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sexta-feira, 3 de maio de 2013

O CASAMENTO CELTA

O CASAMENTO CELTA




Os celtas eram politeístas e animistas, acreditavam nas forças da natureza e, por isso, cultuavam seus deuses ao ar livre. Tinham, dentre as suas muitas principais certezas, o senso de justiça entre homem e mulher e acreditavam que, a cada novo ano, um novo ciclo de vida se iniciava.

A filosofia deste antigo povo europeu e suas crenças, atualmente, vem inspirando celebrantes que criam, com base nas antigas tradições, novas cerimônias de casamento.

Atualmente, existem diversos tipos de cerimônia de casamento que se intitulam Celtas, sendo baseadas principalmente na religião dos povos Celtas, inclusive realizadas por cerimonialistas no Brasil. Essas celebrações são pouco inspiradas no matrimônio Celta original.





O CASAMENTO NA SOCIEDADE CELTA

Na sociedade celta, quando havia uma jovem na idade de casar-se, segundo um grande número de testemunhos, a mulher tinha o direito de escolher seu marido e portanto, não poderia casar-se sem seu próprio consentimento.

Então, segundo de um grande número de testemunhos, se organizava uma grande festa, para qual eram convidados todos os jovens. A moça elegia seu marido, oferecendo-lhe água para lavar as mãos. De acordo as mais antigas leis, as de Gwynedd, as jovens podiam casar-se com a idade de 12 anos.

Muito embora, essa eleição por parte da jovem, não quer dizer que seus parentes estejam ausentes no contrato de casamento. Não há o que duvidar que a célula base é a família. Existe, portanto, um acordo entre famílias e ele conduz a um casamento que será exclusivamente de regime dotal, seja qual for a classe social a que pertençam os nubentes.

Todo homem celta que desejava casar-se, deveria pagar uma certa soma, e a mulher, por sua vez, também deveria dar o mesmo montante. Todos os anos, se faziam as contas da fortuna das partes. Se guardava os frutos conseguidos, e o marido superveniente desfrutará da parte que é sua, aumentado com tudo que conseguir posteriormente. Porém, no caso do desaparecimento do marido, a mulher não herda do falecido, toma tão somente a sua parte e adicionando os frutos em comum. Ocorrendo o mesmo, se o homem ficar viúvo.

O homem que, na Irlanda, deseja casar-se com uma mulher, deve abonar obrigatoriamente um direito de compra, o "coibche". Esse "coibche" está destinado ao pai da prometida se essa se casar pela primeira vez. Porém se sua filha se casa pela segunda vez, o pai não receberá mais do que dois terços da soma, e o terço restante irá para a filha. Se essa se cassasse pela terceira vez, o pai ficaria com a metade e assim sucessivamente. Ao vigésimo primeiro casamento da filha, o direito do pai se extingue. Quando o pai está morto, é o irmão, em princípio, o mais velho, que tem direito a metade da compra da prometida pelo futuro marido.

Porém, apesar da compra, desse "coibche", a mulher irlandesa não entrava na família do marido, como acontecia com a mulher romana. A mulher casada romana, por "coemptio", caía em "manu amriti", pertencia a família do marido e deixava de ser proprietária. A mulher irlandesa continua possuindo seus bens, entretanto, se ficar viúva, não era ela que recebia a compensação devida e sim a família do marido. Se ela, entretanto, volta a casar, se repartirá o novo "coibche" com sua própria família. Se afirma, desse modo, por via legal, uma independência grande da mulher casada.

A mulher irlandesa levava para o casamento seu dote, "tinnscra", que era um conjunto de obséquios que lhe outorgam seus parentes. Dito dote é propriedade pessoal, pois no caso de dissolução do casamento, por divórcio ou desejo conjugal, ela o recobra integralmente, ao mesmo tempo que sua liberdade.

No País de Gales, o método seguido era o mesmo. O homem satisfazia o preço de compra da mulher, o "gobyr", que era equivalente ao "coibche". A mulher leva o dote, "argweddy, que era igualmente pessoal. Porém o marido, ou a família desse, deveria pagar por outra parte o "cowyll", ou seja, o preço da virgindade.

Deve-se dizer que esse "cowyll" se pagava antes da primeira noite, enquanto que em Roma e entre os germanos, não se outorgava senão no dia seguinte a noite das bodas, de onde deriva seu nome técnico de "morgengabe". Essa diferença de dia de pagamento, demonstra o respeito que os celtas tinham pela mulher, enquanto que os romanos e germanos e, a sua retaguarda, os cristãos, fizeram dela um ser hipócrita e enganoso.

O divórcio entre os celtas era muito comum, inclusive na época cristã.

Ele se deve, em primeiro lugar, justamente porque o casamento não tinha caráter sagrado, tratava-se tão somente de um contrato submetido a cláusulas: se essas cláusulas não fossem respeitadas, o contrato seria anulado.

Não eram realizadas grandes cerimônias para um casamento. A literatura gaulesa e irlandesa não mencionam mais do que um festim para consumar o casamento.


O matrimônio celta aparece como uma espécie de união livre protegida pelas leis e sempre possível de se romper. E, no divórcio celta, o homem e a mulher estão situados em um plano de estrita igualdade.

Uma segunda razão que explica a facilidade do divórcio e a relativa fragilidade do casamento, é o os celtas admitiam a monogamia, a poligamia e inclusive a poliandria (matrimônio coletivo). Foi César que afirmou que certas tribos bretãs praticavam uma espécie de poliandria (matrimônio coletivo).

