terça-feira, 2 de abril de 2013
VIAGEM À IRLANDA E INGLATERRA, - ROTEIRO 2
Atendendo solicitações feitas através do face, vou publicar os roteiros para excursões à Irlanda e Inglaterra, bem como os contatos para que sejam efetuadas. Quero deixar claro, que o blog não é responsável por nenhuma das informações prestadas pelas empresas de turismo e nem está recebendo qualquer forma de pagamento ou estímulo em divulgar, ok?
A decisão foi tomada apenas, para ilustrar e tirar dúvidas dos leitores sobre os roteiros oferecidos para que possam escolher, dentre as muitas opções, aquela que melhor lhes convier.
Então vamos lá!
ROTEIRO 2
Nilton Schutz - 21 Dias - Inglaterra e Irlanda - 30/08/2013
INGLATERRA E IRLANDA – 21 DIAS
ACOMPANHAMENTO: PROFº NILTON SCHUTZ
2013
30 DE AGOSTO – ( 6º FEIRA) – SÃO PAULO / LONDRES
Comparecimento ao aeroporto Internacional de São Paulo / Guarulhos,as 13h30 para embarque no vôo BA 246, da Cia. Aérea Britsh Air Ways com destino a Londres, horário previsto de saída as 16h15.
31 DE AGOSTO – (SÁBADO) – LONDRES
Chegada as 07h20. Recepção e traslado ao Hotel Thistle City Barbican – categoria 3*** sup, ou similar, acomodação e saída para visitar “O Temple Bar”, a A Igreja de Saint George Bloomsbury e o “Freemasons Hall” (Memorial ao soldados maços que morreram durante a I guerra Mundial), a Igreja Saint Pancras Church. terminando o dia com visita ao Museu Britânico . Retorno ao hotel. Jantar e pernoite.
01 DE SETEMBRO – (DOMINGO) – LONDRES
Café-da-manhã e saída para realizar passeio de dia inteiro, com guia falando idioma português – visitando Picadily, Trafalgar, St. Paul, Torre de Londres, Abadia de Westminister, Bigbem, Palácio de Buckingham, Museus de Kensington, Royal Albert Hall, Harrods e monumentos. Retorno ao hotel. Jantar e pernoite.
02 DE SETEMBRO – (2ª FEIRA) – LONDRES / BATH
Café-da-manhã e traslado com destino a Bhat. Chegada e acomodação no Hotel Holiday Inn Express, de categoria 3* sup, ou similar. Restante do tempo livre. Jantar e pernoite.
03 DE SETEMBRO – (3ª FEIRA) – BATH/ STONEHENGE/BATH-
Café-da-manhã e saída para Stonehenge – dia inteiro de passeio com guia falando idioma português. Stonehenge é um centro cerimonial neolítico. Monumentos magnéticos, Centro druida utilizado como lugar de observação dos astros. Observatório de Greenwich. Os Celtas honravam as energias tanto do Sol, como da Lua – local onde a lua “dança continuamente pela noite adentro, desde o equinócio vernal até o surgir das Plêiades”, de acordo com o historiador grego Diodorus Siculus. Retorno no final da tarde ao hotel em Bath. Jantar e pernoite.
04 DE SETEMBRO – (4ª FEIRA) – BATH/ GLASTONBURY/ BATH
Café-da-manhã e saída para um dia inteiro de visita a Glastonbury, com guia falando idioma português. A lenda sustenta que neste lugar se ergueu a primeira igreja cristã do ocidente; santuário mágico nos tempos megalíticos. A herança espiritual de Glastonbury é rica de mitologia, misticismo, que pode nos transportar a planos superiores, pois foi o local em que o essênio José Arimatéia, depositou o Santo Graal. Os Celtas consideravam esse local como porta de acesso ao “outro mundo”, assim como a localização mística da Ilha de Avalon. Visitas: Abadia de Glastonbury, Tor, Chalice Well – o Manancial do Cálice – Reconectando-nos com a Terra Sagrada. Retorno no final da tarde ao hotel em BATH. Jantar e pernoite.
05 DE SETEMBRO – (5ª FEIRA) – BATH/ AVERBURY / BATH
Café-da-manhã e saída para um dia inteiro de visitas a Averbury, com guia falando idioma português. Os vários círculos de pedras da cidade são um dos maiores monumentos neolíticos. Uma parte da cidade, até mesmo um pub fica dentro do monumento. A estrada local faz uma intersecção com o monumento, e os visitantes podem caminhar entre as pedras. Avenidas de pedras, que se cruza em Averbury, definem dois lados de um triangulo, designado como um Patrimônio Mundial. Retorno no final da tarde a BATH, jantar e pernoite.
06 DE SETEMBRO – (6ª FEIRA) – BATH/ LONDRES/ DUBLIN
Bem cedo (aproximadamente a 05h00) saída até o aeroporto de Londres para embarque com destino a Dublin, vôo BA 834, com horário previsto de saída as 10H25. Chegada a Dublin as 11h40, Recepção e traslado ao Hotel Hotel Maldron Cardiff Lane de categoria 4*, ou similar. Acomodação, tempo para descanso. Jantar e pernoite.
07 DE SETEMBRO – (SÁBADO) – DUBLIN
Café-da-manhã Irlandês. Descubra esta linda e charmosa cidade onde vive um terço dos irlandeses. Trata-se de uma cidade muito jovem e dinâmica, em processo de crescimento econômico. Dublin tem tudo que uma capital precisa, diversas visitas e experiências culturais interessantes. Deleite-se neste city tour panorâmico e descubra os lados norte e sul do rio. O lado norte nos oferece grandes monumentos civis como o GPO (General Post Office), onde se encontra a estátua de CuChulain (um herói mítico). A estátua foi erigida para comemorar o ano de 1916. Outra atração é a Custom House, nos Gardens of Remembrance, na Parnell Square. Veremos aí uma grande escultura do artista Oisin Kelly, baseada no tema de “Children of Lir” dedicada à memória de todos aqueles que deram suas vidas pela liberdade irlandesa . Children of Lir é a mais famosa lenda irlandesa, é bonita mas também muito triste, os quatro filhos do Rei Lir foram transformados em gansos pela ciumenta madrasta. Visita a Catedral de San Patrick, datada do ano de 1200 (ingresso incluso). O lado sul aparenta ser mais sofisticado com seus vastos “Georgian Squares”, caracterizados pelas portas coloridas, ao longo da rua Grafton e suas lojas de qualidade. A Trinity College também é parte integrante da cidade. Visita a Dvblinia. Ligada à via “Christ Church Catedral”, há uma elegante ponte de pedras. Dvblinia é uma aventura que irá fazer com que fique imerso na história medieval. Um modelo em miniatura de Dublin explica seu nascimento e desenvolvimento. O tour acaba com uma exibição das diferentes atividades no tempo e no mercado interativo. Depois, visita ao Museu Nacional, situado no coração da cidade, num edifício magnífico. Este museu é cheio de tesouros, sua coleção de joalheria pré-histórica em ouro é, sem dúvida, a mais bela da Europa. Outra grande exibição são os inúmeros ornamentos e relíquias de grande beleza dos celtas e dos cristãos antigos. À tarde, tempo livre e retorno ao hotel. Jantar pernoite.
08 DE SETEMBRO – (DOMINGO) – DUBLIN/ ENNISKILLEN / SLIGO
Café-da-Manhã Irlandês Completo – check-out no hotel e saída até Enniskillen, situado entre o baixo e alto Erne, trata-se de uma cidade histórica, almoço incluso, na cidade. A tarde, visita ao Castelo Enniskillen, construído há quase 600 anos pela família gaélica Maguires, que guarda uma das poucas passagens de entrada no Ulster, foi estrategicamente importante através da história. No Século XVII tornou-se um forte militar inglês e mais tarde serviu como parte de um quartel. Chegada a Sligo, acomodação no hotel Glasshouse, cat 4* ou similar. Jantar e pernoite.
09 DE SETEMBRO – (2ª FEIRA) – SLIGO / YEATS COUNTRY / GALWAY
Café-da-Manhã Irlandês Completo, check-out e saída em direção a Galway, ainda pela manhã visita a Creevykeel e Drumcliff. Recentemente restaurado, esta tumba da corte é uma das mais belas de seu tipo. Foi construída por volta de 2500 A.C. e tem muitas lendas a respeito do local. Câmaras foram adicionadas ao seu lado oeste e na idade média foi usada por um Blacksmith como fornos. Visitaremos também o Drumcliff, situado na base do Ben Bulben. Esta montanha com seu estranho topo liso é uma gigante pedra calcária, crescendo na frente do oceano. O famoso poeta W. B. Yeats está enterrado aqui, no cemitério ao redor da pequena e simples igreja, construída nas fundações do monastério St. Columba. Na tumba poderemos ler o epitáfio que o próprio Yeats escreveu. A tarde, visitaremos Carrowmore, este tour é muito belo e não distante da montanha de Ben Bulben. É um cemitério com cerca de 6000 anos de idade, o local é fascinante pela sua paisagem, história, técnicas de enterro e principalmente por suas lendas. Chegada em Galway, acomodação no hotel Clayton , cat. 4* ou similar. jantar e pernoite. A noite, saída para um Pub, (OPCIONAL) sugerimos Moran’s Oyster Cottage, famoso por seus frutos do mar, este pub centenário também possui uma boa cerveja, distante de Galway 18 km.
10 DE SETEMBRO – (3ª FEIRA) – GALWAY / BURREN / LIMERICK
Café-da-Manhã Irlandês Completo – partida em direção a Lime Rick, passando pela Região de Burren County Clare parando para visitar o Dolmen of Poulnabrone. O Burren, parte que forma os 100 km quadrados do Parque Nacional do Burren. É uma região de pedras calcárias que abrangem um total de 300 km que se encontra com o Conty Clare ao noroeste, é composto de pavimentos de pedra calcária que erodiram de maneiras e padrões distintos. O Burren contém dúzias de tumbas megalíticas e cruzes celtas assim como uma ruína de uma abadia datada do século XII. Descobriremos pequenas vilas abandonadas e estradas verdes onde podemos andar milhas sem sequer ver um carro. A flora é uma mistura ártica e mediterrânea, com flores raras como orquídeas por exemplo. O Burren é realmente uma parte excepcional da Irlanda. Visitaremos o Burren to Slieve Carron, onde há uma antiga igreja escondida no bosque, de grande energia. Próximo dela encontraremos uma caverna de ermitão. Seguimos até os Penhascos de Moher para visita. Penhascos de Moher. Situados no oceano Atlântico e circundando a área do Burren, os penhascos são uma das vistas mais espetaculares da Irlanda. Ficam a 230 metros acima do solo no ponto mais alto e tem 8 km de comprimento, num dia claro pode-se ver as Ilhas Aran na baia Galway. O penhasco atinge seu maior ponto ao norte na Torre O´Brien. Cornelius O´Brien é descendente de Brian Boru, que lutou contra os vikings na batalha, ele construiu a torre para que tomasse chá com alguns amigos, esta é adjacente a casa de algumas de suas esposas. Lá também temos um pequeno café, uma loja de souvernirs e um centro para turistas. Seguiremos para Liscannor para visitar o poço de St. Brigida. Existem dúzias de poços na Irlanda, mas este é particularmente diferente. Pessoas de todo o mundo o vão visitar e levar oferendas para o interior da pequena caverna cavada pelo homem. Brigida nunca de fato foi considerada uma santa católica, a bem da verdade conta a lenda que era filha de Dagda, uma figura pagã das mais universais. Brígida foi transformada pela igreja em St. Brigida em 453, ela é a patrona dos fazendeiros e do gado e protetora das casas contra o fogo e a calamidade. Atualmente um dos seus mais famosos nomes em gaélico é Muime Chriosd, “Foster-Mother of Christ”. Chegada a Limerick , acomodação no hotel Absolute cat 4*, ou similar jantar e pernoite.
11 DE SETEMBRO – (4ª FEIRA) – LIMERICK (CASTELOS)
Café-da-Manhã Irlandês Completo - Saída para visitar o Castelo Bunratty e o Parque do Povo e o Castelo do Rei John. O Castelo Bunratty é um dos mais completos e autênticos na Irlanda. Construído em 1425 e pilhado em diversas ocasiões, foi restaurado em 1954 o seu esplendor medieval com mobiliário e tapeçaria trazendo-nos o estilo da época. Nas terras do castelo também temos o Bunratty Folk Park. O Parque do Povo demonstra diariamente como era a vida rural na Irlanda no século XIX. Ele contém casas de fazenda reconstruídas, casas de campo e lojas. Muitos cuidados foram tomados para que as construções fossem o mais autentico possível, incluindo-se mobiliário. É um museu vivo, poderemos visitar uma casa de fazenda, um ferreiro trabalhando, pão sendo assado e diversas outras coisas. Seguiremos para visitar o Castelo do Rei John. O Rei João da Inglaterra teve este castelo construído entre 1200 e 1212, no local de uma antiga fortificação. Construído como uma fortaleza de cinco lados, com quatro torres ao seu redor. Atualmente o castelo e suas casas são uma excelente exibição. Feitas de madeira na entrada, temos diversas estátuas que representam soldados e características do castelo em diferentes tempos. O famoso banquete medieval, servido duas vezes por noite no castelo é um testemunho da cultura e da vida social medieval. As moças no castelo ajudam os convidados mostrando a tradicional hospitalidade irlandesa. O vinho é servido enquanto se é recriada a mágica atmosfera com musica e canções. Nesta noite traslado ao castelo Bunratty para o Jantar medieval de confraternização. Retorno ao hotel em Limerick e pernoite.
12 DE SETEMBRO – (5ª FEIRA) – LIMERICK / A PENINSULA DINGLE
Café-da-Manhã Irlandês Completo - check-out no hotel e saída em direção a Península de Dingle. Esta é a mais ao norte das penínsulas Kerry. Áspera e selvagem, mas ainda assim cultivável, ainda permanece atrelada às tradições. Desde Inch, uma praia longa cercada de dunas (onde foi filmado o filme “Ryan´s Daughter”) poderemos admirar a península de Iveragh e a praia Rossbeigh. Depois de Dingle, o último bastião urbano da língua gaélica. Continuaremos através da montanha Eagle ate os penhascos de Slea Head. Aqui o azul do mar cerca a ilha de Blasket deserta desde 1953. À distância, em dias claros, podemos discernir as duas rochosas ilhas de Skelling, onde poderemos encontrar ruínas de um antigo monastério cristão. No inicio da Irlanda cristã os monges procuravam lugares isolados para se estabelecer, em Dingle vamos visitar o Oratório Gallarus. Construído no século IX este oratório permaneceu intacto através dos séculos devido ao seu excelente trabalho em pedra. A Península Dingle é um lugar encantador com suas vilas pintadas em cores brilhantes e paisagens belas. Pernoite no hotel na Península de Dingle, ou na cidade de Tralee ou Killarney (localizadas no Condado de Kerry) Manor West cat. 4* ou similar. Jantar e pernoite
13 DE SETEMBRO – (6ª FEIRA) PENINSULA DE DINGLE / O ANEL DE KERRY
Café-da-Manhã Irlandês Completo - Parada próxima à Abertura de Dunloe para fotos, seguindo para o Anel de Kerry. O Anel de Kerry (166km) é a mais famosa e panorâmica rota da Irlanda. Na rota ao redor do anel há um impressionante cenário – montanhas, lagos e vistas magníficas do Oceano Atlântico. Deixando Killarney, passando por Killorglin famosa por sua “Puck Fair”, então para Glenbeigh onde a estrada do penhasco nos da visão panorâmica da Peninsula Dingle e sua baia. Continuamos então para Cahirciveen passando pelo local de nascimento do herói nacional Daniel O´Connell. Chegaremos então à cidade de Waterville. Passaremos também por Sneem Village, famosa por suas coloridas casas. Jantar e pernoite no hotel em Sneem Village categoria 4****, ou similar.
14 DE SETEMBRO – (SÁBADO) O ANEL DE KERRY / CIRCULO DA PEDRA DE DROMBERG/KORK
Café-da-Manhã Irlandês Completo – check-out no hotel em Sneem Village e saída até a pitoresca vila de Kenmare, a partir daí pegaremos a estrada da montanha para County Cork. Vista do topo, uma das mais belas, a linda Baia Bantry. Continuando, logo a adiante passando ainda por Skibereen e Clonakilty. Próximo a Clonakilty visitaremos o Circulo de Pedras de Dromberg. Circulo de Pedra de Dromberg. Este grupo de 17 pedras é impressionante, são datadas de 1700 A.C., situadas em forma de circulo. Ao lado das pedras temos um fulacht fiadh que era usado para cozinhar durante a idade do bronze. O curioso é que através deste método de cozinha podia-se ferver 300 litros de água em aproximadamente 18 minutos apenas. Chegada a cidade de Cork acomodação Imperial Hotel cat. 4*, ou similar Jantar e pernoite.
