachelor. Barbour afirma: Douglas e outros foram feitos cavaleiros no campo de batalha de Bannockburn ", cada um em seu próprio nível", que parecem dizer que nem todos os cavaleiros eram solteiros.
Others believe that he was knighted late in his career. Outros acreditam que foi condecorado no final de sua carreira. There is disagreement on the point. Há discordância sobre este ponto.
Traditional Scottish accounts state that during the battle, Thomas Randolph commanded the vanguard, the left wing though nominally led by the young Walter Stewart was commanded by his cousin Douglas, Edward Bruce took the right wing, and King Robert the rearguard. However contemporary English accounts state that the Scottish army consisted of three units, so the idea that Douglas and Stewart commanded a unit could be later invention or the English account is simply mistaken. Tradicional estado de contas escocesa que durante a batalha, Thomas Randolph comandou a vanguarda, a ala esquerda embora nominalmente liderada pelo jovem Walter Stewart foi comandado por seu primo Douglas, Edward Bruce teve a ala direita, e Rei Robert na retaguarda. No entanto o estado de contas Inglês que o exército escocês consistia em três unidades, de forma que a idéia de que Douglas e Stewart comandou uma unidade poderia ser posterior a invenção ou a conta de Inglês é simplesmente equivocada.
Once the English army was defeated Douglas requested the honour of pursuing the fleeing Edward and his party of knights, a task carried out with such relentless vigour that the fugitives, according to Barbour, "had not even leisure to make water." Uma vez que o exército Inglês foi derrotado Douglas solicitou a honra de perseguir a fuga de Edward e seu grupo de cavaleiros, uma tarefa levada a cabo com vigor tão implacável, que os fugitivos, segundo Barbour ", ainda não tinha lazer para tornar a água."
In the end Edward managed to evade Douglas by taking refuge in Dunbar Castle . No final Edward conseguiu escapar de Douglas, refugiando-se no Castelo de Dunbar .
Bannockburn effectively ended the English presence in Scotland, with all strongpoints – outwith Berwick – now in Bruce's hands. Bannockburn terminou eficazmente a presença Inglêsa na Escócia, com todos os pontos fortes – fora de Berwick - agora em mãos de Bruce.
It did not, however, end the war. Não, porém, o fim da guerra. Edward had been soundly defeated but he still refused to abandon his claim to Scotland. Edward tinha sido derrotado, mas ele ainda se recusava a abandonar suas pretensões para a Escócia. For Douglas one struggle had ended and another was about to begin. Para Douglas uma luta tinha terminado e outra estava prestes a começar.
Cont. ...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
HERÓIS DA ESCÓCIA - JAMES DOUGLAS - Parte.2
With the help of local farmer Thomas Dickson, a former vassal of his father, Douglas and his small troop were hidden until the morning of Palm Sunday, when the garrison left the battlements to attend the local church.
domingo, 26 de junho de 2011
HERÓIS DA ESCÓCIA IV - JAMES DOUGLAS - Part.1
mulo de Sir James, Kirk's Bride St, Douglas.Nasceu: c.1286 c.1286 Lanarkshire , na Escócia
Morreu: 1330 ( 1331 ) 1330 (1331) Batalha de Teba , Andalucia
Profissão: Lider Escocês de Guerrilha e General , durante a Guerra da Independência Escocesa
Filhos: William IV, Lord of Douglas , Archibald the Grim
Escudo das armas de Sir James o Bom
O poeta e cronista John Barbour nos fornece um retrato a pena do Douglas Black, entre os primeiros do gênero na história da Escócia;But he was not so fair that we
Should praise his looks in high degree .
In visage he was rather grey;
His hair was black, so I heard say,
His limbs were finely made and long,
His bones were large, his shoulders strong,
His body was well-knit and slim
And those say that set eyes on him,
When happy, loveable was he,
And meek and sweet in company,
But those with him in battle saw
Another countenance he wore!
Douglas was sent to France for safety in the early days of the Wars of Independence, and was educated in Paris.
For Douglas, who now faced life as a landless outcast on the fringes of feudal society, the return of his ancestral estates was to become an overriding consideration, inevitably impacting on his political allegiances.