O que podemos assegurar, é que existiu entre os celtas a poligamia, pois em uma época de sua história, encontramos a instituição do concubinato legal. Todo homem, inclusive o casado, podia ter uma ou mais concubinas. A origem se encontra na presença de um verdadeiro contrato, mediante o qual o homem compra a concubina, a "ben urnadna" (esposa por contrato). Porém, o mais importante é que a compra tem a validade de um ano, podendo renovar-se o contrato só no final do prazo.

Essa cláusula denota mais uma vez a preocupação dos legisladores celtas por salvaguardar a liberdade da mulher: a doutrina do "habeas corpus", característica do direito anglo-saxão, parece aplicar-se nesse âmbito concreto.

Se o contrato durasse um ano e um dia, a concubina, ao concluir o período, pertenceria ao homem, em virtude do usucapião: o homem teria direita a revender a concubina e de ficar com o dinheiro da dita venda, em detrimento da concubina e dos pais desta. Desse modo, a concubina recuperava obrigatoriamente a liberdade.

Devemos ainda acrescentar, que o concubinato, ou matrimônio anual, na Irlanda expirava em um dia que correspondia a uma grande festa pagã.

De qualquer forma, o concubinato legal do homem não prejudicava em nada os direitos da esposa legítima, que era a única que recebia o título de esposa e podia mandar na concubina ou concubinas de seu marido que a ajudavam nas tarefas domésticas. Por outro lado, a esposa poderia impedir a presença de uma concubina em sua residência familiar. Se o marido passasse por cima dela, sempre podia divorciar-se.

Segundo a lenda da Santa Brigida de Kildare, podemos citar o caso do druida Dubtach, que havia comprado uma concubina e a havia deixado grávida. A esposa legítima que não admitiu o feito, ameaçou divorciar-se se Dubtach não se separasse da concubina. Ao divorciar-se, ela recuperava não só seu "coibtche", preço de compra, como também seu pecúlio, seu "tinnscra". A ameaça fez com que o druida repensasse seu ato e acabou se separando de sua concubina para conservar sua legítima esposa, juntamente com os bens que essa possuía.




HANDFASTING

O que é um Handfasting?

Cerimônias Handfasting estão envoltas em mitos e equívocos.

Uma pessoa ao receber um convite para participar de uma cerimônia de handfasting geralmente pergunta:

“Que diabos é um handfasting?”

Algumas pessoas acreditando ser relacionado com a “bruxaria”, educadamente recusam o convite.

Outros por curiosidade assistem apenas para se certificar que não há qualquer dançar nua ao redor de uma fogueira ou sacrifício de animais… (pura ignorância)! E, uma porcentagem muito, mas muito pequena msmo, comparece porque entendem o significado histórico da cerimônia handfasting e querem ser parte de tal ocasião especial, espiritual, e muito linda.



A história de Handfasting

Inspirada nas tradições celtas a cerimônia Handfasting, é um compromisso profundo e, portanto, só deve ser realizada “por” e “para” pessoas que realmente entendem o significado dela.

Então precisamos de uma “pincelada” na história para entender um pouco…

Handfasting é um antigo costume celta que era praticado em vários países europeus, incluindo Alemanha e Escócia e não foi de todo um ritual pagão.

Ele realmente nasceu por necessidade.

Casais que queriam ser casados , mas não tinham um clérigo desenvolveram o costume de handfasting.

O Dicionário da Língua mais antiga da Escócia (Dost) dá vários exemplos que ilustram que handfasting no final da Idade Média e início da Escócia moderna que se refere ao noivado.

Era uma prática comum na Europa para uma série de anos como um meio para um casal praticamente realizar sua cerimônia de casamento própria.

Nem sequer têm de ser consumado pela relação sexual como outros acreditam nem presenciado por outras pessoas.

Poderia ser apenas um simples acordo entre um homem e uma mulher que seria o marido e a esposa, quando então os dois seriam considerados casados.

Observe que, para qualquer método de casamento medieval, o casamento para ser válido, não importava se houvesse qualquer testemunha ou não, com testemunhas apenas seria mais fácil de provar, não importava se havia padre presente ou não, se o casamento fora abençoado, nem sequer importava se o casamento fora consumado ou não.

Um casal que trocava consentimentos nas matas, cercados por esquilos apenas como as testemunhas, contra a vontade de seus pais, e nunca teve relações sexuais era legal pela lei de ambos Igreja e Estado.

O costume continuou a ser observado na Escócia, mesmo depois de Senhor Harwicke, um advogado e Lorde Chanceler, decretou que qualquer casamento não realizado por um membro do clero era ilegal.

Embora a Lei do Casamento de 1753, como era chamado, fez muito para reduzir o número de casamentos clandestinos realizados sem o benefício do clero, observe que o casamento do período medieval foi regulamentado pelo direito canônico, não direito civil, a Escócia ainda persistia em reconhecer esses casamentos de “consentimentos” e assim foi feito até 1939.

Então Escócia se tornou o tipo de Vegas da época com muitos casais desesperados correndo ao longo da fronteira para dentro do país para se casar, no entanto ilegal!

Desde 1200 que a Igreja Católica interferiu nos casamentos por consentimentos, como eram conhecidos, e em 1560 surgiu assim o divórcio e o recasamento, para casos de parentesco, jovens demais ou já casados.