Noite: visita a um pub (OPCIONAL), sugerimos The Long Valley, lugar de visita obrigatória para quem visita a cidade de Cork.
15 DE SETEMBRO – (DOMINGO) CORK (CITY TOUR + CASTELO BLARNEY)
Café-da-Manhã Irlandês Completo - Pela manhã faremos um city tour panorâmico pela cidade. Nos braços do rio Lee, Cork, a terceira cidade da Irlanda, ficando apenas atrás de Dublin e Belfast é dominada pelas águas. A cidade ainda mantém um ar medieval devido às suas ruas estreitas e tortuosas. Cork é uma cidade industrial e um importante centro universitário. Sua arquitetura é do século XIX, construções vitorianas franjem as ruas principais como a St. Patrick´s Street e Grand Parade. Cork é agradável, viva e popular com uma parte antiga como o quarteirão Huguenot, hoje uma área para pedestres repleta de cafés e bares. Algumas largas avenidas com arvores dão à Cork uma aparência elegante assim como o neo-clássico City Hall. Visitaremos agora o Castelo Blarney. Este castelo atrai visitantes de todo o mundo e está situado a 8km da cidade de Cork. Uma forte construção do Lord. McCarthy, construído em 1446 e famoso pela sua pedra – a pedra da eloqüência, que tradicionalmente acredita-se tem o poder de dar o poder da eloqüência a todos que a beijam. Muitas lendas são contadas a respeito da origem da pedra, então, porque não beijá-la e descobrir por si só se a lenda é real? Continuaremos agora ao sul de Cork, com destino a Cobh. Esta cidade começou a se desenvolver no fim do século XVIII quando Cork era usada como porto pelos navios militares britânicos. Milhares de imigrantes irlandeses transitaram por Cobh. Atualmente é uma cidade agradável, suas ruas têm aclives acentuados em direção a um monte, cujo topo tem a bela Catedral de St. Coleman, que possui um carrilhão de 47 sinos. Tempo livre em Cobh. Retorno a cidade de Cork – jantar e pernoite.
16 DE SETEMBRO – (2ª FEIRA) CORK / ROCHA CASHEL / CASTELO LEAP / DUBLIN
Café-da-Manhã Irlandês Completo – check-out no hotel e saída até Dublin. Manhã – visita a Rocha de Cashel -> Provavelmente o local mais fotografado na Irlanda, a Rocha de Cashel é uma das maiores atrações turísticas da Irlanda. Eleva-se sobre a cidade de Cashel em 200 pés, a rocha calcária foi anteriormente o trono dos Reis de Munster. St. Patrick visitou-a em 450 enquanto Brian Boru era coroado o primeiro rei da Irlanda. Á tarde: visita ao Castelo Leap. Foi construído para guardar a passagem de Slieve Bloom para Munster. O curioso é que este castelo tem a reputação de ser o mais assombrado da Irlanda, com direito a fantasma mal cheiroso e mal encarado. Continuaremos até Dublin onde teremos tempo livre o restante da tarde. Acomodação no hotel em Dublin no hotel Jurys Cork Park, cat 4* ou similar, inclui jantar. Noite livre. Visita (OPCIONAL) a um pub – sugestão: Brazen Head, um dos locais mais antigos da Irlanda. O Brazen Head tem mais de 300 anos, mantendo seu estilo e visual como quando criado. Dentre seus ilustres clientes estão: Wolfe Tone, Daniel O’Connel e Robert Emmet.
17 DE SETEMBRO – (3ª FEIRA) - DUBLIN
Café-da-Manhã Irlandês Completo – Saída para visitar a cervejaria “Guiness Storehouse”. A Cervejaria Guiness em Dublin é a maior fabrica de cerveja de malte da Europa e casa da Guiness Storehouse. Aberta em 1904 possui uma planta operacional para fermentação e estocagem da Guiness. Os visitantes descobrirão como se faz uma Guiness, os ingredientes, o processo, o tempo, o oficio e a paixão. A apresentação mostra ainda como foi introduzida no mercado e como hoje é vendida em mais de 150 países. A visita acaba no sétimo andar, no chamado “Gravity Bar”, para experimentar em primeira-mão o elixir da vida, a Guiness. No local há ainda uma loja para lembranças, galeria e área de exibições, um restaurante e dois bares. A Tarde: visita ao um Castelo, Divirtam-se aproveitando as suas instalações e passeio pelos seus belos jardins e em seguida iremos ao Kikea castelo Hotel, ou similar para a ultima noite de hospedagem. Saída para o jantar incluso. Retorno ao castelo Kikea e pernoite.
18 DE SETEMBRO – (4ª FEIRA) - DUBLIN / LONDRES / SÃO PAULO
Café-da-Manhã Irlandês, hospedagem até as 12h00 e em horário oportuno traslado ao aeroporto para embarque no vôo BA 829 com destino a Londres, horário previsto de saída as 16h00 chegada as 17h15 e conexão com o vôo BA 247, saída prevista as 21h50 com destino a Guarulhos / SP.
19 DE SETEMBRO – (5ª FEIRA) - SÃO PAULO - GUARULHOS
Desembarque no aeroporto internacional de São Paulo / Guarulhos,as 05h20 e
FIM DE NOSSOS SERVIÇOS.
PREÇO POR PESSOA EM APTO DUPLO OU TRIPLO US$ 7.990.00 + TAXA DE EMBARQUE US$ 190.00.
SUPLEMENTO PARA APTO INDIVIDUAL = US$ 1.610.00
FORMA PARA PAGAMENTO:
- 08 X (1+7) SEM JUROS COM CHEQUES PREDATADOS
- COM CARTÕES DE CRÉDITO EM ATÉ 10 X IGUAIS, SEM JUROS – VISA, MASTERCARD, AMERICAN EXPRESS CARD, DINERS CLUB.
- A VISTA 5% DE DESCONTO SOBRE O VALOR DO PACOTE – PAGAMENTO CASH (DEPÓSITO BANCARIO OU CHEQUE)
**VALORES TRANSFORMADOS EM REAIS AO CAMBIO DO DIA DO PAGAMENTO.
O PACOTE INCLUI:
• Bilhete aéreo no trechos: São Paulo / Londres / Dublin / São Paulo com a Cia Aérea British Air Ways em classe econômica.
• Traslados de chegada em Londres
• 02 noites de hospedagem em hotel de categoria 3*** sup. Em Londres com café da manhã e Jantar– conforme roteiro
• Traslado do Hotel em Londres para a Cidade de Bath
• 04 noites de hospedagem em Bath em hotel de categoria 3*** sup com café da manhã + jantar em restaurante local – conforme roteiro. (exceto café da manhã do dia 06 de setembro)
• Ingressos: Museu Britânico, Torre de Londres, Stonehenge, Abadia de Glastonbury.
• City tour em Londres –
• Passeio de dia inteiro a Stonehenge – a Glastonbury – Arverbory
• Traslado de Bath ao aeroporto de Londres
• Guia de idioma espanhol ou português durante toda a excursão na Inglaterra – das 09h00 as 17h30
• Traslado de chegada e saída em Dublin (aeroporto / hotel / aeroporto) dia 06 e 18 de setembro
• 03 noites de hospedagem em Dublin com café + Jantar hotel de categoria 4****, conforme roteiro
• 01 noite de hospedagem em Sligo em hotel de categoria 4**** com café + Jantar, conforme roteiro
• 01 noite de hospedagem em Galway em hotel de categoria 4**** com caf´+ Jantar conforme roteiro
• 02 noites de hospedagem em Limerick em hotel de categoria 4**** com café + Jantar conforme roteiro
• 01 noite de hospedagem na Peninsula de Dingle em hotel de categoria 4**** com café + Jantar conforme roteiro
• 01 noite de hospedagem no Anel Kerry em hotel de categoria 4**** com café + Jantar conforme roteiro
• 02 noites de hospedagem em Kork em hotel de categoria 4****, com café + Jantar – conforme roteiro
• 01 noite de hospedagem no Kikea Castel hotel – com Café da manhã
• 01 Jantar de confraternização no Castelo Bunratty
• Passeios e visitas conforme roteiro
• Guia falando idioma Espanhol ou Português em todo o circuito da Irlanda das 09h00 as 17h30 entre os dia 07 e 17 de setembro / 2013.
• Assistência em viagem internacional (seguro viagem) para passageiros com até 70 anos de idade, acima desta idade até 80 anos – acréscimo de US$ 34.00 acima de 80 anos favor nos consultar.
O PACOTE NÃO INCLUI:
• Extras de caráter pessoal, tais como: Lavanderia, telefonemas, Frigobar etc....;
• Bebidas durante as refeições;
• Gorjetas a carregadores, guias e motoristas;
• Passeios opcionais.
VIAGEM PARA IRLANDA 2013 - ROTEIRO 1
Atendendo solicitações feitas através do face, vou publicar os roteiros para excursões à Irlanda e Inglaterra, bem como os contatos para que sejam efetuadas. Quero deixar claro,que o blog não é responsável por nenhuma das informações prestadas pelas empresas de turismo e nem está recebendo qualquer forma de pagamento ou estímulo em divulgar, ok?
A decisão foi tomada apenas, para ilustrar aos leitores sobre os roteiros oferecidos para que possam escolher, dentre as muitas opções, aquela que melhor lhes convier.
Então vamos lá!
O caminho Celta será mostrado e a Alma que segue este caminho irá lhe escoltar para a trilha entre as árvores, em que as folhas estão a dançar perante o ar.
ROTEIRO 1
2013
Irlanda e Inglaterra numa viagem mágica e inesquecível!
Com Eddie Van Feu
Saída dia : 13 de SETEMBRO DE 2013
Inglaterra e Irlanda, dois países extraordinários e com muita história para contar. Nunca o clássico e o moderno se misturaram tão bem quanto nestas encantadoras ilhas. Pisar em solo inglês é entrar em contato com uma realidade que vai além dos livros de História: é vivenciar a História em primeira mão. Na Irlanda, terra das “cem mil boas-vindas”, a alegria de seu povo se funde à magia de sua paisagem. Ao unir essas duas ilhas, um poderoso elemento: seu passado celta, um povo fundamental para a História do Ocidente e que tem agora sua importância reconhecida.
Paisagens encantadoras, lendas ancestrais, riqueza cultural e muita magia vão enriquecer e transformar sua vida nesta viagem, sob a orientação de quem há anos estuda e divulga a cultura celta no Brasil.
Aproveitando a energia desses lugares mágicos, faremos rituais poderosos para diversos fins, encerrando com uma bela Iniciação na Magia. Os rituais são livres para todos, independente de ter estudado previamente ou não, desde que haja o desejo de se trilhar esse caminho mágico. Os rituais também não são obrigatórios e quem não quiser participar pode ficar livre para assistir ou simplesmente fazer outra coisa. Essa é uma viagem para se seguir o coração. Ele nunca erra.
ATENÇÃO: Os rituais dependem muito do estado de espírito geral, da energia do local e do tempo que teremos. É possível que alguns rituais troquem de data por causa de um desses fatores que só poderão ser vistos na hora, OK?
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ROTEIRO OFICIAL (incluindo os rituais para quem desejar participar)
1° Dia- 13 Sexta-feira: São Paulo / Londres – Inglaterra
Apresentação no Aeroporto Internacional de Guarulhos com TAM - em vôo direto - destino à Londres.
Aqui os viajantes da magia receberão seus presentinhos para sua jornada. As fitas com guizos dos dragões para proteger as bagagens, o Olho de Dragão para protegê-los de noite e um talismã para protegê-los de dia.
Aqui também começamos nossa rotina de tarô, tirando cada um sua carta do dia, que dará o tom do que vamos vivenciar. Eu interpreto cada carta (arcanos maiores e menores) e nós nos divertimos e ainda aprendemos mais sobre nós mesmos, nos preparando para o que nos reserva o dia. A carta do dia foi muito legal na nossa viagem anterior, pois podíamos conferir no decorrer do dia seus acertos (e a carta sempre acertava).
2° Dia- 14 Sábado - Londres
Chegada em Londres. Recepção e traslado ao hotel. Acomodação por 02 noites com café da manhã.
Restante do dia livre para atividades pessoais. À noite saída para um Pub, onde ocorrerá um encontro de boas vindas do grupo. Retorno ao hotel (por conta dos passageiros) e pernoite.
Aqui teremos nosso primeiro ritual. Ele é simples, pois será um pedido para os guardiões desta terra para nos receber. É sempre bom chegarmos com humildade em um lugar, em uma terra que não é nossa, seja no exterior, seja aqui. Carta do dia.
3° Dia - 15 Domingo - Londres
Café da manhã no hotel. Em seguida, visita aos principais pontos turísticos de Londres como: Palácio de Buckingham, a Abadia de Westminster, Big Ben e o Parlamento com a estátua de Boudicca – rainha e druidesa celta, que liderou revolta contra Roma, assim como as principais ruas de compras: Regent Street, Oxford Street e Bond Street. Nesta área encontram-se também a National Portrait Gallery, Trafalgar Square, o Museu Britânico (riquíssimo arcevo de peças celtas), a Exposição de Dali e The London Eye. Tarde livre para atividades pessoais. Sugestão: percorrer a Oxford Street (a mais popular rua de compras de Londres) e a Piccadily Street com suas grifes famosas. Também reservem tempo para conhecer o Museu de Cera da Madame Tussaud. Pernoite.
Na nossa primeira viagem, sentimos um pouco de falta de tardes livres, pois há muito para conhecer e às vezes há pouco tempo para aproveitar. Caminhar por ruas de compras não significa que você precisa gastar tudo o que tem, mas é muito divertido conhecer a cidade! Carta do dia.
4° Dia - 16 Segunda - Londres / Glastonbury / Bath
Café da manhã e logo em seguida saída com destino a Glastonburry. Elevando-se acima das planícies de Somerset Levels, encontra-se o Glastonbury Tor. Conhecido pela Mitologia de Arthur como sendo “Avalon” e onde José de Arimatéia teria escondido o “Santo Graal” (na mitologia Cristã). Um grande centro megalítico (como Stonehenge) que traz em suas ruínas a magia e mistério dos povos antigos.
Pernoite em Glastonburry ou imediações.
Aqui teremos um ritual onde buscamos nosso próprio Graal, como cavaleiros, como heróis e heroínas. Viemos realizar um trabalho, uma missão, e aqui, nesse ritual, nós recebemos uma energia sagrada para realizarmos nossa missão de uma maneira sagrada e bela. Carta do dia.
5° Dia - 17 Terça – Bath / Avebury // Stonehenge // Winchester
Café da manhã no hotel. Saída pela manhã para visita a Avebury. Local mítico onde se encontra o maior anel de pedras do mundo. Mais antigo do que Stonehenge, originalmente era composto de 97 pedras (hoje existem somente 27) que cercam 02 círculos menores. Estudiosos afirmam que o desenho original era de uma serpente passando através do círculo. Tempo para conhecer as imediações e continuação até Stonehenge. Na planície de Salisbury, sul da Inglaterra, ergue-se esse estranho e indecifrável complexo monolítico chamado Stonehenge, um enigma tão grande quanto o das pirâmides. Este altar de pedras tem sido usado há 5000 anos e múltiplas são as suas finalidades – dentre elas templo, centro de cura e peregrinação. Construído antes da chegada dos celtas à Ilha, Stonehenge até hoje é usado cerimonialmente.
Aqui, realizaremos um ritual de conexão com os ancestrais. Não os meus ou os seus, mas os ancestrais dessa terra, que remonta a mais de cinco mil anos de existência. O contato com os ancestrais nos traz sabedoria e orientação, não só nesse momento, mas para sempre, pois a partir de agora sempre teremos essa ponte com esse lugar mágico.
Carta do dia.
6° Dia - 18 Quarta - Winchester / Southampton // Winchester
Café da manhã no hotel . Manhã livre para compras em Southampton. Em horário apropriado, saída em ônibus privativo para Winchester
Chegando em horário viável, faremos uma vivência de vidas passadas, onde poderemos ver qual a nossa ligação com essa terra e aprender um pouco mais sobre nós mesmos. Método seguro de vivência. Carta do dia.
7° Dia - 19 Quinta - Winchester / Dublin
Café da manhã no hotel . Traslado ao aeroporto de Londres para embarque com destino a Dublin .