How the English tyrant forcibly Como o tirano Inglês pela força
Has dispossessed me of my land; Desapossou-me de minha terra;
And you are made to understand E se fazem entendender
That the earl of Carrick claims to be Que o conde de Carrick afirma ser
The rightful king of this country. O legítimo rei deste país.
The English, since he slew that man, O Inglês, já que ele matou esse homem,
Are keen to catch him if they can; Estão ansiosos para pegá-lo, se puderem;
And they would seize his lands as well E eles iriam aproveitar suas terras, bem
And yet with him I faith would dwell! E ainda com ele a fé que vivem!
Now, therefore, if it be your will, Agora, portanto, se for sua vontade,
With him will I take good or ill. Com ele eu vou ter o bem ou mal.
Through him I hope my land to win Através dele espero a minha terra para ganhar
Despite the Clifford and his kin. Apesar dos Clifford e seus parentes.
And thus began their friendship true E assim começou a verdadeira amizade
That no mischance could e'er undo Que azar não poderia desfazer
Nor lessen while they were alive. Nem diminuir, enquanto eles estavam vivos.
Their friendship more and more would thrive. Sua amizade cada vez mais iria prosperar.
Douglas was set to share in Bruce's early misfortunes, being present at the defeats at Methven and Battle of Dalrigh . Douglas foi criado para compartilhar o início de infortúnios de Bruce, que está presente na derrota na Batalha de Methven e de Dalrigh . But for both men these setbacks were to provide a valuable lesson in tactics: limitations in both resources and equipment meant that the Scots would always be at a disadvantage in conventional Medieval warfare. Mas para ambos os homens foram estes contratempos que forneceram uma valiosa lição de táctica: as limitações de recursos e equipamentos fizeram com que os escoceses estivessem sempre em desvantagem na guerra medieval convencional. By the time the war was renewed in the spring of 1307 they had learnt the value of guerrilla warfare – known at the time as 'secret war' – using fast moving, lightly equipped and agile forces to maximum effect against an enemy often locked in to static defensive positions. Até o momento em que a guerra foi renovada na primavera de 1307 eles tinham aprendido o valor de guerrilha - conhecido na época como "guerra secreta" - usando movimentos rápidos, levemente equipados e as forças ágeis para um efeito máximo contra um inimigo muitas vezes preso a estáticas posições defensivas.
terça-feira, 14 de junho de 2011
HEROIS DA ESCÓCIA III - ROBERT THE BRUCE - ROBERT I DA ESCÓCIA
IntroduçãoRobert Bruce VII, também conhecido como Robert I (Roibert a Briuis, em irlandês médio; Raibeart Bruis, em gaélico escocês; Robert de Brus ou Robert de Bruys em anglo-normando; Robert the Bruce em inglês moderno), rei da Escócia, nasceu nas terras ancestrais da família Bruce, provavelmente no castelo de Turnberry, em Ayrshire, em 11 de julho de 1274 e morreu em 7 de junho de 1329), tendo se auto-coroado rei da Escócia em 1306. Está sepultado na Abadia de Dunfermline. Seu nome Bruce deriva do normando de Brus ou de Bruys, que vem de Brix, próximo a Cherbourg, na Normandia. Sua família já era bastante antiga. Robert I era protegido de Henrique I (1100-1135), rei da Inglaterra.
Robert Bruce VII foi um dos mais famosos e corajosos guerreiros de sua geração. Comandou os escoceses durante as Guerras de Independência Escocesa contra o domínio esmagador da Inglaterra. Reivindicou o trono na qualidade de descendente (sexta geração) de Davi I da Escócia. Era o segundo conde de Carrick, para se distinguir do pai e do avô, que tinham o mesmo nome; ele é frequentemente referido como Robert Bruce VII, já que todos os primogênitos tinham o nome de "Robert". No fim da vida, doente, refugiou-se no castelo de Cardoss, na margem norte do Firth of Clyde. Era neto de Robert Brus V "o Nobre" ou "o Velho Pretendente" que, em 1286, quando morreu Alexandre III, tinha sido pretendente ao trono contra Balliol e contra os Comyn, poderosa família da época, que controlava grande parte da administração escocesa na corte.