No final da Idade Média, a partir do século 13, um casamento legal consistia em ter;

Noivado, cerimônia de consentimento, contrato oficial pelo clero, proclamação de interditos (anúncio público perante igreja católica), casamento seguido de bênção clerical, testemunhas na igreja, início de convivência com filhos batizados pela Igreja Católica.

Enfim, handfasting acabará de ser considerado pecado perante uma sociedade católica, onde o domínio era do Clero e do Estado em conjunto.

Mas muitas “águas rolaram” e muitos tipos de regras surgiram nessa trajetória, e voltando ao Handfasting;


Casados há um ano e um dia

Em algum lugar no final do século 18, um mito que surgiu handfasting poderia ser usado como uma espécie de “julgamento” ou temporário casamento com duração de um ano e um dia, e depois desse período de tempo, ainda mais se o casal concordou em continuar com o casamento permanentemente.

No entanto, durante esse ano e um dia, se uma criança nasceu da união, o casamento era realmente considerado permanente.

A partir deste mito, muitos grupos pagãos aderiram o handfasting como um meio para que uma cerimônia de casamento fosse realizada sem as bênçãos da igreja e sem necessariamente ser juridicamente vinculativo.


Amarrando o nó

Handfasting é um ato físico de ligação das mãos do casal, juntamente com uma tira de pano, uma corda, ou o que quer que possam estar disponíveis.

O casal cruza as mãos, mão direita para mão direita, da esquerda para a esquerda, fazendo uma figura oito, o símbolo do infinito.

Para um handfasting estilo celta, durante a repetição dos votos , que significam um compromisso com a outra pessoa e consigo mesmo, a corda é enrolada em torno das mãos do casal por três vezes.

Outro embrulho mais complexo consiste em enrolar a corda no sentido das mãos cruzadas, no símbolo do infinito, terminando com um nó sobre as mãos cruzadas.



A tradição do Cordão Handfasting

Cordões Handfasting são mais práticos e atraentes para a maior parte do que fitas e tiras de pano e são geralmente usados em conjuntos de três.

Os três cordões podem ser mantidos separados ou trançados em conjunto.

Apesar de o casal poder escolher qualquer cor, na tradição usa-se o branco, pela pureza, o azul da fidelidade, e vermelho para a paixão.

Os cordões com variações de cores medem geralmente dois metros de comprimento.

Na Polônia, um handfasting é chamado de “zrekowiny” e o costume é usar somente branco nos cordões.

Em muitos casamentos, os cordões são passados entre os convidados para que cada um deles dê uma bênção ao casal, antes de ser entrelaçado nas mãos dos nubentes.


Outra parte do ritual handfasting que alguns casais gostam de incluir é o consumo de vinho do cálice handfasting.

O cálice é geralmente de prata e de design Céltico, embora os casais possam optar por usar um cálice de prata, que já era da herança.

Primeiro a noiva bebe e depois o noivo, para então os dois beberem juntos.

Este é um símbolo que, embora o casal esteja sendo casado, eles são dois indivíduos separados que ainda estão dispostos a compartilhar um com o outro durante toda a vida como um casal.

Como se trata de uma cerimônia de caráter religioso, os envolvidos podem querer casar-se também no que chamamos de “casamento civil”, apenas para oficializar burocraticamente a união, assim como acontece nas demais religiões.

No final da cerimônia, as mãos são soltas, simbolizando que o casal está junto por sua própria vontade.

Também são trocados anéis, que simbolizam uma aliança.

Embora a civilização Celta não fosse totalmente matriarcal, a divindade máxima de suas tribos era uma figura feminina conhecida por Deusa-Mãe, que se manifestava por meio das forças da natureza. Assim, os rituais eram realizados sempre ao ar livre, venerando os fenômenos da natureza e a figura da mulher, que passavam seus ensinamentos às mais jovens nubentes.

Assim aprendiam:

“Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro o que a Deusa Mãe ensinou: amor, companheirismo e amizade.

Jamais permita que algum homem a escravize.

Você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.

Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor.

Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?

Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca fará você sorrir.

Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado.

Saiba que o corpo é a moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado?

Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe.

Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você.

Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos.

O Amor é o único que pode falar mais alto.

Jamais permita que paixões desenfreadas transformem você de um mundo real para outro que nunca existiu.

Jamais permita que outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo.

Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.

Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai.

Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida.

Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la.

Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você.

Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe em você.

E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade ser mulher."



domingo, 7 de abril de 2013

A CERVEJA VERDE - COMO FAZER





E, como fazer a famosa cerveja verde, que acompanham a celebração desta festa irlandesa?

Fomos atrás desta informação e descobrimos que é mais simples do que parece, mas requer um pouco de prática, pois somente após alguns bons testes é que chega-se à tonalidade perfeita.

Colorindo a cerveja

A cerveja verde nada mais é que uma cerveja com adição de corante. Isso mesmo! Não leva outros ingredientes como folhas, vegetais ou muito mais lúpulo como alguns pensam. Quer colocar à prova, ao melhor estilo “Caçadores de Mitos“?

Pegue uma cerveja clara. Pode ser qualquer cerveja lager que temos em enorme variedade em nossos supermercados. Adicione corante verde, desses usados para colorir alimentos. Normalmente algumas poucas gotas, algo entre 1 a 6, são suficientes para colorir uma caneca de 500 ml. Para evitar ter que mexer a sua cerveja para misturar com o corante, coloque o corante primeiro no copo e despeje a cerveja por cima, da maneira tradicional como a cerveja deve ser servida.