Vôo regular de Londres / Dublin . Recepção no aeroporto de Dublin e traslado ao hotel. Visita a estátua de Chu Chulainn, o mais importante herói da mitologia celta irlandesa e associado ao mito da magia e força do guerreiro celta. Acomodação por 05 noites com café da manhã.
Novamente faremos um ritual para pedir permissão aos deuses da Irlanda, essa terra antiga e mágica. Aos que estão retornando, é também um agradecimento por nos receberem de volta com tanto carinho. Carta do dia.
8° Dia- 20 Sexta - Dublin
Café da manhã no hotel. Visita ao Museu Nacional, onde ficam algumas das maiores relíquias da cultura celta, e Guiness Storehouse para visita ao museu e degustação dessa famosa cerveja – uma invenção celta – enquanto se trava contato com as lendas mágicas dessa bebida sagrada: origens míticas da cerveja na Irlanda; a cerveja da imortalidade que proteje Angus Óg, deus dos enamorados; a Taça Sagrada da cerveja dos Reis e finalmente um brinde à Magia e aos Reis e Rainhas em cada um de nós na degustação de cerveja (entradas incluídas). Dia inteiro de visita à cidade, onde poderemos visitar a Christ Church Cathedral e o belíssimo Trinity College, conhecer o Book of Kells e Dublinina, um mergulho na história da cidade, desde suas origens Vikings até nossos dias. Acomodação por 02 noites com café da manhã.
Aqui faremos um ritual nórdico com runas. As runas são poderosos símbolos mágicos usados no passado em espadas, escudos, portais de casas, roupas, etc... Aqui nós a utilizaremos de uma maneira diferente e muito eficaz para alcançar um objetivo. Carta do dia.
9° Dia - 21 Sábado - Dublin // Kilkenny // Huntington Castle // Dublin
Café da manhã no hotel. Visita a cidade medieval de Kilkenny e ao Castelo de Huntington (entrada incluída). Esses são dois pontos que eu insisti em repetir em 2012, pois são muito especiais. O Castelo de Huntington foi um dos pontos altos do nosso passeio em 2011, não só pela maneira mágica como acabamos sendo recebidos pelo dono e fazendo o tour pelo castelo que estaria fechado, mas também pela grande magia do lugar que permite lindos rituais. Ele também é o templo das sacerdotisas de Ísis, com mais de 38 mil seguidores pelo mundo (o templo é aberto à visitação e podemos tirar fotos).
Kilkenny também é linda e, com um belo castelo repleto de obras de arte (esse castelo é diferente do de Huntington, onde há pessoas morando e você o visita como se visitasse a casa de alguém. O Castelo de Kilkenny está mais para museu, mas é muito bonito e imponente. Kilkenny também tem muitas histórias, como o caso interessantíssimo da condenação da primeira bruxa da cidade, cuja casa virou hoje um restaurante.
Huntington é um lugar mágico e em seus jardins faremos um belíssimo ritual de Ísis, onde nos conectaremos com essa poderosa deusa em sua manifestação mais bela. É um ritual de muita beleza, onde nos sentimos aninhados, protegidos e temos a certeza de que nunca ficaremos desamparados, pois estamos sob a proteção de Ísis e, assim como o Sol brilha alto no céu, Ísis reina soberana em suas diversas manifestações. Carta do dia.
10° Dia - 22 Domingo - Dublin
Café da manhã no hotel. Visita a catedral de St Patrick (entrada incluída) e tarde livre. A Igreja de St Patrick é majestosa como a maioria das igrejas da Irlanda. Rica em história, acompanhamos suas esculturas magníficas, seus sarcófagos, e podemos sintonizar com essa energia poderosa. São Patrício trouxe o cristianismo para as terras pagãs da Irlanda, sendo amado por uns e odiado por outros, que acreditam que ele se vingou da Irlanda por ter sido escravo lá. Particularmente, eu não acredito nisso. São Patrício tinha grandes poderes, todos muito mais parecidos com os poderes de um druida do que com milagres propriamente ditos. A Igreja tem uma loja em seu interior com tanta coisa interessante que a gente fica louco! De lá, trouxe meu sino ritual, cujo toque afasta qualquer negatividade instantaneamente.
Carta do dia.
11° Dia- 23 Segunda - Dublin // Boyne // Dublin
Café da manhã no hotel. Em seguida, saída para Boyne Valley conhecendo Brugh na Bóinne – um dos mais impressionantes sítios arqueológicos do Ocidente, mais antigo que a mais antiga das pirâmides do Egito, onde conheceremos a lenda de Angus Óg, Dagda e a explicação da eternidade na Roda do Ano. Seguindo para Tara – capital ancestral da Irlanda Celta para conhecer: Maedbh – Rainha, Mulher, Guerreira e Sacerdotisa Celta; aqui, mesmo depois do cristianismo, os festivais foram mantidos, desfrutando da força do local. Ollamh Fódla, rei-poeta, foi quem dividiu a Irlanda em 5 províncias (N, S, L, O e Centro). Hill of Tara é um lugar de imenso poder, local de coroação dos reis da Irlanda e onde encontramos a Pedra do Destino, trazida pelos Tuatha de Dannan. Lá também encontraremos a Árvore da Saúde, onde podemos deixar testemunhos e pedir pela saúde e cura de nossos entes queridos. Ou, como no meu caso, já agradecer pelo pedido atendido no ano anterior! Visitaremos o centro dos visitantes (entrada incluída) e o Castelo Trim (entrada incluída). Retorno a Dublin.
Nas Colinas de Tara temos um lugar muito poderoso para qualquer ritual que queiramos fazer. Aqui, deixarei livre para os participantes que tipo de ritual gostariam de ter, desde um ritual de poder até um ritual de saúde. Carta do dia.
12° Dia- 24 Terça - Dublin // Galway
Café da manhã no hotel. Saída com destino a Offaly e parada para foto do Castelo Leap (este castelo pode ser visitado somente com reserva – não inclui entrada). Acomodação por 02 noites com café da manhã. O Castelo Leap é famoso por ser o castelo mais assombrado da Irlanda. Sua história remonta a séculos e seus fantasmas são famosos pelos estudiosos de casos paranormais. São muitas histórias para contar sobre o Castelo Leap e espero que nossa visita seja mais uma!
Ritual de purificação e proteção, por razões óbvias. Informo que ninguém deve se preocupar com fantasmas e assombrações nessa visita, pois estaremos indo com permissão e nenhum mal poderá ser feito.
Carta do dia.
13° Dia - 25 Quarta - Galway // Inishmor // Galway
Café da manhã no hotel. Ticket de ferry boat para Ilhas Aran. Visita à ilha – Tour regular (serviço compartilhado). Vista das ilhas de Aran. Chegada em Inishmor e visita a fortaleza de Dun Aengus e visita ao “na Seacht d Teampail” (sete igrejas construídas nos sécs. VIII e IX). Tempo livre na cidade. Retorno por ferry boat. Retorno a Galway e pernoite. Esse foi um dos mais belos lugares que visitamos, com uma presença maciça dos dragões durante todo o tempo, e principalmente em nosso ritual. Foi aí que quase perdemos o barco de ida porque fomos ao banheiro e que eu quase perdi o barco de volta porque fui pro lugar errado. Nunca corri tanto na minha vida... Foi bom pra queimar os fish and cheeps que tanto comi! Retorno a Galway. Pernoite.
Ritual com os dragões no Forte Dun Aengus. Carta do dia.
14° Dia - 26 Quinta - Galway // Liscannor // Killarney
Após o café da manhã, traslado com destino a Liscannor para visita a Fonte de Brighid e Tour pelos Cliffs of Moher – os penhascos “onde a Terra acaba”. Continuação a Kerry.
Pernoite. Os Penhascos de Moher é um dos lugares mais magníficos que o olho humano já viu e já foi cenário de diversos filmes, incluindo o último Harry Potter. Aqui também conhecemos a Torre de O’Brien, que vende chocolates exclusivos. Carta do dia.
15° Dia - 27 Sexta - Killarney // Clare
Após o café da manhã, saída com destino ao Condado de Kerry para conhecer um dos cenários mais magníficos da Irlanda e suas lendas: Montanhas Paps of Danu – os Seios da deusa Danu, mãe dos deuses. Saída com destino a Clare.
Ritual de Iniciação na Magia Wicca, para os que assim desejarem. Carta do dia.
16° Dia - 28 Sábado - Clare // Cragganowen // Clare
Café da manhã no hotel. Dia inteiro de visita a Cragganowen - Vila que reproduz a vida antes da era cristã, em suas construções, artefatos e animais. Conheça o Ring Fort – Castelo Medieval; Brendan Boat – barco feito de couro em que o místico São Brendan atravessou o Atlântico descobrindo a América antes de Colombo, e o Castelo de Cragganowen, construído em 1.550.
Retorno ao hotel.
À noite, banquete medieval no Castelo Knappogue com seu belíssimo jardim - um local muito calmo e agradável, ideal para relaxar. O castelo foi construído em 1467 por Sean MacNamra, é um magnífico exemplo de uma real construção medieval.
Em 2011, nosso banquete medieval foi no Castelo Bunratty e foi um ponto alto de nossa viagem. A alegria era contagiante e era como se vivêssemos mesmo nos tempos medievais, numa noite de fartura e muita alegria, música e bom humor.
Carta do dia.
17° Dia- 29 Domingo - Clare // Shannon Dublin / Londres / São Paulo
Em horário determinado, traslado ao aeroporto para embarque em vôo regular Aer Lingus Irish airlines com destino a Londres. Chegada e apresentação para com destino a São Paulo.
Carta do dia.
Colocamo-nos à disposição para quaisquer informações e esclarecimentos que desejar
Contato para Reservas
• DIVA TOUR
• PABX : (11) 3966.21.55
• direto : (11) 3857.82.01
• celular : (11) 9-9913.95.80 - Diva
• celular : (11) 9-9567.77.30 - Cristina
• Skype : diva tour ou diva dias
• e-mail : divatur@uol.com.br
A decisão foi tomada apenas, para ilustrar aos leitores sobre os roteiros oferecidos para que possam escolher, dentre as muitas opções, aquela que melhor lhes convier.
Então vamos lá!
O caminho Celta será mostrado e a Alma que segue este caminho irá lhe escoltar para a trilha entre as árvores, em que as folhas estão a dançar perante o ar.
ROTEIRO 1
2013
Irlanda e Inglaterra numa viagem mágica e inesquecível!
Com Eddie Van Feu
Saída dia : 13 de SETEMBRO DE 2013
Inglaterra e Irlanda, dois países extraordinários e com muita história para contar. Nunca o clássico e o moderno se misturaram tão bem quanto nestas encantadoras ilhas. Pisar em solo inglês é entrar em contato com uma realidade que vai além dos livros de História: é vivenciar a História em primeira mão. Na Irlanda, terra das “cem mil boas-vindas”, a alegria de seu povo se funde à magia de sua paisagem. Ao unir essas duas ilhas, um poderoso elemento: seu passado celta, um povo fundamental para a História do Ocidente e que tem agora sua importância reconhecida.
Paisagens encantadoras, lendas ancestrais, riqueza cultural e muita magia vão enriquecer e transformar sua vida nesta viagem, sob a orientação de quem há anos estuda e divulga a cultura celta no Brasil.
Aproveitando a energia desses lugares mágicos, faremos rituais poderosos para diversos fins, encerrando com uma bela Iniciação na Magia. Os rituais são livres para todos, independente de ter estudado previamente ou não, desde que haja o desejo de se trilhar esse caminho mágico. Os rituais também não são obrigatórios e quem não quiser participar pode ficar livre para assistir ou simplesmente fazer outra coisa. Essa é uma viagem para se seguir o coração. Ele nunca erra.
ATENÇÃO: Os rituais dependem muito do estado de espírito geral, da energia do local e do tempo que teremos. É possível que alguns rituais troquem de data por causa de um desses fatores que só poderão ser vistos na hora, OK?
________________________________________
ROTEIRO OFICIAL (incluindo os rituais para quem desejar participar)
1° Dia- 13 Sexta-feira: São Paulo / Londres – Inglaterra
Apresentação no Aeroporto Internacional de Guarulhos com TAM - em vôo direto - destino à Londres.
Aqui os viajantes da magia receberão seus presentinhos para sua jornada. As fitas com guizos dos dragões para proteger as bagagens, o Olho de Dragão para protegê-los de noite e um talismã para protegê-los de dia.
Aqui também começamos nossa rotina de tarô, tirando cada um sua carta do dia, que dará o tom do que vamos vivenciar. Eu interpreto cada carta (arcanos maiores e menores) e nós nos divertimos e ainda aprendemos mais sobre nós mesmos, nos preparando para o que nos reserva o dia. A carta do dia foi muito legal na nossa viagem anterior, pois podíamos conferir no decorrer do dia seus acertos (e a carta sempre acertava).
2° Dia- 14 Sábado - Londres
Chegada em Londres. Recepção e traslado ao hotel. Acomodação por 02 noites com café da manhã.
Restante do dia livre para atividades pessoais. À noite saída para um Pub, onde ocorrerá um encontro de boas vindas do grupo. Retorno ao hotel (por conta dos passageiros) e pernoite.
Aqui teremos nosso primeiro ritual. Ele é simples, pois será um pedido para os guardiões desta terra para nos receber. É sempre bom chegarmos com humildade em um lugar, em uma terra que não é nossa, seja no exterior, seja aqui. Carta do dia.
3° Dia - 15 Domingo - Londres
Café da manhã no hotel. Em seguida, visita aos principais pontos turísticos de Londres como: Palácio de Buckingham, a Abadia de Westminster, Big Ben e o Parlamento com a estátua de Boudicca – rainha e druidesa celta, que liderou revolta contra Roma, assim como as principais ruas de compras: Regent Street, Oxford Street e Bond Street. Nesta área encontram-se também a National Portrait Gallery, Trafalgar Square, o Museu Britânico (riquíssimo arcevo de peças celtas), a Exposição de Dali e The London Eye. Tarde livre para atividades pessoais. Sugestão: percorrer a Oxford Street (a mais popular rua de compras de Londres) e a Piccadily Street com suas grifes famosas. Também reservem tempo para conhecer o Museu de Cera da Madame Tussaud. Pernoite.
Na nossa primeira viagem, sentimos um pouco de falta de tardes livres, pois há muito para conhecer e às vezes há pouco tempo para aproveitar. Caminhar por ruas de compras não significa que você precisa gastar tudo o que tem, mas é muito divertido conhecer a cidade! Carta do dia.
4° Dia - 16 Segunda - Londres / Glastonbury / Bath
Café da manhã e logo em seguida saída com destino a Glastonburry. Elevando-se acima das planícies de Somerset Levels, encontra-se o Glastonbury Tor. Conhecido pela Mitologia de Arthur como sendo “Avalon” e onde José de Arimatéia teria escondido o “Santo Graal” (na mitologia Cristã). Um grande centro megalítico (como Stonehenge) que traz em suas ruínas a magia e mistério dos povos antigos.
Pernoite em Glastonburry ou imediações.
Aqui teremos um ritual onde buscamos nosso próprio Graal, como cavaleiros, como heróis e heroínas. Viemos realizar um trabalho, uma missão, e aqui, nesse ritual, nós recebemos uma energia sagrada para realizarmos nossa missão de uma maneira sagrada e bela. Carta do dia.
5° Dia - 17 Terça – Bath / Avebury // Stonehenge // Winchester
Café da manhã no hotel. Saída pela manhã para visita a Avebury. Local mítico onde se encontra o maior anel de pedras do mundo. Mais antigo do que Stonehenge, originalmente era composto de 97 pedras (hoje existem somente 27) que cercam 02 círculos menores. Estudiosos afirmam que o desenho original era de uma serpente passando através do círculo. Tempo para conhecer as imediações e continuação até Stonehenge. Na planície de Salisbury, sul da Inglaterra, ergue-se esse estranho e indecifrável complexo monolítico chamado Stonehenge, um enigma tão grande quanto o das pirâmides. Este altar de pedras tem sido usado há 5000 anos e múltiplas são as suas finalidades – dentre elas templo, centro de cura e peregrinação. Construído antes da chegada dos celtas à Ilha, Stonehenge até hoje é usado cerimonialmente.
Aqui, realizaremos um ritual de conexão com os ancestrais. Não os meus ou os seus, mas os ancestrais dessa terra, que remonta a mais de cinco mil anos de existência. O contato com os ancestrais nos traz sabedoria e orientação, não só nesse momento, mas para sempre, pois a partir de agora sempre teremos essa ponte com esse lugar mágico.