Primogênito, foi o sétimo senhor de Annandale e Rei da Escócia em 1306. Seu pai, também chamado Robert Bruce, conhecido como Robert Bruce VI (1253-1304), senhor de Annandale, cujas terras sua família comandava havia gerações, era também conde de Carrick por direito de sua esposa, com quem se casou em 1271 e era senhor do castelo de Turnberry também pelo direito da esposa. O Condado de Carrick, no sudoeste da Escócia, não existia com esse nome até 1186. Toda a região sudoeste da Escócia era denominada Galloway, e era povoada por descendentes dos Pictos, possuindo um governo próprio (um rei ou sub-rei). Em 1186, para resolver um problema de herança e sucessão, Galloway foi amputado para que surgisse o condado de Carrick.
A juventude do futuro rei foi igual àquelas que são ensinadas aos jovens nobres e cavaleiros. Conviveu com as duas culturas reinantes naquela época: a gaélica, já que sua mãe descendia desse povo e as terras de Carrick eram gaélicas havia gerações, e com a anglo-normanda, que, vinda da Inglaterra, influenciava a Escócia. As duas casas reais tinham um longo passado de parentesco e a Escócia era vista como a irmã pobre da ilha, mais atrasada e rural do que a Inglaterra. Robert com certeza viajava muito com o pai entre as terras e castelos da família, Lochmaben em Annandale e Turnberry e Loch Doon em Carrick, passando temporadas nas terras inglesas, o que era comum, pois muitos lordes possuíam terras na nação vizinha. Robert também frequentou a corte de Eduardo I desde muito jovem por influência do pai, e jurou fidelidade ao rei inglês em 1296 enquanto conde de Carrick pois era costume no sistema feudal. Além disso, ele combatia o clã dos Balliol, que competiam com os Bruces pelo trono. Renovou o voto de homenagem mais tarde em Carlisle. Muito provavelmente era letrado e falava o latim, língua da igreja católica, o francês, falado constantemente na Inglaterra, e o gaélico escocês. Devia ser treinado nas artes cavalheirescas, na espada e na luta corporal.
Os Bruces são um interessante anacronismo. Eles absorveram aspectos de diferentes culturas, em especial da gaélica, de onde Robert tinha ascendência até seis gerações. Havia algumas similaridades entre a vida gaélica e a anglo-normanda que muito certamente definiram o jeito de ser do futuro rei: ambas toleravam certa violência e as duas davam grande valor à lealdade aos seus senhores e à sua identidade.
A Maldição
Esta é uma história curiosa da família Bruce. Diz-se que Robert Bruce II, em 1148, recebera a visita em seu castelo do santo irlandês Malachy O'More, arcebispo da igreja cristã irlandesa, e que passava pela Escócia a caminho de Roma. Bruce então o acolheu em seu castelo e durante a visita, Malachy tomou partido de um ladrão que Robert tinha condenado à forca, pedindo que sua vida fosse poupada. Ao fazer isso, Bruce recebeu a bênção de Malachy. Porém, na manhã seguinte, Malachy viu o corpo do ladrão balançando na forca no pátio do castelo e notou que Robert o enforcara sem piedade, mesmo o tendo poupado no dia anterior. O arcebispo não teve dúvidas. Revogou a bênção e lançou uma maldição contra a família, suas terras e seus domínios. Não se sabe o teor da maldição, no entanto é histórico o fato de que três herdeiros de Robert II morreram em seguida. Outros casos de azar assolaram a família Bruce pelas gerações seguintes, como o castelo de Annandale sendo levado pelas águas da chuva, perdas de colheitas, mortes de filhos e filhas. Sendo ou não verdadeira, a maldição perseguiu os herdeiros dos Bruce por muito tempo.