Se a cerveja for de um amarelo mais intenso, como algumas cervejas premium, você também pode tentar colorí-la usando o corante AZUL, que combinado com a coloração AMARELA da cerveja, dá a tonalidade esverdeada.

A mesma tecnica pode ser usada também no momento de fazer a cerveja. Nunca fizemos o teste, mas o segredo fica novamente na quantidade de corante por litro de cerveja feita.

Agora, para colorir uma Guinness, talvez você tenha que usar corante suficiente pra deixar sua boca toda verde com poucos goles, e mesmo assim nao chegaria num verde brilhante e atraente. Mas como a idéia é experimentar, se tiver uma Guinness por perto, por que não fazer o teste?

Os corantes são baratos, geralmente não passam de 2 a 3 reais, podem ser encontrados em casas de artigos para confeitaria e devem ser os para alimentos, já que existem corantes para diversas outras coisas, como sabonetes, tecidos, etc, e esses não são comestíveis. Além disso, corantes para alimentos não tem cheiro nem sabor. Você não quer sua cerveja com gosto de tinta, não é?

Quem conseguir fazer a sua cerveja verde, mande-nos uma foto que colocaremos aqui no post para que todos possam ver.

Mas aqui no Brasil, como não precisamos de uma desculpa para beber, que tal experimentar a nossa versão dessa comemoração bem verde?

Cruze os dedos, separe o trevo e boa sorte! Essa vai te deixar bem tonto!

Ingredientes

• 1 copo de Cerveja

• 1 dose de Curaçau Blue

Como fazer

Simples e rápido: Adicione primeiro curaçau blue no copo, depois a cerveja. Aprecie

Dica @meudrink

A cor varia de acordo com a quantidade de cerveja. Se quiser o drink mais escuro, adicione menos cerveja, Se quiser mais claro adicione mais cerveja.



SÃO PATRÍCIO






Pouco se sabe da vida de Patrício, apesar de ser notório seu nascimento na Inglaterra Romana no século IV, em uma rica familia Romano-Bretã ( mestiça , alemães e italianos). Seu pai e avô foram diáconos na Igreja. Aos dezesseis anos, ele foi raptado por piratas irlandeses e levado para a Irlanda como um escravo. Acredita-se que ele ficou em cativeiro em algum lugar na costa oeste da Irlanda, possivelmente no Condado de Mayo, mas o local exato é desconhecido. De acordo com sua confissão, Deus lhe disse, em sonhos, para fugir de seu cativeiro para o litoral, onde ele iria embarcar em um navio e retornar a Bretanha. Ao voltar a Bretanha entrou para o mosteiro de Ésir, em Auxerre na Gália (atual França), sob orientação do santo bispo Germano[1].

Em 432, alegou ter recebido um chamado para regressar a Irlanda, porém como bispo, para a evangelização dos irlandeses. O folclore irlandês alega que um de seus métodos de evangelização incluia o uso de um trevo de três folhas para explicar a doutrina da Santíssima Trindade para os irlandeses. Depois de quase trinta anos de evangelização, Patrício (Louis Andrew) faleceu no dia 17 de março de 461, e, de acordo com a tradição, foi enterrado em Downpatrick. Apesar do êxito de várias missões à Irlanda empregadas por Roma, Patrício perdurou como o campeão principal do cristianismo irlandês e é bastante estimado pela Igreja Católica irlandesa e de todo o mundo.

Fatos reais:

- St. Patrick realmente existiu;

- Foi levado para a Irlanda como escravo aos 16 anos;

- Escapou depois de 6 anos escravizado;

- Tornou-se sacerdote cristão, e, mais tarde, bispo;

- Retornou à Irlanda como missionário;

- Desempenhou importante papel na conversão de Irlandeses ao Cristianismo;

- Alguns de seus escritos sobreviveram, como Confessio, a Epistola ad Caroticum.

Fatos não comprovados:

- Nasceu em 387 a.C. na Escócia, em Kilpatrick. Fontes alternativas sugerem que ele tenha nscido em Banwen, no País de Gales.

- Seu nome original era Maewyn Succat, tornando-se Patrick ao virar bispo;

- Estudou na França, no Monastério de St Martin's in Tours;

- Foi para a Irlanda em 432 a. C.;

- Faleceu ou em 461 a. C. ou em 493 a.C (menos provável);

- Foi aluno de Saint Germaine.

DIA DE SÃO PATRÍCIO

Dia de São Patrício (em inglês: Saint Patrick's Day, em irlandês: Lá ’le Pádraig ou Lá Fhéile Pádraig), é a festa anual que celebra São Patrício, um dos padroeiros da Irlanda, e é normalmente comemorado no dia 17 de Março pelos países que falam a língua inglesa. Essa data é normalmente medida pela autoridade da Igreja. As pessoas vestem-se de trajes verdes, saindo as ruas em uma longa caminhada festiva. Hoje, Dia de São Patrício é provavelmente o mais amplamente comemorado dia de santos no mundo.


O primeiro "Saint Patrick's Festival" foi realizado no dia 17 de Março de 1996. Em 1997, tornou-se um evento de três dias, e em 2000 foi um evento de quatro dias. Em 2006, o festival durou cinco dias.