Carta do dia.
6° Dia - 18 Quarta - Winchester / Southampton // Winchester
Café da manhã no hotel . Manhã livre para compras em Southampton. Em horário apropriado, saída em ônibus privativo para Winchester
Chegando em horário viável, faremos uma vivência de vidas passadas, onde poderemos ver qual a nossa ligação com essa terra e aprender um pouco mais sobre nós mesmos. Método seguro de vivência. Carta do dia.
7° Dia - 19 Quinta - Winchester / Dublin
Café da manhã no hotel . Traslado ao aeroporto de Londres para embarque com destino a Dublin .
Vôo regular de Londres / Dublin . Recepção no aeroporto de Dublin e traslado ao hotel. Visita a estátua de Chu Chulainn, o mais importante herói da mitologia celta irlandesa e associado ao mito da magia e força do guerreiro celta. Acomodação por 05 noites com café da manhã.
Novamente faremos um ritual para pedir permissão aos deuses da Irlanda, essa terra antiga e mágica. Aos que estão retornando, é também um agradecimento por nos receberem de volta com tanto carinho. Carta do dia.
8° Dia- 20 Sexta - Dublin
Café da manhã no hotel. Visita ao Museu Nacional, onde ficam algumas das maiores relíquias da cultura celta, e Guiness Storehouse para visita ao museu e degustação dessa famosa cerveja – uma invenção celta – enquanto se trava contato com as lendas mágicas dessa bebida sagrada: origens míticas da cerveja na Irlanda; a cerveja da imortalidade que proteje Angus Óg, deus dos enamorados; a Taça Sagrada da cerveja dos Reis e finalmente um brinde à Magia e aos Reis e Rainhas em cada um de nós na degustação de cerveja (entradas incluídas). Dia inteiro de visita à cidade, onde poderemos visitar a Christ Church Cathedral e o belíssimo Trinity College, conhecer o Book of Kells e Dublinina, um mergulho na história da cidade, desde suas origens Vikings até nossos dias. Acomodação por 02 noites com café da manhã.
Aqui faremos um ritual nórdico com runas. As runas são poderosos símbolos mágicos usados no passado em espadas, escudos, portais de casas, roupas, etc... Aqui nós a utilizaremos de uma maneira diferente e muito eficaz para alcançar um objetivo. Carta do dia.
9° Dia - 21 Sábado - Dublin // Kilkenny // Huntington Castle // Dublin
Café da manhã no hotel. Visita a cidade medieval de Kilkenny e ao Castelo de Huntington (entrada incluída). Esses são dois pontos que eu insisti em repetir em 2012, pois são muito especiais. O Castelo de Huntington foi um dos pontos altos do nosso passeio em 2011, não só pela maneira mágica como acabamos sendo recebidos pelo dono e fazendo o tour pelo castelo que estaria fechado, mas também pela grande magia do lugar que permite lindos rituais. Ele também é o templo das sacerdotisas de Ísis, com mais de 38 mil seguidores pelo mundo (o templo é aberto à visitação e podemos tirar fotos).
Kilkenny também é linda e, com um belo castelo repleto de obras de arte (esse castelo é diferente do de Huntington, onde há pessoas morando e você o visita como se visitasse a casa de alguém. O Castelo de Kilkenny está mais para museu, mas é muito bonito e imponente. Kilkenny também tem muitas histórias, como o caso interessantíssimo da condenação da primeira bruxa da cidade, cuja casa virou hoje um restaurante.
Huntington é um lugar mágico e em seus jardins faremos um belíssimo ritual de Ísis, onde nos conectaremos com essa poderosa deusa em sua manifestação mais bela. É um ritual de muita beleza, onde nos sentimos aninhados, protegidos e temos a certeza de que nunca ficaremos desamparados, pois estamos sob a proteção de Ísis e, assim como o Sol brilha alto no céu, Ísis reina soberana em suas diversas manifestações. Carta do dia.
10° Dia - 22 Domingo - Dublin
Café da manhã no hotel. Visita a catedral de St Patrick (entrada incluída) e tarde livre. A Igreja de St Patrick é majestosa como a maioria das igrejas da Irlanda. Rica em história, acompanhamos suas esculturas magníficas, seus sarcófagos, e podemos sintonizar com essa energia poderosa. São Patrício trouxe o cristianismo para as terras pagãs da Irlanda, sendo amado por uns e odiado por outros, que acreditam que ele se vingou da Irlanda por ter sido escravo lá. Particularmente, eu não acredito nisso. São Patrício tinha grandes poderes, todos muito mais parecidos com os poderes de um druida do que com milagres propriamente ditos. A Igreja tem uma loja em seu interior com tanta coisa interessante que a gente fica louco! De lá, trouxe meu sino ritual, cujo toque afasta qualquer negatividade instantaneamente.
Carta do dia.
11° Dia- 23 Segunda - Dublin // Boyne // Dublin
Café da manhã no hotel. Em seguida, saída para Boyne Valley conhecendo Brugh na Bóinne – um dos mais impressionantes sítios arqueológicos do Ocidente, mais antigo que a mais antiga das pirâmides do Egito, onde conheceremos a lenda de Angus Óg, Dagda e a explicação da eternidade na Roda do Ano. Seguindo para Tara – capital ancestral da Irlanda Celta para conhecer: Maedbh – Rainha, Mulher, Guerreira e Sacerdotisa Celta; aqui, mesmo depois do cristianismo, os festivais foram mantidos, desfrutando da força do local. Ollamh Fódla, rei-poeta, foi quem dividiu a Irlanda em 5 províncias (N, S, L, O e Centro). Hill of Tara é um lugar de imenso poder, local de coroação dos reis da Irlanda e onde encontramos a Pedra do Destino, trazida pelos Tuatha de Dannan. Lá também encontraremos a Árvore da Saúde, onde podemos deixar testemunhos e pedir pela saúde e cura de nossos entes queridos. Ou, como no meu caso, já agradecer pelo pedido atendido no ano anterior! Visitaremos o centro dos visitantes (entrada incluída) e o Castelo Trim (entrada incluída). Retorno a Dublin.
Nas Colinas de Tara temos um lugar muito poderoso para qualquer ritual que queiramos fazer. Aqui, deixarei livre para os participantes que tipo de ritual gostariam de ter, desde um ritual de poder até um ritual de saúde. Carta do dia.
12° Dia- 24 Terça - Dublin // Galway
Café da manhã no hotel. Saída com destino a Offaly e parada para foto do Castelo Leap (este castelo pode ser visitado somente com reserva – não inclui entrada). Acomodação por 02 noites com café da manhã. O Castelo Leap é famoso por ser o castelo mais assombrado da Irlanda. Sua história remonta a séculos e seus fantasmas são famosos pelos estudiosos de casos paranormais. São muitas histórias para contar sobre o Castelo Leap e espero que nossa visita seja mais uma!
Ritual de purificação e proteção, por razões óbvias. Informo que ninguém deve se preocupar com fantasmas e assombrações nessa visita, pois estaremos indo com permissão e nenhum mal poderá ser feito.
Carta do dia.
13° Dia - 25 Quarta - Galway // Inishmor // Galway
Café da manhã no hotel. Ticket de ferry boat para Ilhas Aran. Visita à ilha – Tour regular (serviço compartilhado). Vista das ilhas de Aran. Chegada em Inishmor e visita a fortaleza de Dun Aengus e visita ao “na Seacht d Teampail” (sete igrejas construídas nos sécs. VIII e IX). Tempo livre na cidade. Retorno por ferry boat. Retorno a Galway e pernoite. Esse foi um dos mais belos lugares que visitamos, com uma presença maciça dos dragões durante todo o tempo, e principalmente em nosso ritual. Foi aí que quase perdemos o barco de ida porque fomos ao banheiro e que eu quase perdi o barco de volta porque fui pro lugar errado. Nunca corri tanto na minha vida... Foi bom pra queimar os fish and cheeps que tanto comi! Retorno a Galway. Pernoite.
Ritual com os dragões no Forte Dun Aengus. Carta do dia.
14° Dia - 26 Quinta - Galway // Liscannor // Killarney
Após o café da manhã, traslado com destino a Liscannor para visita a Fonte de Brighid e Tour pelos Cliffs of Moher – os penhascos “onde a Terra acaba”. Continuação a Kerry.
Pernoite. Os Penhascos de Moher é um dos lugares mais magníficos que o olho humano já viu e já foi cenário de diversos filmes, incluindo o último Harry Potter. Aqui também conhecemos a Torre de O’Brien, que vende chocolates exclusivos. Carta do dia.
15° Dia - 27 Sexta - Killarney // Clare
Após o café da manhã, saída com destino ao Condado de Kerry para conhecer um dos cenários mais magníficos da Irlanda e suas lendas: Montanhas Paps of Danu – os Seios da deusa Danu, mãe dos deuses. Saída com destino a Clare.
Ritual de Iniciação na Magia Wicca, para os que assim desejarem. Carta do dia.
16° Dia - 28 Sábado - Clare // Cragganowen // Clare
Café da manhã no hotel. Dia inteiro de visita a Cragganowen - Vila que reproduz a vida antes da era cristã, em suas construções, artefatos e animais. Conheça o Ring Fort – Castelo Medieval; Brendan Boat – barco feito de couro em que o místico São Brendan atravessou o Atlântico descobrindo a América antes de Colombo, e o Castelo de Cragganowen, construído em 1.550.
Retorno ao hotel.
À noite, banquete medieval no Castelo Knappogue com seu belíssimo jardim - um local muito calmo e agradável, ideal para relaxar. O castelo foi construído em 1467 por Sean MacNamra, é um magnífico exemplo de uma real construção medieval.
Em 2011, nosso banquete medieval foi no Castelo Bunratty e foi um ponto alto de nossa viagem. A alegria era contagiante e era como se vivêssemos mesmo nos tempos medievais, numa noite de fartura e muita alegria, música e bom humor.
Carta do dia.
17° Dia- 29 Domingo - Clare // Shannon Dublin / Londres / São Paulo
Em horário determinado, traslado ao aeroporto para embarque em vôo regular Aer Lingus Irish airlines com destino a Londres. Chegada e apresentação para com destino a São Paulo.
Carta do dia.
Colocamo-nos à disposição para quaisquer informações e esclarecimentos que desejar
Contato para Reservas
• DIVA TOUR
• PABX : (11) 3966.21.55
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• Skype : diva tour ou diva dias
• e-mail : divatur@uol.com.br
domingo, 24 de março de 2013
O QUE VÍ E APRENDI NA ESCÓCIA
Escócia
English - Gaelic
A Escócia é uma terra acidentada e romântica mais cheia de história e beleza cênica do que com pessoas. Vangloria-se das mais altas montanhas do Reino Unido, o litoral mais robusto, e da grande maioria de seus lagos e ilhas. Em contrapartida, as áreas urbanas ocupam apenas 3% da paisagem. O destemido povo Escocês, embora oficialmente "Britânico" por mais de dois séculos, continua orgulhoso da sua distinta cultura, dialeto, e elevado grau de independência do governo. Seu orgulho tem base ampla, como o seu pequeno reino tem produzido alguns dos maiores escritores do mundo, inventores, filósofos, cientistas e líderes políticos, bem como alguns dos seus heróis e heroínas mais românticos.
A Terra
Cerca do tamanho da Carolina do Sul, a Escócia abrange o terço setentrional da ilha da Grã-Bretanha, e inclui cerca de 800 ilhas, a maioria menor que 8 km². Defronta o Oceano Atlântico ao norte e oeste, e o Mar do Norte, a leste. Ao sul, a Escócia compartilha uma fronteira terrestre de mais ou menos 161 km com a Inglaterra. O continente Escocês se estende por cerca de 460 km de norte a sul e 39 a 241 km de leste a oeste - abrangendo uma área total de 78.133 km².
A altamente irregular costa da Escócia estende-se por uns notáveis 3.700 km. O mar invade profundamente em penetrantes entradas chamadas sea lochs, bem como em estuários de rio amplo, chamados firths. No interior, uma abundância de curtos e poderosos rios e longos lagos glaciais, ou lochs, cruzam a paisagem. O rio mais longo da Escócia, o Tay, flui 193 km. Seu maior lago, o Loch Lomond (73 km²), é também o maior da Grã-Bretanha. Além disso, a Escócia possui a montanha mais alta da Grã-Bretanha (Ben Nevis, com 1.343 m), a maior cachoeira (EAS a Chual, a 201 m), e o lago mais profundo (Loch Morar, a 310 m).
A paisagem da Escócia varia enormemente entre as três regiões geográficas: as Highlands do norte, as Lowlands centrais e as Uplands do sul. Suas diferenças na topografia e vegetação rastream a sua geologia subjacente, com duras rochas ígneas subjacentes às escarpadas Highlands, e mais macios arenito e conglomerado (rocha mista) formando as suaves Lowlands e as Uplands.
As Highlands.
A região mais acidentada da Grã-Bretanha, as Highlands dominam a dois terços do norte da Escócia, incluindo a maioria das suas ilhas. Mundialmente famosas pela sua grandeza solitária, as Highlands consistem em cadeias montanhosas paralelas divididas por vales íngremes. Uma depressão natural enorme - Glen More - atravessa no meio das montanhas de costa a costa, dividindo-as em metades do noroeste e sudeste. A grande cadeia de lagos que atravessa por Glen Mais inclui o Loch Ness, famoso pelo seu legendário "monstro do mar". Em 1847, engenheiros Escoceses ligaram os lagos para criar os 97 km do Canal da Longa Caledonia.
De um lado de Glen More crescem os picos fortemente erodidos das Highlands do noroeste, a maioria dos quais se levantam entre 600 e 900 metros acima do nível do mar. Lagos espumantes, campos cobertos de pedras, e curtos córregos poderosos tipificam a paisagem. Na costa noroeste, as montanhas caem abruptamente para o mar ao longo de lagos marinhos emoldurados por altas falésias. Os maiores lagos marinhos se estendem uns 64 km no interior vindo do oceano aberto. A sudeste de Glen More crescem as dramáticas Grampian Hills, com quatro picos superiores a 1.200 metros, e cerca de 500 picos de mais de 900 m. As Grampians são as Highlands das brochuras turísticas - com picos cobertos de nuvens, rios cheios de salmões, e arrebatadoras vistas cobertas de urzes.
Central Lowlands.
Ao sul das Highlands, as amplas Lowlands centrais formam o estreito cinturão da Escócia. "Low" só em comparação com as montanhas de ambos os lados, esta região engloba muitas pequenas cadeias de montanhas se estendendo ao longo de vales fluviais. Os numerosos rios das Lowlands incluem o mais longo e os mais importantes rios da Escócia - o Tay, Clyde, e Forth. Aqui, também, estão as maiores planícies férteis da Escócia - o Vale do Strathmore, no nordeste, e a região de Lothian, no sudeste. As Lowlands se estendem ao longo da orla da costa sudeste da Escócia até a sua fronteira com a Inglaterra.
Southern Uplands.
A sudoeste das Lowlands, a paisagem se eleva novamente, mas com cuidado. As colinas verdejantes, vales arborizados, e ribeiras das Uplands sulinas figuram proeminentente nos escritos de muitos grandes poetas e romancistas Escocêses. Vários picos do Upland crescem acima de 600 metros, com o maior sendo o Monte Merrick (844 m).
As Ilhas Escocesas.
As centenas de ilhas e ilhotas da Escócia tendem a ser tão montanhosas e acidentadas como as Highlands da qual fazem parte. O maior grupo - as Hébridas - estão fora da costa oeste. Totalizando mais de 500, apenas 100 são habitadas. As Inner Hébridas amplamente dispersas ficam logo offshore, estendendo desde a grande Ilha de 8 no norte à Islay no sul. O rochedo Outer Hébridas sobe cerca de 48 km offshore, e permanece suficientemente perto um dos outros para ser apelidado de "Long Island". Ainda mais a oeste, no Atlântico aberto, agrupa-se o pequeno grupo de ilhotas conhecida como St. Kilda.
Devido ao norte do continente Escocês, as águas traiçoeiras em torno das Ilhas Orkney, desde há muito têm sido famosas por suas corridas marés e recifes de rocha. Embora a maior parte sem árvores, a maior das 70 Orkneys apresenta alguns dos solos mais férteis da Escócia. Suas principais ilhas circundam Scapa Flow, um ancoradouro abrigado e antiga base naval. Mais ao norte, passa a sombria Fair Isle, com as 100 ilhas e ilhéus das ilhas Shetland, famosa por seus pequenos pôneis poderosos. Relativamente poucas ilhas ficam na costa leste mais acessível da Escócia. Faróis avisam os marinheiros do Mar do Norte para fora das pequenas mas perigosas exceções.