A morte de Alexandre III
A Escócia tinha sido um reino independente, apesar dos problemas e vinha aos poucos tentando se igualar ao seu vizinho na ilha quando em 18 de março de 1286 o rei Alexandre III morreu ao sofrer uma queda de seu cavalo. O rei tinha morrido deixando o trono vago, pois seu herdeiro também estava morto. Apesar das alegações da rainha Yolande de estar grávida, logo confirmou-se que o único herdeiro vivo do trono era a neta de Alexandre, Margarida, a Donzela da Noruega,(ou, em inglês: Margaret) de três anos, filha do rei Érico II da Noruega, com a filha de Alexandre, também chamada Margarida (ou, em inglês: Margaret), já morta.
Para preservar o trono e a ordem, os nobres escoceses pediram ajuda ao rei Eduardo I da Inglaterra, conhecido como Longshanks, cruel além da medida com os escoceses. Possivelmente, no cenário trágico que todos viviam, ele era o único capaz de manter a ordem até o trono ser ocupado.
Para achar um possível rei, os nobres e a igreja escocesa voltaram-se para os registros de antigos reis e rainhas para descobrir competidores. Duas famílias despontaram na escolha: os Balliol e os Bruces. Os Balliol descendiam de uma das netas do rei David I (1124-1153), chamada Margaret. Os Bruces descendiam de Isabel, também uma das netas de David I. A questão era quem tinha maior possibilidade de ser rei, já que ambos tinham fortes laços de parentesco com a coroa. A briga pela sucessão começou com John Balliol e Robert Bruce V, "o Nobre". Este, no entanto, morreu em seguida, passando para seu filho Robert Bruce VI, pai do futuro rei, a incumbência de conseguir o trono. Enquanto o trono estava vago, vários guardiões mantinham a administração.
A 17 de novembro de 1292, Eduardo I favoreceu John Balliol ao trono, encerrando a questão, trazendo ira aos Bruces e seus aliados. Em 30 de novembro, Balliol foi coroado rei com ampla pompa e falta de apoio dos Bruces, que se retiraram para suas terras logo em seguida. Porém, para alívio de Robert, as relações entre Balliol e Eduardo eram precárias. Na guerra contra a França, Eduardo pedira o envio de homens, armas e suprimentos, que Balliol prontamente negou. Além disso, os Bruces se negavam a renovar os votos com o rei e de pagar tributos, e Balliol confiscou as terras da família em 1289. Balliol buscou ajuda com Filipe da França contra Eduardo I.
Robert de Bruce. ( foto)

Conflitos começaram a ocorrer entre aliados dos Balliol e dos Bruces, o que acendeu o pavio da guerra pela independência. Eduardo I se viu obrigado a combater os Balliol, e os Bruces apoiaram, pois se recusavam a lutar pelo rei que julgavam ilegítimo. A esperança de Robert Bruce VII, que se tornara senhor de todas as terras da família com a morte do pai em 1304, era de ser coroado rei logo que Balliol caísse. Eduardo I, no entanto, não tinha intenção de colocar rei algum sobre a Escócia, a não ser ele mesmo.
Em 1296 várias coisas aconteceram a Robert Bruce VII: seu pai lhe passara o condado de Carrick; ele casou-se com Isabel de Mar, filha do Conde de Mar e meses mais tarde teve uma filha chamada Marjorie.
Ao norte, em Lanark, William Wallace atacou e matou William Hesilrig, xerife inglês na região e então o levante popular começou. Wallace era filho de um cavaleiro da coroa, ao contrário do que dizem algumas fontes de que ele era um plebeu. Pouco depois, com seus vassalos Carrick, Bruce uniu-se à revolta de William Wallace. Os ingleses começaram a tomar vários castelos pelo país, entre eles alguns importantes como Edimburgo e Berwick. O que fez Bruce ir contra a família, arriscando sua fortuna e suas terras não se sabe, no entanto, o movimento de Wallace perdeu apoio dos nobres, mesmo com vitórias como na batalha de Stirling.
Obrigado a capitular em 1297, submeteu-se outra vez. Quando Wallace renunciou à Guarda da Escócia, Bruce e um sobrinho de Balliol, John "Red" Comyn o substituíram como guardiães conjuntos. Foi nomeado em 1298 um dos quatro guardiães da Escócia (1298); não lutou contra Eduardo até o levante final de 1306 e esteve mesmo ao lado de Eduardo I em 1304 - mas parece ter tido então contatos com os defensores da causa nacional.