No passado, o Dia de São Patrício era apenas uma celebração da Igreja. Tornou-se um feriado público no ano de 1903. Na Inglaterra, foi introduzido no Parlamento pelo irlandês James O'Mara. Mais tarde, O'Mara introduziu a lei que proibia que os pubs fechassem no dia 18 de Março, uma providência que só foi mudada nos anos 70. A primeira manifestação ocorreu em Dublin, no ano de 1931, e foi criticada pelo ministro Fitzgerald.

Agora, todos os anos é comemorado o dia de St. Patrick e junto com essa comemoração, em algumas cidades as pessoas vestem verde e bebem cerveja verde. Mas, porque isso tudo?

A origem do feriado é religiosa. St. Patrick é tido como o patrono dos santos irlandeses (e foi lá que nasceu a tradição de celebrar o dia 17 de março), mas a festa já se espalhou pelo mundo.

Há mais de mil anos os irlandeses consideram o dia 17 de março, suposta data da morte de St. Patrick, um dia de festa religiosa, que cai no período cristão da Quaresma (Lent), e quando as famílias irlandesas costumam ir a igreja pela manhã e comemorar durante a tarde. O Saint Patrick's Day, coloquialmente St. Paddy's Day, ou simplesmente Paddy's Day, feriado nacional na Irlanda, é também um feriado em Montserrat. No Canadá, Reino Unido, Austrália, os Estados Unidos, Argentina e Nova Zelândia, é amplamente celebrada, mas não é um feriado oficial.



Atualmente, St. Patrick's Day é comemorado por gente de todas as origens nos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Embora a América do Norte abrigue as maiores produções, O Dia de São Patrício é também celebrado em outros locais distantes da Irlanda, incluindo o Japão, Singapura, Rússia, Argentina e algumas cidades do Brasil. Em toda parte, as pessoas dançam, cantam e bebem "green beer" (cerveja verde) nos Irish Pubs, just having a good time and enjoying themselves!

St. Patrick's Day é comemorado pelo irlandês em cidades grandes e pequenas, como se fosse o nosso carnaval - podemos comparar como os "Desfiles de Carnaval de Rua".





Missionário do cristianismo, St. Patrick nasceu como Maewyn Succat no século IV, e era um homem muito rico. Depois de ver a sua casa destruída por bandidos e ter de trabalhar como escravo durante vários anos, passou a dedicar seu tempo ao ensino da religião.




A festa de St. Patrick vem sendo comemorada desde a sua morte. Em Londres a festa é grande, marcada pela presença de centenas de pessoas. Já em Chicago, fora a grande comemoração e as típicas roupas e cervejas de cor verde, lá eles deram uma inovada e colocaram corante nos rios (vai gostar de verde).

A cor verde

Com o passar dos anos a cor verde e sua ligação com o dia de São Patrício aumentou. Fitas verdes e trevos eram usados nas celebrações do dia de São Patrício no século XVII. Dizem que São Patrício usou o trevo para explicar a Santíssima Trindade aos pagãos celtas, com isso, o uso de trevos de três folhas e similares estão intimamente ligados aos festejos. Na rebelião irlandesa de 1798, na esperança de propagar seus ideais políticos, soldados irlandeses vestiram uniformes verdes no dia 17 de março na esperança de chamar a atenção pública à rebelião. A expressão irlandesa "the wearing of the green" (Vestindo o verde), significa usar um trevo ou então outra peça de roupa em referência aos soldados rebeldes.

Já a cerveja, o que tem haver com esse evento religioso? A bebida passou a ser parte importante do St. Patrick's Day a partir dos anos 90, quando o governo irlandês aproveitou a data para aumentar a propaganda sobre o país e atrair mais turistas durante o mês de março. Antes disso, surpreendentemente, os pubs irlandeses tinham de fechar, por lei, todo dia 17 de março. Algo inconcebível nos dias de hoje.





A maior patrocinadora do evento não poderia ser outra senão a Guiness, a cerveja preta de Dublin, famosa no mundo inteiro. Em todos os pubs da cidade (e em outros tantos espalhados por aí), o merchandising será intenso, incluindo roupas, chapéus, leques, cartazes etc. Uma gama de produtos que custa à empresa um investimento de 3 milhões de libras todos os anos.

Cheers!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

CAMINHO CELTA

O SIGNIFICADO



O que significa seguir um caminho celta? Como tão simples pergunta tem uma resposta tão complexa, pois este se embrulha a semelhança de um nó celta. Quando uma pessoa escolhe o caminho celta, a primeira pergunta que deve fazer é:

- “Que sistema quero seguir?”. Talvez seja o caminho espiritual dos primeiros celtas (as tribos da Ibéria, Gália e Ilhas Britânicas), talvez seja o caminho celta com algumas influências romanas, ou Neo-Wicca, ou… o ponto da situação é que, por várias épocas, o sistema espiritual celta mudou, sendo assimilado por novas culturas que foram habitando gradualmente domínios celtas.

A era escolhida para estudo pode dar a conhecer sistemas de crença drasticamente diferentes.
Ao seguir um caminho celta, concorda-se sobre nove pontos que devem ser incorporados, para viver espiritualmente como eles.