Clima.
A Corrente do Golfo fluindo-norte dá à Escócia um clima bastante ameno para a sua latitude norte. Ainda assim, os invernos tendem a ser frios, com temperaturas médias variando de 3 ° a 5 °C em Janeiro. As temperaturas médias no verão variam de 13 ° a 15 °C em Julho. As Highlands do noroeste, cobertas de neve no inverno, recebem mais de 2.540 mm de precipitação por ano. As chuvas diminuem a leste, onde as áreas costeiras têm uma média de apenas 890 mm por ano.
Vida vegetal e animal.
Pequenas e resistentes plantas como a urze, o musgo, samambaia, e capim tipificam a paisagem Escocesa. As árvores cobrem 15 a 20% da terra, com um número reduzido de grandes florestas nas Highlands do sudeste. Elas consistem principalmente de coníferas, como abetos nativos, pinho, e larch, com uma dispersão de carvalho nativa. Em altitudes elevadas, as coníferas dão lugar à montanha de salgueiro e outras espécies alpinas.
Os únicos sobreviventes dos grandes mamíferos da Escócia são os veados e cervos vermelhos, o vermelho sendo abundante nas Highlands. Os mamíferos menores incluem a pine Marten, lebre, lontra, o arminho, e o coelho. O gato selvagem nativo da Escócia é um ancestral do gato doméstico. Muito mais abundantes são os muitos pássaros de caça na Escócia, incluindo várias espécies de perdiz, ptarmigan, galo silvestre, pato e ganso. Seus raptores incluem o kite, osprey, e a águia dourada. Rios e lagos Escoceses apoiam as prósperas populações de salmão e truta. Bacalhau, haddock, arenque, e muitos tipos de marisco vivem nas suas águas costeiras. Em dias de verão sem vento, enxames de pequenos insectos picadores chamados mosquitos podem tornar a vida miserável para povos e animais.
Recursos Naturais.
No fundo do Mar do Norte se encontra o mais valioso recurso natural da Escócia - grandes depósitos de petróleo e gás natural. O continente Escocês contém importantes depósitos de carvão e depósitos menores de zinco. Os muitos rios da Escócia fornecem energia às maiores estações de geração hidrelétrica da Grã Bretanha. A superfície limitada de solo fértil situa-se nos Orkneys e nas Lowlands centrais.
O Povo
A grande maioria da população Escocesa tem sua ascendência de uma velha mistura de tribos Européias que chegaram entre os pré-históricos da Idade da Pedra e os tempos medievais. Estes incluem os primeiros Picts e Celtas da Escócia, seguidos por invasores Escandinavos, Anglo-Saxões e Normandos. Séculos de casamentos borraram as distinções étnicas destes grupos diferentes. No entanto, os habitantes das remotas Highlands do norte continuam a preservar suas antigas tradições Celtas da região e a linguagem Gaelic, assim como o povo das Ilhas Shetland mantem uma cultura mais Escandinava. Aqueles das Hébridas comemoram sua própria mistura de costumes Gaelicos e Escandinavos. As minorias étnicas representam menos de 2% da população Escocesa e vivem principalmente em áreas urbanas. Elas incluem cerca de 30.000 pessoas de origem Paquistanesa ou de Bangladesh e 15.000 Chinêses. Pessoas da Índia, Africanos, e de ascendência Judaica cada numeram cerca de 10.000.
A maioria dos Escoceses Cristãos pertencem tanto à Igreja da Escócia, que é Presbiteriana, ou à Igreja Episcopal Escocesa. Glasgow e Edimburgo têm grandes populações suficientes de Muçulmanos, Judeus, e Hindus para apoiar as suas próprias mesquitas, sinagogas e templos.
Até a década de 1980, a Escócia sofreu séculos de perda de população devido à emigração para o Canadá, os Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, bem como a Inglaterra vizinha. Novas oportunidades nas crescentes indústrias de alta-tecnologia da Escócia têm ajudado a inverter esta tendência nos últimos anos.
Linguagem.
O povo Escocês fala uma ou ambas de duas línguas distintas. Praticamente todos falam Inglês - mas não é o Inglês da Inglaterra ou da América do Norte. Na verdade, a "rebarba" grosseira de alguns dialetos regionais Escocêses pode parecer incompreensível para os forasteiros. Algumas características comuns incluem o som "r" vibrante", a pronúncia do longo "o" soar como "ai" (como em "stane" para "pedra"), e pronunciar "oo", como "ui" ("buik" para "book"). O Inglês Escocês deriva de um dialeto do norte do Inglês Médio (o Inglês da época medieval).
Um número crescente de Escocêses também falam o Gaélico - o idioma dos antigos povos Celtas da Escócia. O Gaelico continuou a ser o idioma principal da Escócia até o século 16, após o que desapareceu gradualmente fora das mais remotas Highlands. Na década de 1980, menos de 1.000 pessoas o falavam com exclusividade. Desde esse tempo, um renascimento do interesse aumentou os falantes de Gaelic da Escócia para cerca de 100.000, embora quase todos eles também falam Inglês. Ainda menos conhecido para o mundo exterior é o Lallans, ou "Lowland Scots", um idioma Germânico-Inglês falado pela aristocracia Escocesa do século 14 ao 18 e ainda usado na moderna poesia Escocesa. Palavras Lallan que permanecem na fala Escocêsa incluem aye para yes, wee para little, e bonnie para pretty.
Artes e Educação
Os Escocêses têm grande orgulho da sua cultura distinta, especialmente sua rica história de poesia, prosa, música e dança. Cada Agosto, o Festival Internacional de Musica e Teatro de Edinburgh atrai centenas de milhares de visitantes provenientes do Reino Unido e do exterior, tornando-o um dos principais eventos culturais mundiais. Igualmente populares são as dezenas de reuniões de clã e Jogos das Highlands que ocorrem durante todo o ano. O Scottish Arts Council apoia a amplamente aclamada orquestra nacional do país, ópera e companhias de balé.
A Escócia tem produzido grandes escritores desde o século 14, quando John Barbour compôs o poema épico The Bruce (celebrando um vitorioso rei da Escócia). Seu herói nacional - o poeta do século 18 Robert Burns - escreveu principalmente no dialeto Lallans e são de sua autoria letras duradouras como "Auld Lang Syne". Os escritos do filósofo Escocês do século-18 David Hume continuam a ser amplamente estudados em todo o mundo, especialmente suas idéias sobre a superstição e religião.
A grande tradição dos Escoceses de aprendizagem produziu algumas das primeiras universidades da Europa, nos séculos 15 e 16. Hoje, elas númeram oito, permanecem renomadas em medicina e engenharia, e tornaram-se recentemente famosas pela pesquisa em biotecnologia.
Na grade de nível escolar, o sistema de educação da Escócia é distinto do que no resto do Reino Unido. A educação gratuita começa no infantário (3 anos) e continua até o ensino secundário (18 anos). Todas as crianças devem freqüentar a escola, pelo menos, das idades de 5 a 16. Educadores locais e pais determinam em grande parte o currículo da sua escola, ou objetivos de aprendizagem, por isso pode haver grande variação de uma escola para as próximas: algumas, por exemplo, enfatizam a linguagem Gaelic, enquanto outras incluem estudos religiosos.
Cidades
Embora as zonas urbanas cubram apenas 3% da Escócia, eles são o lar de quase dois-terços da população. A grande maioria vive nas Lowlands centrais que se estendem entre Glasgow e Edimburgo, as duas maiores cidades da Escócia.
Glasgow, no Rio Clyde nas Lowlands ocidentais, tem sido importante porto da Escócia, potência industrial, e maior cidade (população 580.000). Após o colapso de sua indústria pesada há 50 anos, Glasgow foi de uma das mais belas e ricas cidades do mundo para uma de suas mais deprimidas. Nas últimas décadas, a cidade transformou-se uma vez mais, substituindo o seu cais em ruínas e armazéns abandonados por instituições culturais, parques bonitos e elegantes restaurantes e lojas. Hoje, suas principais indústrias incluem o turismo e produtos eletrônicos, especialmente a fabricação de computadores pessoais. A Universidade de Glasgow é famosa pelas suas escolas de medicina e veterinária.
Edimburgo (pronuncia-se edin-burrah), a leste de Glasgow, na costa do Mar do Norte, reina como capital da Escócia e segunda maior cidade, com uma população de cerca de 470.000.
Aberdeen, 210 km norte de Edimburgo, classifica como a terceira-maior cidade da Escócia, com uma população de aproximadamente 200.000. Os turistas conhecem Aberdeen como porta de entrada para o famoso "Castle Trail" do Vale Deeside. A trilha de muitos castelos espetaculares inclui Balmoral, a casa de verão da família real Britânica. Na década de 1970, a descoberta de petróleo e gás fora da costa de Aberdeen transformaram a cidade em um centro de serviços da indústria de petróleo. Outras indústrias de Aberdeen incluem a pesca, pedreiras de granito, e a fabricação de produtos químicos, maquinaria, têxteis e papel.
Dundee, a quarta-maior cidade (população 140.000) da Escócia, fica na foz do rio Tay, a meio caminho entre Aberdeen e Edimburgo. Perdendo apenas para Glasgow em importância econômica, a sua diversidade de indústrias incluem o transporte de petróleo, editoração, impressão e a fabricação de têxteis, cordas, tapetes, plásticos, alimentos processados, e maquinaria leve.
Economia
A fabricação emprega mais de 150.000 trabalhadores Escocêses, cerca de 15% da força de trabalho do reino. As grandes indústrias de manufatura da Escócia incluem não apenas produtos tradicionais como os têxteis e uísque, mas também o estado-da-arte de produtos eletrônicos. A Escócia tem, mais recentemente, surgido como fabricante líder na Europa de computadores pessoais e ganhou notoriedade semelhante no mundo da biotecnologia. Os pesquisadores de biotecnologia Escoceses sucederam em uma variedade de áreas, desde o desenvolvimento de terapias para o cancer e doenças do coração para a produção de proteínas humanas medicinais no leite de animais transgênicos.
O turismo classifica como o segundo-mais-importante segmento da economia Escocesa, empregando cerca de 195.000 pessoas, ou quase 10% da população ativa. A produção e transporte de petróleo e gás natural das jazidas do Mar do Norte empregam mais 100.000 trabalhadores. Quase outros tantos trabalham na indústria financeira da Escócia, a sexta maior da Europa. Ainda uns outros 100.000 trabalham nas "indústrias criativas da Escócia", que incluem áreas como arquitetura, publicidade, publicações, cinema, música e outras atividades artísticas e culturais.
A superfície agrícola engloba cerca de 20% da Escócia, embora empregue uma proporção cada vez menor da população. Ovinos e bovinos pastam durante a maior parte desta terra. De importância secular, as maiores plantações da Escócia incluem cevada, aveia, trigo e batata.
História
Os caçadores e coletores da Idade da Pedra mais antigos da Escócia chegaram cerca de 10.000 anos atrás, mas deixaram poucos vestígios. Tribos Celtas chegaram durante a Idade do Ferro, em torno de 2.700 anos atrás. Elas viviam em comunidades organizadas dentro de fortes monteses cercados por muros de pedra. Cerca de 80 dC, as legiões Romanas ocupando a Inglaterra penetraram na Escócia, mas eles não conseguiram conquistar as tribos que chamavam de Caledônios. Cerca de 120 dC, os Romanos construíram a Muralha de Adriano em todo o norte da Inglaterra para marcar o limite norte de seu império. Esta linha de defesa assinalou o fim dos esforços Romanos para conquistar a Escócia.
Durante os próximos 500 anos, quatro grupos assentaram em toda a Escócia. Os Picts, um grupo de origens misteriosas, ocuparam as Highlands central e do leste. Os Scots, uma tribo falando o Gaelic da Irlanda, se propagaram através do centro-oeste da Escócia, estabelecendo o reino de Dalriada. No sudoeste, os Celtas Britânicos relacionados com os Galêses criaram o reino de Strathclyde. No sudeste, Anglos e Saxões estabeleceram a Northumbria.
Cerca de 845, o chefe Gaelico Kenneth MacAlpin reagrupou os Picts e Escoceses para lutar contra uma ameaça comum - invasores Viking atacando a costa. Seu reino unido propagou-se através da Escócia central e eventualmente se expandiria para incluir Strathclyde e parte da Northumbria.
Os séculos seguintes viram uma série de assassinatos e reis Escoceses assassinos, incluindo MacBeth (da fama de Shakespeare), que em 1040 matou o Rei Duncan, para reinar 17 anos antes de ser morto pelo filho de Duncan, Malcolm III. Sob Malcolm e sua esposa Inglêsa, a Escócia, estabeleceu laços fortes com a Inglaterra. No século seguinte, os Escocêses gradativamente expulsaram os Vikings Noruegueses do continente, deixando-lhes apenas as ilhas Orkney e Shetland.
Em 1296, a unidade Escocesa encerrou por falta de um rei forte, e o Rei da Inglaterra Edward I assumiu o poder. No ano seguinte, Sir William Wallace (da fama Braveheart) tornou-se o primeiro herói nacional da Escócia, quando suas forças rapidamente expeliram os Inglêses fora da Escócia e invadiram o norte da Inglaterra. Em 1306, o próximo grande herói da Escócia - Robert o Bruce - liderou uma revolução bem sucedida para se tornar o Rei Robert I.
Apesar de lutar e aliar com a Inglaterra, o século 15 trouxe um florescimento das artes e das ciências na Escócia. Os Escoceses fundaram a primeira das suas grandes universidades - em St. Andrews (1411) e Glasgow (1451). No século 16, o pastor Presbiteriano John Knox lançou a Reforma da Escócia. Seria o início de séculos de conflitos violentos entre os Presbiterianos da Escócia, Episcopais, e os Católicos.
A Católica Maria Stuart (Mary, Rainha dos Escoceses) estava entre as primeiras vítimas da Reforma. Forçada a desistir de seu trono em 1567, ela fugiu para a Inglaterra. Lá, ela foi presa e depois executada por conspirar para derrubar a Rainha Elizabeth I. Elizabeth escolheu o filho de Maria, James, como seu herdeiro ao trono Inglês. Com a morte de Elizabeth, em 1603, ele tornou-se rei de ambos os países (como James VI da Escócia e James I da Inglaterra).
Apesar de unidas sob uma única coroa, a Escócia e a Inglaterra permaneceram estados separados por mais um século. Os Presbiterianos Escoceses ferozmente resistiram aos esforços do Rei Charles I de impor suas preferências religiosas sobre o povo Escocês. Em 1642, quando o Parlamento Inglês tentou derrubar Charles, os Escocêses primeiro lutaram contra o rei, em seguida, mudaram de lado e lutaram por ele quando ele concordou com suas demandas religiosas. As forças parlamentares Inglesas derrotaram e executaram Charles em 1649, e os conflitos religiosos continuaram na Escócia, por mais 50 anos.
A unificação real entre a Escócia e a Inglaterra finalmente veio com a derrubada do filho Católico de Charles - o Rei James II - em favor de sua filha Protestante Rainha Mary II e seu marido, William de Orange. Eles permitiram que os Escocêses tivessem sua Igreja Presbiteriana. Em contrapartida, o Parlamento Escocês concordou com o Ato de União, que combinou os governos Inglês e Escocês e criou o Reino Unido da Grã-Bretanha.
Uma tentativa mais fracassada em sua independência seguiu-se - uma revolta dos Católicos "Jacobitas" que queriam a família Católica Stuart no trono. Em 1745, o lendário "bonnie" (bonito) Prince Charlie (Charles Edward) levou os Jacobitas à uma invasão mal sucedida para tomar a Escócia e a Inglaterra por seu pai. Derrotado, Charles escapou apenas quando o heroína Jacobita Flora Macdonald clandestinamente o colocou a bordo de um navio para a França, vestido como sua empregada.
Durante o século 18 e início do século 19, os barões da terra Highland despejaram centenas de milhares de famílias de agricultores a fim de pastorear ovelhas na sua terra. Muitos imigraram para a América do Norte. Outros passaram a trabalhar nas fábricas da Lowland, tornando-se parte da grande Revolução Industrial iniciada por inventores Escocêses como James Watt, criador da máquina a vapor. As indústrias manufatureiras trouxeram nova riqueza para a Escócia, seguida por uma grave depressão, após a Segunda Guerra Mundial.