A Guerra da Independência
Uma das batalhas mais decisivas teve lugar em 1302. Teve lugar não na Escócia mas em Flandres quando em Courtrai, a cavalaria francesa foi completamente destruída por um exército de soldados da infantaria flamenga armados de lanças que enfrentaram os cavaleiros antes de os massacrar. A batalha foi decisiva porque os escoceses não estavam ganhando sua guerra contra os ingleses mas Eduardo lutava em duas frentes, e achava cada vez maiores dificuldades. Diversas campanhas inglesas na Escócia só haviam conseguido destruir pela fome seus exércitos invasores. Mas com o rei francês sem exército, pedindo paz a Eduardo, os escoceses só tinham uma opção: enfrentar ou render-se. Para crédito
seu, enfrentaram os ingleses até 1305.Estátua equestre de Robert de Bruce. (foto)
Seis meses depois da execução da Wallace, a rebelião ainda persistia na Escócia e o homem que se encarregava disso era Robert Bruce, conde de Carrick, senhor ou Lord of Annandale. Desde a morte do pai herdara seu direito ao trono, e estava disposto a se impor pela força. Sua família tinha laços com os magnatas do norte e ao sul da fronteira. A Abadia de Guisborough na Nortúmbria tinha sido fundada pelos Bruce. Como competidor, Bruce tinha laços na corte inglesa e propriedades extensas na Inglaterra: aplicava a lei como «justiciar» em nome do rei Eduardo, no norte da Inglaterra. Seu filho também tinha laços com a corte inglesa e durante certo tempo chegou a ser guardião do castelo de Carlisle. O jovem Robert Bruce cresceu na corte de Eduardo e tinha muito conhecimento dela, e era ainda um favorito do rei Eduardo. Entretanto, era conhecido por seu temperamento duro, e tinha a sensação que sua família tinha sido privada da coroa escocesa. Nos anos iniciais da rebelião, Bruce hesitava ao perceber que queria lutar pela Escócia, consciente de que qualquer luta teria que ser travada em nome de Balliol. E, assim como a maior parte dos magnatas escoceses, mudou de lado em mais de uma ocasião, segundo soprassem os ventos. No início de 1306, porém, as coisas tinham mudado.
Um incidente decidiu seu futuro: a altercação em 1306 com John "Red" Comyn, senhor de Badenoch sobrinho de John Balliol, rival com direitos ao trono. Diz-se que, buscando uma reconciliação, apunhalou-o impulsivamente em Dumfries em 10 de fevereiro de 1306 dentro da igreja dos frades menoritas (franciscanos). Depois disso, retornou ao acampamento de Eduardo em busca do perdão mas foi outra vez proscrito e excomungado pela Igreja. Teve que fugir e se esconder numa caverna, numa ilha da costa da Irlanda. Era o chefe da família e enfrentava uma crise. Estava em Londres quando soube que John "Red" Comyn, senhor de Badenoch, tinha desvendado ao rei Eduardo um complô que Bruce tecia para obter o trono. Bruce fora avisado e pôde escapar. Por isso o encontro na igreja em Dumfries, mas o assassinato mudou dramaticamente sua situação. A opção que lhe restava era lutar pelo trono o mais depressa possível e lidar como rei com a ira dos Comyn. Decidiu ir para Scone, passando por Glasgow para ser absolvido do assassinato sacrílego.