1 - O primeiro é a reverência aos Deuses pagãos do panteão celta. Pode encontrar-se em muitas lendas irlandesas ou galesas, assim como em dados assentes em descobertas arqueológicas. Os Celtas não tinham um sistema dual de Deusa/Deus. O seu panteão era composto por muitos Deuses individuais que lideravam aspectos individuais. Por exemplo, Danu é considerada uma Deusa Mãe-Terra, no entanto não é considerada como a criadora da Terra. Ela é a Mãe preocupada, Senhora de fertilidade, que trás a abundância a Terra, e a mãe dos Tuatha de Danaan. No sistema celta, não há um Deus ou Deusa suprema de toda a criação ou superioridade. Cada tribo e pessoa honravam vários Deuses pelos seus aspectos particulares e criações individuais.



2 - Seguir os Deuses é a reverência dos ancestrais e dos espíritos da Terra. Os celtas mantinham uma forte conexão com os seus ancestrais, tal como é evidente no fato dos bardos recitarem temas ligados aos ancestrais de cada um. Os ancestrais eram honrados em cerimônias, preces, e era comum erguerem-se altares aos ancestrais, quer pelas famílias, quer pelas tribos. Os espíritos da terra também eram honrados com altares, alguns que ainda podem ser encontrados na Europa Ocidental. As pessoas faziam oferendas aos espíritos, tal como leite, aveia, objetos feitos por elas, e outros.

3 -Também há uma forte conexão com a História. Parte do espírito celta é a paixão pelo passado, e as histórias e sabedoria que encerra. Tal paixão é de tal forma forte, que referências históricas podem ser encontradas em quase todos os poemas e lendas celtas. As crianças aprendiam a História do seu povo por histórias bárdicas e escolas druidas, podendo continuar a passar tais conhecimentos às gerações seguintes. A História podia ser estudada de diversas formas. Para alguns, estudava-se através de um estudo de sagas mitológicas, para outros pela compreensão das bases da cultura, e para outros ainda, pela aprendizagem da linguagem gaélica. O estudo exato não era tão importante quanto o fato da História ir sendo aprendida, mantida e passada aos corações e mentes das pessoas.



4 - Em quarto, é um entendimento e conhecimento da cosmologia celta. Os celtas viam tudo em triplicidade: mar, céu e terra; macho, fêmea e neutro; fogo, água e terra. Esta triplicidade influenciava muitos aspectos em como o universo era visto. Cada reino, ou aspecto, era visto como um caldeirão suportado por três pernas. Cada perna, por sua vez, tornava-se o próprio caldeirão, suportado por outras três pernas. O modo como tal sistema funciona, pode ser visto no exemplo:
O caldeirão, chamado universo, é suportado por três pernas de mar, céu e terra. O caldeirão chamado mar, é suportado por três pernas de água, lua e espírito. O caldeirão chamado espírito é suportado por três pernas chamadas intenção, abundância e emoção.


5 -Em quinto lugar deve-se viver de acordo com as virtudes celtas. Encontrando-as nos contos locais e mitologias regionais, as três grandes virtudes são consideradas a Força, Verdade e Generosidade. Força era considerada tanto como força de armas, como a coragem para enfrentar os medos e ultrapassar obstáculos. A verdade era vista como a o cumprimento das palavras, honestidade nas ações e manter a alma ciente. A verdade era vista essencialmente em cada palavra ou ação, pela verdade era o julgamento da alma. Na sociedade celta quebrar a palavra não era tolerado, ações incorretas evitadas, e falsos julgamentos criticados. Generosidade incluía ser generoso para com os fracos e necessitados, e ser hospitaleiro para com os convidados, amigos e estranhos. Sabendo que satisfazer a fome era importante, virar as costas a quem necessitasse era horrível. Inclusive um poema celta relata que não ser hospitaleiro podia fazer cair um rei. Assim como simpatia, nunca se deve abusar da generosidade.


6 - Em sexto é o grande amor, e prática, de poesia. Poesia era vital no caminho celta. Era designada por Imbas, inspiração poética, a paixão ardente da alma. A poesia era intrínseca a estrutura mágica, era criada para honrar realizações, mas também como punição por atos sem valor. Cada pessoa conhecia pelo menos alguns poemas. A poesia celta estava cheia de imagética, derramamento de emotividade da alma, e versos apaixonados que levavam o ouvinte para outras realidades. Os contos diziam que para um celta estar equilibrado, devia fazer poesia, pois a poesia era a força que movia os mundos.

7 - Em sétimo está o ideal de inclusividade. Pessoas de diferentes culturas eram bem-vindas às tribos celtas. Qualquer um de valor podia ser adotado ou casar com celtas. Isto para dizer que qualquer pessoa, independentemente da raça ou cultura-base podia tornar-se celta. Com este princípio de inclusividade também se mantinha respeito pelas mulheres e homossexuais. Quando as mulheres não tinham uma vida perfeita, a cultura celta atribuiu-lhes mais igualdade e honra que em qualquer sociedade européia da época. Como preferência sexual, os celtas não demonstravam diferença entre heterossexualidade e homossexualidade; a idéia de prejuízo sexual não existia. Sexo era sexo, honrado individualmente pelo prazer e laços criados.