A rentável indústria de petróleo da Escócia ganhou vida nos 1970s, na sequência da descoberta de petróleo e gás no Mar do Norte. Um novo movimento nacionalista da mesma forma ocorreu na década de 1970. Uma votação da "Home Rule" fracassou em 1979, mas ganhou novo suporte na década de 1990. Em 1997, os Escocêses votaram por uma margem de 79% para restabelecer o seu próprio Parlamento e recuperar muitas das competências e responsabilidades que tinham sido transferidas para o Parlamento Britânico quase 300 anos antes. Enquanto isso, em 1996, pesquisadores Escoceses eletrizaram o mundo com "Dolly", o primeiro mamífero clonado de uma célula adulta.
Governo
A restauração do Parlamento Escocês envolveu uma grande transferência de poder do Parlamento Britânico, em Londres. Em 1999, o Parlamento Escocês assumiu formalmente a responsabilidade pelos serviços de saúde, educação, desenvolvimento econômico, artes, e proteção ambiental da região. Os Escoceses também deram ao seu novo Parlamento o poder de aumentar ou diminuir seus impostos Britânicos. O Parlamento Britânico manteve a autoridade sobre a defesa, negócios estrangeiros e, em geral as políticas economicas e monetárias. Os eleitores Escoceses elegeram representantes para ambos os parlamentos. Em Maio de 2007, um partido separatista ganhou mais votos no Parlamento Escocês, mas este evento é improvável de conduzir a uma Escócia independente. Ele certamente significaria uma maior autonomia local, no entanto.
Os Escoceses também mantêm um sistema jurídico distinto do resto do Reino Unido. Ele deriva de uma combinação do antigo direito Romano e os costumes do sistema medieval na Escócia feudal. Legisladores Escoceses decidiram recentemente que partes desse sistema necessitam de modernização. Os direitos à terra da Escócia, por exemplo, dão a posse da terra mais privada para algumas poucas famílias nobres cujos pedidos datam da época medieval. Qualquer pessoa que adquire a propriedade de um desses latifundiários não possui seu título de propriedade, mas tecnicamente torna-se "vassalo" do barão.
English - Gaelic
A Escócia é uma terra acidentada e romântica mais cheia de história e beleza cênica do que com pessoas. Vangloria-se das mais altas montanhas do Reino Unido, o litoral mais robusto, e da grande maioria de seus lagos e ilhas. Em contrapartida, as áreas urbanas ocupam apenas 3% da paisagem. O destemido povo Escocês, embora oficialmente "Britânico" por mais de dois séculos, continua orgulhoso da sua distinta cultura, dialeto, e elevado grau de independência do governo. Seu orgulho tem base ampla, como o seu pequeno reino tem produzido alguns dos maiores escritores do mundo, inventores, filósofos, cientistas e líderes políticos, bem como alguns dos seus heróis e heroínas mais românticos.
A Terra
Cerca do tamanho da Carolina do Sul, a Escócia abrange o terço setentrional da ilha da Grã-Bretanha, e inclui cerca de 800 ilhas, a maioria menor que 8 km². Defronta o Oceano Atlântico ao norte e oeste, e o Mar do Norte, a leste. Ao sul, a Escócia compartilha uma fronteira terrestre de mais ou menos 161 km com a Inglaterra. O continente Escocês se estende por cerca de 460 km de norte a sul e 39 a 241 km de leste a oeste - abrangendo uma área total de 78.133 km².
A altamente irregular costa da Escócia estende-se por uns notáveis 3.700 km. O mar invade profundamente em penetrantes entradas chamadas sea lochs, bem como em estuários de rio amplo, chamados firths. No interior, uma abundância de curtos e poderosos rios e longos lagos glaciais, ou lochs, cruzam a paisagem. O rio mais longo da Escócia, o Tay, flui 193 km. Seu maior lago, o Loch Lomond (73 km²), é também o maior da Grã-Bretanha. Além disso, a Escócia possui a montanha mais alta da Grã-Bretanha (Ben Nevis, com 1.343 m), a maior cachoeira (EAS a Chual, a 201 m), e o lago mais profundo (Loch Morar, a 310 m).
A paisagem da Escócia varia enormemente entre as três regiões geográficas: as Highlands do norte, as Lowlands centrais e as Uplands do sul. Suas diferenças na topografia e vegetação rastream a sua geologia subjacente, com duras rochas ígneas subjacentes às escarpadas Highlands, e mais macios arenito e conglomerado (rocha mista) formando as suaves Lowlands e as Uplands.
As Highlands.
A região mais acidentada da Grã-Bretanha, as Highlands dominam a dois terços do norte da Escócia, incluindo a maioria das suas ilhas. Mundialmente famosas pela sua grandeza solitária, as Highlands consistem em cadeias montanhosas paralelas divididas por vales íngremes. Uma depressão natural enorme - Glen More - atravessa no meio das montanhas de costa a costa, dividindo-as em metades do noroeste e sudeste. A grande cadeia de lagos que atravessa por Glen Mais inclui o Loch Ness, famoso pelo seu legendário "monstro do mar". Em 1847, engenheiros Escoceses ligaram os lagos para criar os 97 km do Canal da Longa Caledonia.
De um lado de Glen More crescem os picos fortemente erodidos das Highlands do noroeste, a maioria dos quais se levantam entre 600 e 900 metros acima do nível do mar. Lagos espumantes, campos cobertos de pedras, e curtos córregos poderosos tipificam a paisagem. Na costa noroeste, as montanhas caem abruptamente para o mar ao longo de lagos marinhos emoldurados por altas falésias. Os maiores lagos marinhos se estendem uns 64 km no interior vindo do oceano aberto. A sudeste de Glen More crescem as dramáticas Grampian Hills, com quatro picos superiores a 1.200 metros, e cerca de 500 picos de mais de 900 m. As Grampians são as Highlands das brochuras turísticas - com picos cobertos de nuvens, rios cheios de salmões, e arrebatadoras vistas cobertas de urzes.
Central Lowlands.
Ao sul das Highlands, as amplas Lowlands centrais formam o estreito cinturão da Escócia. "Low" só em comparação com as montanhas de ambos os lados, esta região engloba muitas pequenas cadeias de montanhas se estendendo ao longo de vales fluviais. Os numerosos rios das Lowlands incluem o mais longo e os mais importantes rios da Escócia - o Tay, Clyde, e Forth. Aqui, também, estão as maiores planícies férteis da Escócia - o Vale do Strathmore, no nordeste, e a região de Lothian, no sudeste. As Lowlands se estendem ao longo da orla da costa sudeste da Escócia até a sua fronteira com a Inglaterra.
Southern Uplands.
A sudoeste das Lowlands, a paisagem se eleva novamente, mas com cuidado. As colinas verdejantes, vales arborizados, e ribeiras das Uplands sulinas figuram proeminentente nos escritos de muitos grandes poetas e romancistas Escocêses. Vários picos do Upland crescem acima de 600 metros, com o maior sendo o Monte Merrick (844 m).
As Ilhas Escocesas.
As centenas de ilhas e ilhotas da Escócia tendem a ser tão montanhosas e acidentadas como as Highlands da qual fazem parte. O maior grupo - as Hébridas - estão fora da costa oeste. Totalizando mais de 500, apenas 100 são habitadas. As Inner Hébridas amplamente dispersas ficam logo offshore, estendendo desde a grande Ilha de 8 no norte à Islay no sul. O rochedo Outer Hébridas sobe cerca de 48 km offshore, e permanece suficientemente perto um dos outros para ser apelidado de "Long Island". Ainda mais a oeste, no Atlântico aberto, agrupa-se o pequeno grupo de ilhotas conhecida como St. Kilda.
Devido ao norte do continente Escocês, as águas traiçoeiras em torno das Ilhas Orkney, desde há muito têm sido famosas por suas corridas marés e recifes de rocha. Embora a maior parte sem árvores, a maior das 70 Orkneys apresenta alguns dos solos mais férteis da Escócia. Suas principais ilhas circundam Scapa Flow, um ancoradouro abrigado e antiga base naval. Mais ao norte, passa a sombria Fair Isle, com as 100 ilhas e ilhéus das ilhas Shetland, famosa por seus pequenos pôneis poderosos. Relativamente poucas ilhas ficam na costa leste mais acessível da Escócia. Faróis avisam os marinheiros do Mar do Norte para fora das pequenas mas perigosas exceções.
Clima.
A Corrente do Golfo fluindo-norte dá à Escócia um clima bastante ameno para a sua latitude norte. Ainda assim, os invernos tendem a ser frios, com temperaturas médias variando de 3 ° a 5 °C em Janeiro. As temperaturas médias no verão variam de 13 ° a 15 °C em Julho. As Highlands do noroeste, cobertas de neve no inverno, recebem mais de 2.540 mm de precipitação por ano. As chuvas diminuem a leste, onde as áreas costeiras têm uma média de apenas 890 mm por ano.
Vida vegetal e animal.
Pequenas e resistentes plantas como a urze, o musgo, samambaia, e capim tipificam a paisagem Escocesa. As árvores cobrem 15 a 20% da terra, com um número reduzido de grandes florestas nas Highlands do sudeste. Elas consistem principalmente de coníferas, como abetos nativos, pinho, e larch, com uma dispersão de carvalho nativa. Em altitudes elevadas, as coníferas dão lugar à montanha de salgueiro e outras espécies alpinas.
Os únicos sobreviventes dos grandes mamíferos da Escócia são os veados e cervos vermelhos, o vermelho sendo abundante nas Highlands. Os mamíferos menores incluem a pine Marten, lebre, lontra, o arminho, e o coelho. O gato selvagem nativo da Escócia é um ancestral do gato doméstico. Muito mais abundantes são os muitos pássaros de caça na Escócia, incluindo várias espécies de perdiz, ptarmigan, galo silvestre, pato e ganso. Seus raptores incluem o kite, osprey, e a águia dourada. Rios e lagos Escoceses apoiam as prósperas populações de salmão e truta. Bacalhau, haddock, arenque, e muitos tipos de marisco vivem nas suas águas costeiras. Em dias de verão sem vento, enxames de pequenos insectos picadores chamados mosquitos podem tornar a vida miserável para povos e animais.
Recursos Naturais.
No fundo do Mar do Norte se encontra o mais valioso recurso natural da Escócia - grandes depósitos de petróleo e gás natural. O continente Escocês contém importantes depósitos de carvão e depósitos menores de zinco. Os muitos rios da Escócia fornecem energia às maiores estações de geração hidrelétrica da Grã Bretanha. A superfície limitada de solo fértil situa-se nos Orkneys e nas Lowlands centrais.
O Povo
A grande maioria da população Escocesa tem sua ascendência de uma velha mistura de tribos Européias que chegaram entre os pré-históricos da Idade da Pedra e os tempos medievais. Estes incluem os primeiros Picts e Celtas da Escócia, seguidos por invasores Escandinavos, Anglo-Saxões e Normandos. Séculos de casamentos borraram as distinções étnicas destes grupos diferentes. No entanto, os habitantes das remotas Highlands do norte continuam a preservar suas antigas tradições Celtas da região e a linguagem Gaelic, assim como o povo das Ilhas Shetland mantem uma cultura mais Escandinava. Aqueles das Hébridas comemoram sua própria mistura de costumes Gaelicos e Escandinavos. As minorias étnicas representam menos de 2% da população Escocesa e vivem principalmente em áreas urbanas. Elas incluem cerca de 30.000 pessoas de origem Paquistanesa ou de Bangladesh e 15.000 Chinêses. Pessoas da Índia, Africanos, e de ascendência Judaica cada numeram cerca de 10.000.
A maioria dos Escoceses Cristãos pertencem tanto à Igreja da Escócia, que é Presbiteriana, ou à Igreja Episcopal Escocesa. Glasgow e Edimburgo têm grandes populações suficientes de Muçulmanos, Judeus, e Hindus para apoiar as suas próprias mesquitas, sinagogas e templos.
Até a década de 1980, a Escócia sofreu séculos de perda de população devido à emigração para o Canadá, os Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, bem como a Inglaterra vizinha. Novas oportunidades nas crescentes indústrias de alta-tecnologia da Escócia têm ajudado a inverter esta tendência nos últimos anos.
Linguagem.
O povo Escocês fala uma ou ambas de duas línguas distintas. Praticamente todos falam Inglês - mas não é o Inglês da Inglaterra ou da América do Norte. Na verdade, a "rebarba" grosseira de alguns dialetos regionais Escocêses pode parecer incompreensível para os forasteiros. Algumas características comuns incluem o som "r" vibrante", a pronúncia do longo "o" soar como "ai" (como em "stane" para "pedra"), e pronunciar "oo", como "ui" ("buik" para "book"). O Inglês Escocês deriva de um dialeto do norte do Inglês Médio (o Inglês da época medieval).
Um número crescente de Escocêses também falam o Gaélico - o idioma dos antigos povos Celtas da Escócia. O Gaelico continuou a ser o idioma principal da Escócia até o século 16, após o que desapareceu gradualmente fora das mais remotas Highlands. Na década de 1980, menos de 1.000 pessoas o falavam com exclusividade. Desde esse tempo, um renascimento do interesse aumentou os falantes de Gaelic da Escócia para cerca de 100.000, embora quase todos eles também falam Inglês. Ainda menos conhecido para o mundo exterior é o Lallans, ou "Lowland Scots", um idioma Germânico-Inglês falado pela aristocracia Escocesa do século 14 ao 18 e ainda usado na moderna poesia Escocesa. Palavras Lallan que permanecem na fala Escocêsa incluem aye para yes, wee para little, e bonnie para pretty.
Artes e Educação
Os Escocêses têm grande orgulho da sua cultura distinta, especialmente sua rica história de poesia, prosa, música e dança. Cada Agosto, o Festival Internacional de Musica e Teatro de Edinburgh atrai centenas de milhares de visitantes provenientes do Reino Unido e do exterior, tornando-o um dos principais eventos culturais mundiais. Igualmente populares são as dezenas de reuniões de clã e Jogos das Highlands que ocorrem durante todo o ano. O Scottish Arts Council apoia a amplamente aclamada orquestra nacional do país, ópera e companhias de balé.
A Escócia tem produzido grandes escritores desde o século 14, quando John Barbour compôs o poema épico The Bruce (celebrando um vitorioso rei da Escócia). Seu herói nacional - o poeta do século 18 Robert Burns - escreveu principalmente no dialeto Lallans e são de sua autoria letras duradouras como "Auld Lang Syne". Os escritos do filósofo Escocês do século-18 David Hume continuam a ser amplamente estudados em todo o mundo, especialmente suas idéias sobre a superstição e religião.
A grande tradição dos Escoceses de aprendizagem produziu algumas das primeiras universidades da Europa, nos séculos 15 e 16. Hoje, elas númeram oito, permanecem renomadas em medicina e engenharia, e tornaram-se recentemente famosas pela pesquisa em biotecnologia.
Na grade de nível escolar, o sistema de educação da Escócia é distinto do que no resto do Reino Unido. A educação gratuita começa no infantário (3 anos) e continua até o ensino secundário (18 anos). Todas as crianças devem freqüentar a escola, pelo menos, das idades de 5 a 16. Educadores locais e pais determinam em grande parte o currículo da sua escola, ou objetivos de aprendizagem, por isso pode haver grande variação de uma escola para as próximas: algumas, por exemplo, enfatizam a linguagem Gaelic, enquanto outras incluem estudos religiosos.
Cidades
Embora as zonas urbanas cubram apenas 3% da Escócia, eles são o lar de quase dois-terços da população. A grande maioria vive nas Lowlands centrais que se estendem entre Glasgow e Edimburgo, as duas maiores cidades da Escócia.
Glasgow, no Rio Clyde nas Lowlands ocidentais, tem sido importante porto da Escócia, potência industrial, e maior cidade (população 580.000). Após o colapso de sua indústria pesada há 50 anos, Glasgow foi de uma das mais belas e ricas cidades do mundo para uma de suas mais deprimidas. Nas últimas décadas, a cidade transformou-se uma vez mais, substituindo o seu cais em ruínas e armazéns abandonados por instituições culturais, parques bonitos e elegantes restaurantes e lojas. Hoje, suas principais indústrias incluem o turismo e produtos eletrônicos, especialmente a fabricação de computadores pessoais. A Universidade de Glasgow é famosa pelas suas escolas de medicina e veterinária.
Edimburgo (pronuncia-se edin-burrah), a leste de Glasgow, na costa do Mar do Norte, reina como capital da Escócia e segunda maior cidade, com uma população de cerca de 470.000.