Coroação
Estátua de Bruce perto do Castelo de Stirling. (foto)

Tornando-se campeão da nação escocesa, Bruce fez-se coroar em 27 de março de 1306 em Scone. Dois meses depois foi coroado em Scone outra vez pela condessa de Buchan Isabella MacDuff, a viúva de John Comyn, conde de Buchan (1260-1306), primo do assassinado John "Red" Comyn, senhor de Badenoch. Isabella era filha de Duncan III, conde de Fife, do partido oposto; e como representante de seu irmão ainda criança (o futuro Duncan IV de Fife), ela coroou Bruce. Por causa disso, os ingleses a prenderam em uma gaiola de ferro em Berwick Castle, e soltaram-na apenas em troca de Humphrey de Bohun. Os Condes de Buchan, de início, estavam unidos ao condado de Mar. Alexander Comyn (1235-1290), dos mais poderosos, herdou enormes propriedades em Galloway, Fife e Lothians e o cargo de condestável ou constable por direito da mulher. Era um dos magnatas que em 1283 se comprometeram a manter a sucessão da coroa de Margarida da Escócia e um dos seis Guardiães nomeados na morte de Alexandre III da Escócia em 1285. Seu filho John tinha sido um dos nomeados por Balliol em 1291 e lutou contra Robert Bruce até dezembro de 1307 e de novo em maio de 1308, quando foi derrotado, depois do que se retirou para a Inglaterra, quando suas propriedades e honras na Escócia foram confiscadas.
Luta para manter o trono
Assim, apressadamente coroado em Scone, Robert foi derrotado pouco depois por uma pequena tropa inglesa em Methven, nos arredores de Perth. Mandando para o norte sua esposa e sua irmã, Bruce fugiu para o oeste com o que restava de seus homens. Ajudado por pequeno número de homens resolutos, enfrentou as forças inglesas que o perseguiam, controlando logo o sudoeste do país. Mas nem tudo eram rosas pois foi derrotado de novo por Lame John MacDougall em Dal Righ em Argyll, e fugiu para as ilhas.
Desconhece-se onde passou o inverno de 1306 para 1307 pois se nomeiam ilhas, desde Rathlin, no norte da Irlanda, a Orkney. Deve ter ficado em uma das Hébridas, talvez em terras de Angus og Macdonald, pois certamente sua esposa e sua irmã estavam tentando escapar num barco quando foram capturadas no castelo de Kildrummy e presas.
A guerra de independência durou de 1306 a 1314 e Bruce, de chefe da guerrilha, passou a líder nacional, apesar do pouco valor do direito ao trono. Suas maiores derrotas aconteceram em Perth (diante de um exército inglês), Methven e em Dalry, diante do senhor ou Lord de Argyll, parente do assassinado Comyn. A situação de início não lhe foi favorável, pois o reino era pisado pelas tropas inglesas e o norte da Escócia lhe era hostil. Mas durante o inverno, fez seus planos para o futuro e em 1307 sua sorte mudou, pois derrotou em maio os ingleses em Loudoun.
1307 foi o ano chave na luta escocesa pela independência. Bruce desembarcou em Turnberry, encontrando a área coberta de tropas inglesas. Soldados chefiados por seus irmãos mais novos foram capturados e decapitados. E repentinamente, a sorte - na colina de Loudon em Lanarkshire, Bruce venceu soldados ingleses. Eduardo, zangado, tinha ordenado a campanha para vencer Bruce mas estava doente e o exército marchou para o norte mas não chegou à Escócia. O rei Eduardo morreu nos arredores do rio Solway amaldiçoando os escoceses. Ordenou que ser cadáver fosse fervido e os ossos carregados com os soldados. Mas seu filho Eduardo II, mais pragmático, sem a força do pai, marchou rumo ao sul, para Londres.
Bruce resolveu capturar sua casa, o castelo de Turnberry e atacou o inimigo ali entrincheirado, por surpresa, tomando cavalos, armas, alimentos e soube então que três irmãos, sua esposa, irmã e filha estavam presos pelos ingleses. Embora rei, ainda não era apoiado pela maior parte dos aristocratas e teve que disputar castelo a castelo para expulsar os ingleses das terras da Escócia. Por sua perseverança, em 1324 tinha todos os castelos da Escócia em suas mãos, exceto o de Stirling. Um combate nas encostas do Ben Cruachan em Argyll derrotou os MacDougalls e chegou a vez dos Comyns. Na parte final de 1307 e durante 1308, as terras dos Comyns em Buchan e Badenoch foram devastadas e queimadas, depois confiscadas e oferecidas a partidários do rei.
Bruce reuniu seu primeiro Parlamento e depois de suas grandes vitórias em 1310-1314 teve o controle do norte, dos castelos de Edimburgo e Roxburgh. Stirling era agora o único bastião inglês ao Norte.