8 - Em oitavo encontra-se um forte sentido de si mesmo, combinado com a crença do certo e errado, que tinha lugar primordial na sociedade celta. Orgulho e gabar-se dos seus atos eram os passatempos preferidos, assim como muitas lutas para definir quem era melhor pessoa. O ideal wiccan de “não prejudicar ninguém” encontra-se na filosofia celta. Contudo tal não significa que se pode ou deve ser alvo de prejuízo. A honra era da maior importância para o indivíduo e para a tribo. Se a honra de alguém ou da tribo fosse ferida, era sua responsabilidade protegê-la. As lendas estão cheias de contos sobre guerreiros, reis e tribos que morrem para vingar a sua honra e os que eram feridos sem justa causa. Ser desonrado era um grave insulto e não vingar a honra podia reduzir a posição da pessoa na sociedade. Um sentido do certo e errado era liderado por regras e leis que cada um seguia, pois sabiam que cada ação era um fio que conectava toda a fábrica que era o universo junto.


9 - Finalmente, os celtas tinham um forte sentido de comunidade. Assim como eram necessárias três pernas para manter o caldeirão de pé, cada um na comunidade era uma perna para mantê-la levantada. A caridade era comum, e uma pessoa podia subir socialmente assim. A escola era importante com tantas crianças mandadas para escolas druidas para aprenderem História, poesia e habilidades. Os celtas criavam relações saudáveis entre todos, partilhando habilidades, comida e bebida, e conhecimento que fazia progredir o grupo como um todo. Bisbilhotice, rumores ou más línguas podiam resultar em banimento, pois entendiam que tais faltas podiam desfragmentar a comunidade, resultando num descrédito de honra. Comunidade, com fortes relações, era o objetivo da sociedade celta.

Em suma, um caminho celta é mais que fazer um ritual sábado à noite, ou falar de uma deidade celta sem o conhecimento de quem realmente eram. O caminho celta deve encontrar-se em todos os aspectos da nossa vida, tornando-a completa.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

CRUZANDO AS TERRAS CELTAS DA IRLANDA

Ter a oportunidade de visitar as terras celtas da Irlanda é viajar de volta no tempo para séculos antigos e considerar cenários que estão a milhares de anos, como a povoação monástica de Clonmacnois, a capital medieval da Irlanda, Killkenny, os municípios e Galgay Kerry, ou ainda as paisagens deslumbrantes que mostram os penhascos de Moher.

Clonmacnois, no condado de Galway

É um dos mais antigos mosteiros na Irlanda, foi fundada por São Ciarán em 545, sendo o centro monástico mais importante em todo o país e desde 1877 é considerado monumento nacional da Irlanda. Clonmacnois está localizado em County Offaly, próximo do rio Shannon, que é o maior do país, com 322 quilômetros.

County Galway-Cliffs of Moher

A partir de County Galway, é uma viagem que vale a pena, pois é feita através de belas paisagens. Você começa no Lough Corrib, o segundo maior lago na Irlanda, para embarcar em um navio de cruzeiro de onde você desfruta vistas espetaculares do lugar, como o perfil das montanhas de Connemara e toda a fauna e flora que a natureza oferece.


Dentre as inúmeras paisagens que a Irlanda tem em seus cartões postais mais espetaculares, estão os penhascos de Moher que com a altura máxima de 214 metros acima do nível do mar, seguem estendidos ao longo de oito quilômetros de costa.

Bunratty

Bunratty é o lugar ideal para respirar a atmosfera de uma cidade típica irlandesa do século XIX. Construído em 1425, o castelo é a sua principal atração.


Você faz uma viagem no tempo quando visita o Parque Bunratty Folk. Assim é chamado esse parque temático que tem cerca de 30 edifícios e muitos figurantes que recriam a vida do povo irlandês no século XIX.

Peninsula Dingle, Parque Nacional de Killarney, Ring of Kerry

De County Kerry vai-se para a Península de Dingle. Localizada a sudoeste do país, é outro lindo postal  que a Irlanda possui. Natureza em estado selvagem e praias largas, se reúnem neste lugar.

Na Cidade de Killarney, está o Parque Nacional de Killarney, com uma área de 10.000 hectares, e declarada Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO em 1981. Dentro do parque para apreciar a beleza que estão à sua volta, você pode fazer um passeio em uma carruagem.



"Ring of Kerry, é uma das rotas mais belas que pode ser feita na Irlanda. Sua paisagem é composta de lagos, vales e montanhas. Cruzando a Península Iveragh, passa-se através das cidades de Killorglin, Cahersiveen, Waterville e Sneem, para finalmente chegar a Kenmara.

County Cork-Kilkenny

A cidade de Cork, é uma das mais visitadas da Irlanda. Segunda maior cidade da Irlanda após Dublin, foi nomeada Capital Europeia da Cultura em 2005.Os turistas fazem fila para visitar sua vasta gama edifícios e monumentos, entre eles está a Catedral de St. Finbar, a Câmara Municipal, o Mercado Inglês, ou apenas apreciam caminhar pela sua rua principal, St. Patrick Street.


Kilkenny é a capital medieval da Irlanda. O seu castelo é um dos edifícios históricos mais artísticos no país. A Câmara Municipal e da Catedral de San Canicio, com sua torre redonda e mais outros prédios também são notáveis ​​em Kilkenny.

terça-feira, 2 de abril de 2013

VIAGEM A ESCÓCIA, INGLATERRA E IRLANDA - ROTEIRO 3

Viagem Sagrada: A Senda do Graal e o Poder do Amor!
Viagens Inspiradoras criaram este roteiro para que você peregrino conheça o berço da Cultura Celta, com suas tradições e misticismo, seu passado de glórias mas também de batalhas, das Sacerdotisas da Ilha de Avalon, dos guerreiros do Reino de Camelot, e da Busca pelo Santo Graal, empreendida pelo Rei Artur e seus Cavaleiros da Távola Redonda.