Aberdeen, 210 km norte de Edimburgo, classifica como a terceira-maior cidade da Escócia, com uma população de aproximadamente 200.000. Os turistas conhecem Aberdeen como porta de entrada para o famoso "Castle Trail" do Vale Deeside. A trilha de muitos castelos espetaculares inclui Balmoral, a casa de verão da família real Britânica. Na década de 1970, a descoberta de petróleo e gás fora da costa de Aberdeen transformaram a cidade em um centro de serviços da indústria de petróleo. Outras indústrias de Aberdeen incluem a pesca, pedreiras de granito, e a fabricação de produtos químicos, maquinaria, têxteis e papel.
Dundee, a quarta-maior cidade (população 140.000) da Escócia, fica na foz do rio Tay, a meio caminho entre Aberdeen e Edimburgo. Perdendo apenas para Glasgow em importância econômica, a sua diversidade de indústrias incluem o transporte de petróleo, editoração, impressão e a fabricação de têxteis, cordas, tapetes, plásticos, alimentos processados, e maquinaria leve.
Economia
A fabricação emprega mais de 150.000 trabalhadores Escocêses, cerca de 15% da força de trabalho do reino. As grandes indústrias de manufatura da Escócia incluem não apenas produtos tradicionais como os têxteis e uísque, mas também o estado-da-arte de produtos eletrônicos. A Escócia tem, mais recentemente, surgido como fabricante líder na Europa de computadores pessoais e ganhou notoriedade semelhante no mundo da biotecnologia. Os pesquisadores de biotecnologia Escoceses sucederam em uma variedade de áreas, desde o desenvolvimento de terapias para o cancer e doenças do coração para a produção de proteínas humanas medicinais no leite de animais transgênicos.
O turismo classifica como o segundo-mais-importante segmento da economia Escocesa, empregando cerca de 195.000 pessoas, ou quase 10% da população ativa. A produção e transporte de petróleo e gás natural das jazidas do Mar do Norte empregam mais 100.000 trabalhadores. Quase outros tantos trabalham na indústria financeira da Escócia, a sexta maior da Europa. Ainda uns outros 100.000 trabalham nas "indústrias criativas da Escócia", que incluem áreas como arquitetura, publicidade, publicações, cinema, música e outras atividades artísticas e culturais.
A superfície agrícola engloba cerca de 20% da Escócia, embora empregue uma proporção cada vez menor da população. Ovinos e bovinos pastam durante a maior parte desta terra. De importância secular, as maiores plantações da Escócia incluem cevada, aveia, trigo e batata.
História
Os caçadores e coletores da Idade da Pedra mais antigos da Escócia chegaram cerca de 10.000 anos atrás, mas deixaram poucos vestígios. Tribos Celtas chegaram durante a Idade do Ferro, em torno de 2.700 anos atrás. Elas viviam em comunidades organizadas dentro de fortes monteses cercados por muros de pedra. Cerca de 80 dC, as legiões Romanas ocupando a Inglaterra penetraram na Escócia, mas eles não conseguiram conquistar as tribos que chamavam de Caledônios. Cerca de 120 dC, os Romanos construíram a Muralha de Adriano em todo o norte da Inglaterra para marcar o limite norte de seu império. Esta linha de defesa assinalou o fim dos esforços Romanos para conquistar a Escócia.
Durante os próximos 500 anos, quatro grupos assentaram em toda a Escócia. Os Picts, um grupo de origens misteriosas, ocuparam as Highlands central e do leste. Os Scots, uma tribo falando o Gaelic da Irlanda, se propagaram através do centro-oeste da Escócia, estabelecendo o reino de Dalriada. No sudoeste, os Celtas Britânicos relacionados com os Galêses criaram o reino de Strathclyde. No sudeste, Anglos e Saxões estabeleceram a Northumbria.
Cerca de 845, o chefe Gaelico Kenneth MacAlpin reagrupou os Picts e Escoceses para lutar contra uma ameaça comum - invasores Viking atacando a costa. Seu reino unido propagou-se através da Escócia central e eventualmente se expandiria para incluir Strathclyde e parte da Northumbria.
Os séculos seguintes viram uma série de assassinatos e reis Escoceses assassinos, incluindo MacBeth (da fama de Shakespeare), que em 1040 matou o Rei Duncan, para reinar 17 anos antes de ser morto pelo filho de Duncan, Malcolm III. Sob Malcolm e sua esposa Inglêsa, a Escócia, estabeleceu laços fortes com a Inglaterra. No século seguinte, os Escocêses gradativamente expulsaram os Vikings Noruegueses do continente, deixando-lhes apenas as ilhas Orkney e Shetland.
Em 1296, a unidade Escocesa encerrou por falta de um rei forte, e o Rei da Inglaterra Edward I assumiu o poder. No ano seguinte, Sir William Wallace (da fama Braveheart) tornou-se o primeiro herói nacional da Escócia, quando suas forças rapidamente expeliram os Inglêses fora da Escócia e invadiram o norte da Inglaterra. Em 1306, o próximo grande herói da Escócia - Robert o Bruce - liderou uma revolução bem sucedida para se tornar o Rei Robert I.
Apesar de lutar e aliar com a Inglaterra, o século 15 trouxe um florescimento das artes e das ciências na Escócia. Os Escoceses fundaram a primeira das suas grandes universidades - em St. Andrews (1411) e Glasgow (1451). No século 16, o pastor Presbiteriano John Knox lançou a Reforma da Escócia. Seria o início de séculos de conflitos violentos entre os Presbiterianos da Escócia, Episcopais, e os Católicos.
A Católica Maria Stuart (Mary, Rainha dos Escoceses) estava entre as primeiras vítimas da Reforma. Forçada a desistir de seu trono em 1567, ela fugiu para a Inglaterra. Lá, ela foi presa e depois executada por conspirar para derrubar a Rainha Elizabeth I. Elizabeth escolheu o filho de Maria, James, como seu herdeiro ao trono Inglês. Com a morte de Elizabeth, em 1603, ele tornou-se rei de ambos os países (como James VI da Escócia e James I da Inglaterra).
Apesar de unidas sob uma única coroa, a Escócia e a Inglaterra permaneceram estados separados por mais um século. Os Presbiterianos Escoceses ferozmente resistiram aos esforços do Rei Charles I de impor suas preferências religiosas sobre o povo Escocês. Em 1642, quando o Parlamento Inglês tentou derrubar Charles, os Escocêses primeiro lutaram contra o rei, em seguida, mudaram de lado e lutaram por ele quando ele concordou com suas demandas religiosas. As forças parlamentares Inglesas derrotaram e executaram Charles em 1649, e os conflitos religiosos continuaram na Escócia, por mais 50 anos.
A unificação real entre a Escócia e a Inglaterra finalmente veio com a derrubada do filho Católico de Charles - o Rei James II - em favor de sua filha Protestante Rainha Mary II e seu marido, William de Orange. Eles permitiram que os Escocêses tivessem sua Igreja Presbiteriana. Em contrapartida, o Parlamento Escocês concordou com o Ato de União, que combinou os governos Inglês e Escocês e criou o Reino Unido da Grã-Bretanha.
Uma tentativa mais fracassada em sua independência seguiu-se - uma revolta dos Católicos "Jacobitas" que queriam a família Católica Stuart no trono. Em 1745, o lendário "bonnie" (bonito) Prince Charlie (Charles Edward) levou os Jacobitas à uma invasão mal sucedida para tomar a Escócia e a Inglaterra por seu pai. Derrotado, Charles escapou apenas quando o heroína Jacobita Flora Macdonald clandestinamente o colocou a bordo de um navio para a França, vestido como sua empregada.
Durante o século 18 e início do século 19, os barões da terra Highland despejaram centenas de milhares de famílias de agricultores a fim de pastorear ovelhas na sua terra. Muitos imigraram para a América do Norte. Outros passaram a trabalhar nas fábricas da Lowland, tornando-se parte da grande Revolução Industrial iniciada por inventores Escocêses como James Watt, criador da máquina a vapor. As indústrias manufatureiras trouxeram nova riqueza para a Escócia, seguida por uma grave depressão, após a Segunda Guerra Mundial.
A rentável indústria de petróleo da Escócia ganhou vida nos 1970s, na sequência da descoberta de petróleo e gás no Mar do Norte. Um novo movimento nacionalista da mesma forma ocorreu na década de 1970. Uma votação da "Home Rule" fracassou em 1979, mas ganhou novo suporte na década de 1990. Em 1997, os Escocêses votaram por uma margem de 79% para restabelecer o seu próprio Parlamento e recuperar muitas das competências e responsabilidades que tinham sido transferidas para o Parlamento Britânico quase 300 anos antes. Enquanto isso, em 1996, pesquisadores Escoceses eletrizaram o mundo com "Dolly", o primeiro mamífero clonado de uma célula adulta.
Governo
A restauração do Parlamento Escocês envolveu uma grande transferência de poder do Parlamento Britânico, em Londres. Em 1999, o Parlamento Escocês assumiu formalmente a responsabilidade pelos serviços de saúde, educação, desenvolvimento econômico, artes, e proteção ambiental da região. Os Escoceses também deram ao seu novo Parlamento o poder de aumentar ou diminuir seus impostos Britânicos. O Parlamento Britânico manteve a autoridade sobre a defesa, negócios estrangeiros e, em geral as políticas economicas e monetárias. Os eleitores Escoceses elegeram representantes para ambos os parlamentos. Em Maio de 2007, um partido separatista ganhou mais votos no Parlamento Escocês, mas este evento é improvável de conduzir a uma Escócia independente. Ele certamente significaria uma maior autonomia local, no entanto.
Os Escoceses também mantêm um sistema jurídico distinto do resto do Reino Unido. Ele deriva de uma combinação do antigo direito Romano e os costumes do sistema medieval na Escócia feudal. Legisladores Escoceses decidiram recentemente que partes desse sistema necessitam de modernização. Os direitos à terra da Escócia, por exemplo, dão a posse da terra mais privada para algumas poucas famílias nobres cujos pedidos datam da época medieval. Qualquer pessoa que adquire a propriedade de um desses latifundiários não possui seu título de propriedade, mas tecnicamente torna-se "vassalo" do barão.
LIVROS CELTAS - CELTIC BOOKS
Ter espírito celta é amar a natureza acima de tudo, defendendo e protegendo cada pedacinho verde, cada gota de água, cada ser vivo existente no planeta. Se algumas pessoas conseguirem manter esse espírito sempre vivo, com certeza poderemos salvar o mundo em que vivemos. Seja bem vindo e que você se una ao nosso grupo nessa missão, nada fácil. Seja um CELTA e melhore seu mundo e o planeta Terra!
Having spirit celtic is love nature above all defending and protecting every bit green every drop water every living existing in planet. If some people can keep this spirit always alive, surely we can save the world in which we live. Welcome and you join our group this mission nothing easy. Be one CELTA and improve your world and planet Earth!
O CAMINHO DOS DRUIDAS
(O Camiño dos Druídas)
Autor (author): Xose Lois Ripalda
Editora (publisher): Ir RindoEdicións
Lançado em julho de 2011, na "Feiras do Livro de Galícia" em Vigo na Espanha, o livro "Caminho dos Druídas"de Xosé Lois Ripalda conta a históriade um grupo de jovens, que são convertidos em druídas após receberem ensinamentos baseados no respeito a natureza de um velho e sábio druída.
Ao mesmo tempo que vai aprendendo, o grupo enfrenta um caminho cheio de perigos com emaranhados de bosques e seres maléficos, até chegarem a encruzilhada de todos os caminhos que levam até os limites da terra, onde fazem uma homenagem fantástica ao sol.
O livro foi escrito em galego, que mistura o português com o espanhol, facilitando a leitura de quem fala português.
Pode ser encontrado no site:
Launched in July this year in "book fairs of Galicia" in Vigo in Spain, the book "Way of the Druids" by Xosé Lois Ripalda account históriade a group of young people who are converted to druids after receiving teachings based on respect for nature an old and wise Druid.
At the same time they will learn, they face a path full of dangers with tangled woods and evil beings, until they reach the crossroads of all roads leading to the edge of the earth, where they make a fantastic homage to the sun.
The book was written in Galician, which mixes Portuguese with Spanish, facilitating the reading of who speaks Portuguese.
Can be found at:
http://www.andelvirtual.com/tev/catalogo/ver.php?pid=11282
CONTOS E LENDAS DA MITOLOGIA CELTA
(Contes et légends de la Mithologye Celtique)
Autor (author): Christian Léourier
Editora (publisher): Martins Fontes
O escritor francês Christian Léourier é autor de livros infato-juvenis e adultos, mas como entusiasta das obras de ficção científica inglesa, acabou encontrando inúmeras referências de lendas celtas em suas leituras.
Curioso resolveu pesquisar a mitologia e as antigas lendas do povo celta, que chegaram à civilização atual através das transcrições de escritos deixados por historiadores da antiguidade, feitas a partir do século VIII por monges da Irlanda e do País de Gales.
O livro relata vários contos e lendas celtas, que sobreviveram no tempo, entre elas, a história de Cuchulainn, Lug, Mave, Diarmaid e Grainne, que inspiraram a lenda de Tristão e Isolda.
The French writer is author of Christian books Léourier infantry and young people and adults, but as enthusiastic about the works of English fiction, eventually finding numerous references to Celtic legends in their readings.
Curious decided to research the mythology and legends of ancient Celtic people, who reached the current civilization through the transcripts of writings left by historians of antiquity, made from the eighth century by monks from Ireland and Wales.
The book tells many tales and Celtic legends that have survived over time, among them the story of Cuchulainn, Lug, Mave, Diarmaid and Grainne, who inspired the legend of Tristan and Isolde.
A VERDADE SOBRE OS DRUÍDAS
(Truth about the Druids)
Autor (author): Tadhg MacCrossan
Editora (publisher): Mauad
Diplomado em Literatura Inglesa pela U.T.D e especialista em História Antiga e Espiritualismo Celtico, Tadgh MacCrossan faz uma abordagem resumida nesse livro de 70 páginas sobre os costumes antigos e a filosofia dos druídas.
O autor dá destaque as origens celtas, a classe druídica, a tradição oral, religião, mitologia, festivais, magia e o futuro do druidismo no mundo moderno.
Diploma in English Literature from UTD and expert in ancient history and Celtic Spiritualism, Tadgh MacCrossan approach makes a brief 70 pages in this book about the ancient customs and philosophy of the druids.
The author highlights the origins of Celtic, Druidic class, oral tradition, religion, mythology, festivals, magic and the future of Druidism in the modern world.
TRISTÃO E ISOLDA
(Tristan & Isolde)
Autor (author): Joseph Berdier
Editora (publisher): Martin Claret
O livro conta o trágico amor entre Tristão, cavaleiro e sobrinho do rei Marc da Cornualha e a princesa irlandesa Isolda. A história é baseada em lendas celtas que eram passadas oralmente, mas foram encontradas em alguns textos medievais irlandeses e em textos de língua galesa, como as "Tríades Galesas".
A versão apresentada nesta obra é uma das mais divulgadas pelo mundo e é baseada nos fragmentos do troveiro anglo-normando Thomas Béroul e nos trabalhos do francês Joseph Berdier, um dos mais importantes pesquisadores modernos da lenda de Tristão e Isolda.
The book tells the tragic love between Tristan, a knight and nephew of King Marc of Cornwall and the Irish princess Isolde. The story is based on Celtic legends which were passed orally, but some texts were found in medieval Irish and Welsh language texts, such as "Welsh Triads".
The version presented in this work is one of the most publicized worldwide and is based on fragments of Anglo-Norman Thomas troveiro Béroul and work of Frenchman Joseph Berdie, one of the most important modern scholars of the legend of Tristan and Isolde.
OS DRUÍDAS
(The Druids)
Autor (author): Ward Rutherford
Editora (publisher): Mercuryo
Com extratos científicos, históricos e linguistíscos bem interessantes , o autor, que é jornalista e historiador renomado, faz um estudo minucioso sobre as caracteristicas essenciais da cultura céltica, descrevendo suas práticas religiosas e mágicas e a influência dos druídas na sociedade desde os antigos sacerdotes, como o famoso Merlin, até os dias atuais.
O livro revela o mistérioso mundo desses magos celtas, dando destaque as suas crenças secretas, seu poder, sua força na civilização celta e o impacto que esses sacerdotes causaram na história e na imaginação da literatura mundial.
Extracts with scientific, historical and linguistíscos very interesting, the author, who is renowned journalist and historian, makes a thorough study on the essential characteristics of Celtic culture, describing its religious and magical practices and the influence of the druids in society since the ancient priests, as the infamous Merlin, even today.
The book reveals the mysterious world of Celtic magicians, highlighting their beliefs secret, his power, his strength in the Celtic civilization and the impact that these priests have caused in history and imagination of the world literature.