Bannockburn
Bruce em revi
sta às tropas antes da batalha de Bannockburn. (foto)No combate aos ingleses, ajudaram-no a incapacidade, o desinteresse, os problemas políticos de Eduardo II. Não houve mais invasão inglesa efetiva até 1314. Obteve o apoio da Igreja, destruiu a influência dos rivais, e afinal conseguiu expulsar os ingleses: derrotou em 1314 em Bannockburn o exército de Eduardo II que tentava perfurar o bloqueio ao castelo-fortaleza de Stirling. Stirling deveria, por acordo firmado com os homens que o guarneciam, ser entregue à Escócia no verão de 1314, mas os ingleses conseguiram levantar tropa e avançar para Stirling quando foram aniquilados por Bruce com um exército três vezes menor. Essa vitória espetacular de 24 de junho de 1314 em Bannockburn, perto do castelo de Stirling, sobre o exército inglês de 10 mil cavaleiros e 50 mil infantes não acabou a guerra [que só teria fim em 1328] mas decidiu a guerra civil escocesa, deixando-o sem rivais. A Inglaterra ficou paralisada por dez anos.
Depois de 1318, todos os grandes proprietários escoceses tiveram que decidir quais propriedades manteriam e jurar fidelidade ao rei apropriado - se quisessem ter suas terras escocesas, teriam que abandonar as propriedades na Inglaterra - ou o contrário. Nesse ano o Parlamento escocês passou um decreto segundo o qual se o rei morresse sem filhos, seu neto Robert Stewart seria seu sucessor - mas nasceu-lhe um outro filho, David II Bruce, em 1324.
A «Declaração de Arbroath» em 1320, reafirmação da independência da Escócia composta por seu chanceler Bernard de Linton, e uma missão a Avignon, persuadiram afinal o papa João XXII a reconhecê-lo como o rei da Escócia em 1322. A declaração é conhecida também como a primeira carta de direito de uma nação, tendo inspirado a Revolução Francesa.
Robert invadiu ainda duas vezes a Inglaterra e em 1323 concluiu com o rei Eduardo II uma trégua por treze anos. Quando Eduardo III subiu ao trono inglês em 1327 houve nova guerra, e os ingleses foram outra vez vencidos. Em 1328 assinaram os dois países o Tratado de York ou de Northampton, que reconhecia a independência da Escócia e o direito que tinha Bruce de nomear herdeiro ao trono. Roberto se aproveitou da subida ao trono do jovem rei para forçar o tratado, mas pouco depois morreu.
Morte
Máscara mortuária de De Bruce.
(foto)Quando a notícia de sua morte chegou à Inglaterra, a Escócia era livre e reis escoceses podiam ser ungidos. Bruce conseguiu mais em seu reino do que numerosos reis anteriores, pois conseguira unir um reino sob suas mãos. A partir de então, cessaram os conflitos de lealdade nos homens dos dois lados da fronteira entre os dois países. Foi graças a Bruce que a Escócia não desapareceu da história. Se Bruce não tivesse se empenhado na independência, muito provavelmente a Escócia não existiria hoje como país.
Como sempre quisera partir em Cruzada, quando morreu seu coração foi posto num cofre de prata e guardado por Sir James Douglas, que planejava uma Cruzada à Terra Santa. Douglas, a caminho, uniu-se às tropas do rei de Castela e morreu em luta contra os mouros. Antes de morrer, jogou o cofrezinho no meio do alvoroço da batalha e gritou: "Vá adiante, coração valente, como sempre fez e eu o seguirei ou morrerei!" O cofre foi recuperado e voltou à Escócia.
No final de sua vida, vê-se que Bruce conseguira aquilo pelo qual lutara. A Escócia, de novo um reino independente, o relembrará sempre como o Bom Rei Roberto e seu triunfo em Bannockburn é o legado que une os escoceses em qualquer lugar onde se achem. A Escócia nunca mais foi conquistada. O legado final de Bruce foi confirmar a Escócia como nação separada e distinta, não apenas um reino mas uma comunidade, um povo, no fim de tudo uma nação. Deixou o reino mais forte do que nunca, com parlamentos sendo regularmente convocados, impostos recolhidos, e botim inglês enchia os cofres. Havia paz entre os magnatas (uma conspiração descoberta foi tratada com severidade e os traidores punidos) e o serviço devido ao rei pelos barões regularizado e em ordem - uma grande melhora, em comparação com o passado.