EL MUNDO DE LOS CELTAS
(Exploring of the World of Celts)
Autor (author): Simon James
Editora (publisher): Blume
Esta é a edição em espanhol do livro, que foi escrito pelo renomado arqueólogo britânico Simon James. Nele o autor faz uma analíse completa sobre a civilização celta, desde o século VIII a. C. até o renascimento celta da época pós romana, com temas como: deuses e a vida após a morte; armas e guerras; mitos e lendas; arte e legados; Rei Arthur e São Patrício. A obra foi publicada apenas em espanhol e inglês e só se encontra em alguns sites especializados.
This is the Spanish edition of the book, which was written by renowned British archaeologist Simon James. In it the author makes a complete anaysis on the Celtic civilization from the eighth century a. C. to the Celtic revival of the post Roman, with themes such as gods and life after death, weapons and wars, myths and legends, art and legacy, King Arthur and St. Patrick. The work was published only in Spanish and English and is only found in some specialized sites.
OS CELTAS - DA IDADE DO BRONZE AOS NOSSOS DIAS
(The Celts - Bronze Age to New Age)
Autor (author): John Haywood
Editora (publisher): Edições 70
Nessa obra o historiador britânico John Haywood, especialista em temas celtas, mostra a trajetória da civilização celta, que mesmo sendo rechaçada pelos romanos e povos bárbaros, mostrou uma grande capacidade de resistência e de adaptação ao longo do tempo. Sua marca permanece até hoje na cultura, nos costumes e até na linguística em alguns lugares da Europa como Irlanda, Escócia e País de Gales.
This work, the British historian John Haywood, an expert on Celtic themes, shows the path of Celtic civilization, even being rejected by the Romans and barbarians, showed great resilience and adaptability over time. Its brand remains today in the culture, customs and even language in some places in Europe like Ireland, Scotland and Wales.
O GÊNIO CÉLTICO E O MUNDO INVISÍVEL
(Le Génie Celtique et le Monde Invisible)
Autor (author): Léon Dennis
Editora (publisher): Léon Dennis
Última obra escrita por Léon Dennis, um dos maiores divulgadores da doutrina espírita depois de Allan Kardec.
Nesse livro o filósofo espírita francês, apresenta as relações entre o espiritismo e o druidismo celtico, num minucioso estudo sobre os países celtas, a origem da civilização e mensagens de signatários como Kardec, Jules Michelet e Jeanne Domremy.
Last book written by Leon Dennis, one of the biggest promoters of the spiritual doctrine after Allan Kardec.
In this book the French philosopher, spiritualist, shows the relationship between spiritualism and Druidism Celtic, in a detailed study of the Celtic countries, the origin of civilization and messages of signatories as Kardec, Jules Michelet and Jeanne Domremy.
ALLAN KARDEC - O DRUÍDA REENCARNADO
(Allan Kardec - The Druid Reincarnat)
Autor (author): Eduardo Carvalho Monteiro
Editora (publisher): EME
Usando embasamentos históricos, o autor brasileiro faz uma intensa pesquisa sobre os celtas, mostrando ao leitor um pouco dos druídas, do druidismo e a ligação com a doutrina espírita. Entre outras coisas ele conta como o codificador do espiritismo, Léon Denizard Rivall, descobriu que foi um druída na Gália e que seu nome era Allan Kardec, passando a assumir a nova nomenclatura tempos depois. Essa obra só se encontra nos sebos.
Using historical grounding, the Brazilian author makes an intense research on the Celts, showing the reader a little of the druids, from Druidism and connect with the spiritual doctrine. Among other things he tells how the encoder of spiritualism, Leon Denizard Rivall found that a druid was in Gaul and his name was Allan Kardec, going to take so long after the new nomenclature. This work can only be found in bookstores.
A LENDA DE DIAMANTE - SETE LENDAS DO MUNDO CELTA
(La Légende de Diamant, Sept Récits du Munde Celtique)
Autor (author): Edmond Bailly
Editora (publisher): Madras
O livro editado em 1909 é bastante atual, destacando lendas celtas onde guerreiros e druídas entram em jornadas mágicas e místicas, com temas e narrativas que fazem parte do universo do homem, com o amor, a renúncia, o sacrifício, o orgulho, a dedicação e a busca dos valores necessários para o crescimento interior.
Em "A Lenda dos Diamantes" encontramos sete histórias das inúmeras que perduraram pelo tempo e cujo o conhecimento nos dias de hoje vai valorizar a busca de cada um para a sua melhoria como ser humano.
The book published in 1909 is very current, especially where Celtic legends warriors and druids come into magical and mystical journey, with themes and narratives that are part of the universe of man, with love, surrender, sacrifice, pride, dedication and the pursuit of values necessary for inner growth.
In "The Legend of Diamonds" find seven stories of the many that have lasted through time and whose knowledge these days will enhance the search for each one to his improvement as a human being.
O CRISTIANISMO CELTA
(Le Christianisme Celtique)
Autor (author): Jean Markale
Editora (publisher): Ésquilo
Esse livro só pode ser adiquirido em euros através de sites portugueses, porque ainda não foi lançado no Brasil. Especialista na cultura celta o autor francês Jean Markale, faz uma análise do cristianismo celta que nasceu na Irlanda e Bretanha numa fusão do druidismo com o cristianismo. A obra destaca toda a trajetória do cristianismo celta, uma religião que aceitava os ensinamentos do Cristo, mas ao mesmo tempo conservava algumas características das tradições celtas como: o monaquismo, santos heróicos, integração das mulheres no culto, bispos errantes, etc. Jean Markale é autor de mais de dez livros sobre a civilização celta.
This book can only be Acquired in euros by Portuguese sites, because it has not yet been released in Brazil. Specializes in Celtic culture the French author Jean Markale, makes an analysis of Celtic Christianity was born in Ireland and Britain in a merger of Druidism to Christianity. The work highlights the entire trajectory of Celtic Christianity, a religion that accepted the teachings of Christ, but at the same time retained some characteristics of the Celtic traditions as monasticism, saints, heroic, integration of women in worship, errant bishops, etc.. Jean Markale has authored over ten books on the Celtic civilization.
COMO OS IRLANDESES SALVARAM A CIVILIZAÇÃO
(How the Irish Saved Civilization)
Autor (author): Thomas Cahill
Editora (publisher): Objetiva
Neste volume nº 1 da Coleção "A História não Contada", o autor relata de forma brilhante o papel fundamental dos monges irlandeses, que inspirados por São Patrício, copiaram cada pedaço encontrado da literatura ocidental da Irlanda, preservando uma valiosa herança cultural entre a Roma antiga e a Europa Medieval. Sem esses monges a história de 1600 anos ficaria perdida na Idade das Trevas, período que vai desde a queda do Império Romano até a ascensão de Carlos Magno. Se não fosse o trabalho desses monges irlandeses, vários documentos estariam perdidos, inclusive algumas lendas celtas, que eram passadas oralmente de geração em geração.
In this volume 1 Collection The Untold Story, the author describes brilliantly the crucial role of Irish monks, who inspired by St. Patrick, copied every piece found in Western literature of Ireland, preserving a rich cultural heritage of ancient Rome and Medieval Europe. Without these monks 1600 years of history would be lost in the Dark Ages, a period that extends from the fall of the Roman Empire until the rise of Charlemagne. If it were not the work of those Irish monks, several documents were lost, including some Celtic legends which were passed orally from generation to generation.
O LIVRO DA MITOLOGIA CELTA
(The Book of the Celtic Mythology)
Autor (author): Cláudio Crow Quintino
Editora (publisher): Hi-Brasil
Nesse livro o autor Cláudio “Crow” Quintino, um dos maiores especialistas em temas celtas no Brasil, oferece ao leitor um panorama interessante sobre a civilização, abordando a história, espiritualidade, lendas, heróis e a mitologia desse povo, dando destaque a treze importantes deuses e deusas, como: Brighid, Lugh, Morríghan e Dagda.
Atualmente esse livro só se encontra em sebos.
In this book the author Cláudio Cláudio Quintino Crow, a leading expert on Celtic themes in Brazil, provides the reader with an interesting outlook on civilization, covering the history, spirituality, legends, heroes and mythology of this people, giving prominence to thirteen major gods and goddesses , as Brigid, Lugh and Dagda Morrighan.
Currently this book is only found in bookstores.
OS CELTAS
(The Celts)
Autor (author): Robin Place
Editora (publisher): Melhoramentos
Pertecente a Coleção Povos do Passado, que possue 14 volumes com civilizações diferentes, a obra conta com muitas ilustraçoes e fotos de artefatos históricos do povo celta encontrados em vários países da Europa.Dividido em 27 capítulos e 61 páginas, o livro aborda historicamente a civilização celta, desde o surgimento na Europa Central até o declínio com a invasão romana, destacando a sociedade, modo de vida, armas, utensílios, figurino e a religiosidade, entre outros temas.
Collection belongs to the Peoples of the Past, which possesses 14 volumes with different civilizations, the book has many illustrations and pictures of historical artifacts of the Celtic people found in various European countries.
Divided into 27 chapters and 61 pages, the book addresses the historically Celtic civilization from the rise in Central Europe until the decline with the Roman invasion, highlighting the company, way of life, weapons, tools, costumes and religion, among other topics.
SABEDORIA E MAGIA DOS CELTAS
(Wisdon and Magic of the Celtic)
Autora (author): Ana Elizabeth Cavalcanti da Costa
Editora (publisher): Berkana
"Sabedoria e Magia dos Celtas" mostra aos leitores o princípio do druidismo, através de informações sobre as origens e o uso da sua magia natural, cuja sabedoria fazia parte do dia a dia do povo celta e chegou até os nossos dias vencendo a barreira do tempo.
O livro conta com 200 páginas divididas em quatro partes importantes : 1ª parte - O Universo celta; 2ª parte - Sabedoria Celta; 3ª parte - Os Celtas na História; e 4ª parte - O Alfabeto Celta.
Wisdom of the Celts and Magic" shows readers the principle of Druidism, by providing information on the origins and use of its natural magic, whose wisdom was part of everyday life and the Celtic people came to our day by winning the time barrier .
The book has 200 pages divided into four major parts: Part 1 - The Universe Celtic, part 2 - Celtic Wisdom, part 3 - The Celts in History, and Part 4 - The Celtic Alphabet.
MITOS E LENDAS CELTAS
(Celtic Myth and Legend)
Autor (author): Charles Squire
Editora (publisher): Nova Era
Numa narrativa bem atual, o livro escrito há mais de 100 anos por Charles Square, um escritor inglês da era vitoriana, reune a espiritualidade e a mitologia dos celtas insulares, principalmente da Irlanda e dos Países de Gales, recontando lendas, mitos, histórias fascinantes de heróis e deuses, que retratam a condição humana e o modo como vivemos.Camelot e a busca do Santo Graal, são alguns dos temas abordados, nessa obra escrita em 1905, que vem sendo reeditada sucessivamente em vários países, mas chegou há pouco tempo no mercado literário brasileiro.
In a narrative and present, the book written more than 100 years by Charles Square, an English writer of the Victorian era, brings together spirituality and mythology of the Celtic island, mainly from Ireland and Wales, recounting legends, myths, fascinating stories of heroes and gods, which portray the human condition and how we live. Camelot and the quest for the Holy Grail, are among the topics discussed in this work written in 1905, which in turn has been reissued in various countries, but recently arrived in the Brazilian literary market.
OS CELTAS
(Les Celtes)
Autor (author): Vencelas Kruta
Editora (publisher): Martins Fontes
Pertencente a coleção "Universidade Hoje", o livro de Venceslas Kruta aborda os conhecimentos atuais sobre os celtas, desde o seu aparecimento no século V a. c. até o século I a. c. , quando começaram a perder autonomia para os romanos e os povos bárbaros que invadiram a Europa. O objetivo da obra é fazer uma recapitulação sucinta, porém bem completa sobre a civilização celta e os seus vários povos que habitaram durante séculos o continente europeu, analisando inclusive autores antigos e documentos epigráficos. Lançado em 1989 no Brasil pela primeira vez, esse livro atualmente só se encontra nos sebos.
Collection belonging to "University Today, " the book Venceslas Kruta discusses current knowledge about the Celts, since its appearance in the fifth century c. until the first century A. c. When they began to lose autonomy to the Romans and the barbarians who invaded Europe. The goal of the work is to make a brief recapitulation, but quite complete on the Celtic civilization and its various peoples who inhabited the continent for centuries, including analyzing ancient authors and epigraphic documents. Launched in 1989 in Brazil for the first time, this book is currently only found in bookstores.
AS BRUMAS DE AVALON
(The Mists of Avalon)
Autor (author): Marion Zimmer Bradley
Editora (publisher): Imago
A obra completa é dividida em quatro volumes, A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e o Prisioneiro da Árvore.
Reconta a história do Rei Arthur através da perspectiva de suas heroínas, mostrando de uma forma mágica e fantástica como ele chegou ao poder, tendo como pano de fundo o conflito entre o cristianismo representado por Guinevere e a religião celta representada por Morgana.
Narrando 70 anos de acontecimentos importantes, a história explora a influência do paganismo e das mulheres na formação da Bretanha, abrangendo desde o período em que Morgana faz 4 anos de idade, até quando se torna uma mulher bem mais velha.
The complete work is divided into four volumes, The Lady of Magic, The Great Queen, The King and the Prisoner Gamo-Tree.
Recounts the story of King Arthur through the eyes of its heroine, showing in a magical and wonderful as he came to power, with the backdrop of the conflict between Christianity and religion represented by Guinevere Celtic represented by Morgana.
Chronicling 70 years of major events, the story explores the influence of paganism and women in the formation of Britain, spanning the period in which Morgan is 4 years old, even when it becomes a much older woman.
O LIVRO SECRETO DA MAGIA CELTA
(Magia Celta - Rituales de Una Religion Ancestral)
Autor (author): Montse Osuna
Editora (publisher): Universo dos Livros (2009)
Nesse livro a autora, a secardotisa Montse Osuna, revela o o seu aprendizado e a sua experiência na magia Wicca, ao mesmo tempo em que busca transmitir a filosofia, as razões e as fontes originais da magia celta.
Em nove capítulos a autora dá destaque as mensagens da natureza, rituais, poderes, energia e encantamentos, mostrando a relação entre a magia, a religião e a ciência que moldavam a sabedoria druida, na qual a relação entre a lua e a terra era o impluso para o culto a Grande Deusa, símbolo do poder do universo para os celtas.
Por outro lado, explica a recuperação e a modernização do antigo culto pela atual magia wicca com seus seguidores (bruxos e bruxas) modernos.
In this book the author, secardotisa Montse Osuna, oo reveals his learning and his experience in magic Wicca, while seeking to convey the philosophy, reasons and the original sources of Celtic magic.
In nine chapters the author emphasizes the messages of nature, rituals, power, energy and incantations, showing the relationship between magic, religion and science that shaped the Druidic, wisdom in which the relationship between the moon and the earth was the boost to the worship the Great Goddess, symbol of power of the universe to the Celts.
On the other hand, explains the recovery and modernization of the ancient cult by the current spell wicca with his followers (witches and wizards) modern.
OS DRUIDAS - Os Deuses Celtas com Formas de Animais
(Les Druides et les Dilux Celtics a Form D'Animaux)
Autor (author): Henri-Marie D'Arbois Junbaiville
Editora (publisher): Madras (2003)
A obra foi escrita em 1905 por Henri-Marie, um historiador e filólogo francês, professor de idiomas e literatura céltica no Colégio da França, considerado na sua época um grande pesquisador da mitologia e da história dos celtas e dos druidas.
O livro, que foi concluido no leito de morte, é dividido em duas partes sendo que a primeira e o início da segunda, surgiram de aulas ministradas por ele no colégio.
O trabalho de Henri-Marie mostra história dos celtas e suas crenças como a imortalidade da alma e a mentempsicose, onde fundamentou a mudança e a permanência dos deuses celtas com formas de animais.
The book was written in 1905 by Henri-Marie, a French historian and philologist, professor of Celtic languages and literature at the College of France, considered in his time a great researcher of mythology and history of the Celts and Druids.
The book, which was completed on his deathbed, is divided into two parts with the first and early second, arose from lessons taught by him in college.
The work of Henri-Marie shows history of the Celts and their beliefs as the immortality of the soul and mentempsicose where reasons for change and permanence of Celtic gods with animal forms.
Espero ter ajudado. Muita coisa boa, você ainda encontra em sites da net. Em breve, postarei ao lado, dica de sites, ok?
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