Sua família
A irmã mais velha de Roberto, Isabel Bruce (c. 1272-1358), foi rainha da Noruega por seu casamento em 1293 com o rei Érico II da Noruega Prestehater. Foi, assim, madrasta de Margarida, a donzela da Noruega.
Outra irmã, Mary Bruce (c. 1273-1323), foi feita refém dos ingleses durante as guerras de independência da Escócia (assim como sua irmã Cristina, a condessa Isabella MacDuff, e também Marjorie e Elizabeth de Burgh, respectivamente filha e segunda esposa de Robert the Bruce). Mary foi libertada provavelmente em 1314. Casou-se duas vezes, a primeira com Sir Neil Campbell de Lochow, e a segunda com Sir Alexander Fraser, que morreu na batalha de Dupplin Moor em 1332.
Um irmão de Roberto, Eduardo Bruce (?-1318), que recebeu do irmão o título de conde de Carrick em 1313, foi por pouco tempo rei da Irlanda, entre 1316 e 1318.
Outros irmãos foram Nigel, Alexandre e Thomas, os quais apoiavam o irmão Roberto em sua pretensão ao trono da Escócia. Nigel foi preso, trazido a Berwick e decapitado em 1306. Alexandre era religioso, foi deão de Glasgow. Ele e Thomas também foram capturados e decapitados em 1307.
Outra irmã, Cristina Bruce (?-1357), casou-se três vezes. A primeira vez com Gartnait (? - 1305), (irmão da primeira esposa do rei Roberto I) filho de Donald, 6º conde de Mar; a segunda vez com Sir Christopher Seton (morto em 1306 em Dumfries). Feita refém dos ingleses, foi enviada a um convento. Depois de libertada, casou-se terceira vez com Sir Andrew Murray de Bothwell (1298-1338), duas vezes escolhido para ser Guardião da Escócia.
Roberto teve mais três irmãs: Matilda (ou Maud) foi a primeira esposa de Sir Hugo de Ross, conde de Ross. Margaret foi casada com Sir William de Carlyle. Outra irmã, cujo nome se desconhece, foi casada com Thomas Randolph de Strathdon.
Casamento e posteridade
De Bruce e Eliza
beth de Burgh. (foto)Roberto casou-se a primeira vez em 1296 com Isabel de Mar, filha de Donald, 6º conde de Mar, um grande apoiador da luta de Bruce pelo trono escocês. Isabel não foi rainha da Escócia, pois faleceu antes do marido tornar-se rei, em 1296 após dar à luz a única filha do casal:
Marjorie, casada com Walter Stewart, 6º Grande Steward ou senescal da Escócia. O filho deles tornou-se o rei Roberto II da Escócia, sucedendo ao tio David II.
Roberto casou segunda vez, em 1302, com Elizabeth de Burgh (?-1327), filha de Richard de Burgh, 2º conde de Ulster e 3º Barão de Connaught, chamado o "Conde Vermelho", um dos mais poderosos nobres irlandeses do final do século XIII e início do século XIV. Tiveram quatro filhos:
John (que faleceu pequeno)
Margaret, casada com Guilherme Sutherland, 5º conde de Sutherland
Matilda, casada com Thomas Isaac
David II Bruce ou David II da Escócia, que ainda criança sucedeu ao pai no trono. Entretanto, faleceu sem filhos e foi sucedido pelo sobrinho Roberto II.
Roberto também foi pai de diversos filhos ilegítimos, dentre os quais:
. Sir Robert, que morreu a 12 de agosto de 1332 na batalha de Dupplin Moor
. Walter
. Niall
. Margaret, casada com Robert Glen
Os descendentes de Roberto I da Escócia incluem todos os monarcas escoceses posteriores (exceto o usurpador Edward Balliol) e todos os futuros monarcas britânicos desde a União das Coroas em 1603.