É uma viagem aos mistérios e aos lugares sagrados do Feminino, das Pedras em Círculos da Lua, dos Centros de Poder e Cura que hoje são Catedrais, das canções da Irlanda, dos Templos da Inglaterra, Castelos e Lagos, Penhascos e Relvas.

Reverenciamos com alegria e gratidão a expressão da Mãe da Irlanda, a Deusa Fada das Águas: Rhianon!

Sim, este é um convite sagrado a beber em teu cálice rendendo o passado ao coração.

Sim, é a Senda Sagrada das Velhas Erveiras, Amazonas da criação, as Fadas, as Deusas, as Sacerdotisas da Lua em Oração.

Sim, é a Senda do Santo Graal com sua sacralidade, e as diferentes faces femininas, da amante, a prostituta sagrada, Maria Madalena, também da santidade, as Marias, as Deusas dos Mitos e Lendas que habitam o universo profundo, as Fadas da Natureza que com seus instrumentos de artesãs coletam lágrimas de amor e transformam em porções de cura das partidas e separações.

Sim, é a sabedoria de Rhianon, da Mãe da Irlanda que guia a compreender com louvor as guerras e o amor!

Sim, é a Senda de tempos remotos que ainda palpitam em nossas almas femininas, rodas de danças e cura, celebrando a Roda da Vida.



Que a força sagrada feminina que existe no interior de todos os Homens e Mulheres inspire e guie todos os povos à Paz!



Nossa guia será Sahwenya Passuelo , criadora e sintonizadora do Florescer e do Sistema Floral Alma da Terra / Natural Medicina Alma da Terra: Flor é Ser, Renascedora (Leonard Orr) e Consteladora Familiar (Bert Hellinger). Profunda conhecedora e estudiosa da Alma Humana, nos mostrará como as viagens atuam como o encontro de milhares de anos em círculos de poder e oração para somar-se a Liderança Interna de cada um, e assim ser uma forma de mergulhar profundo na jornada da evolução.

Visitar lugares sagrados é entrar em contato com uma grande potência vibracional da Terra, acordando, recordando, reunindo e ancorando a força, o poder e a vontade!



Destino: Inglaterra, Escócia e Irlanda

Saída: 06 de agosto (São Paulo)

Retorno: 20 de agosto (São Paulo)



Roteiro Previsto:

Dia 06/ago: saída de São Paulo / Londres

Dia 07/ago: chegada e transfer do aeroporto ao hotel, pernoite em Londres.

Dia 08/ago: city tour de 8hs pela cidade de Londres, noite livre. Pernoite em Londres.

Dia 09/ago: excursão de dia inteiro a Glastonbury / Chalice Well / Hill Tor / Stonehenge. Pernoite em Southampton.

Dia 10/ago: excursão de dia inteiro a Salisbury / Castelo de Cadbury e Somerset. Pernoite em Taunton.

Dia 11/ago: ida ao aeroporto, para embarque com destino a Edimburgo, Escócia. Pernoite em Edimburgo.

Dia 12/ago: city tour em Edimburgo, com visita à Catedral de Rosslyn. Pernoite em Edimburgo.

Dia 13/ago: passeio de barco para Ilha Sagrada de Lindisfarne (4 horas – duas horas na Ilha), final da tarde embarque para Dublin, Irlanda. Chegada e transfer do Aeroporto de Dublin para Hotel. Pernoite em Dublin.

Dia 14/ago: pela manhã, city tour por Dublin, restante do dia livre. Pernoite em Dublin.

Dia 15/ago: excursão de dia inteiro a Galway / Connemara Park. Pernoite em Galway.

Dia 16/ago: excursão de dia inteiro para os rochedos de Moher Cliffs of Moher)/ Bunratty / Limerick / Adare. Pernoite em Tralee.

Dia 17/ago: excursão de dia inteiro ao Parque Nacional de Killarney. Pernoite em Tralee.

Dia 18/ago: excursão de dia inteiro a Wicklow Mountains National Park. Pernoite em Tralee.

Dia 19/ago: dia livre em visita a Wicklow, ao final do dia ida à Dublin. Pernoite em Dublin.

Dia 20/ago: transfer do Hotel para aeroporto, embarque para Brasil.

Dia 21/ago: chegada em São Paulo



INVESTIMENTO E ORIENTAÇÕES PARA INSCRIÇÕES

Nesta maravilhosa viagem pela Cultura Celta, organizamos com cuidado e conforto a forma de pagamento de modo que tanto o viajante quanto a agência possam se organizar com os valores da melhor forma. Por favor, leia com atenção os procedimentos de nossa viagem:

Parte Aérea + Parte Terrestre:

INCLUI:

- Passagens aéreas: SP / Londres; Londres /Edimburgo; Edimburgo / Dublin; Dublin / SP

- 13 noites de hospedagem em hotel categoria 3* Superior com café da manhã

- Transporte em ônibus privativo

- Ingressos conforme roteiro: ingresso p/Stonehenge, Catedral de Rosslyn, Penhascos de Moher, Passeio de Barco à Ilha Santa de Lindisfarne

- Transfer in/out (aeroportos) e city tour nas cidades de Londres, Edimburgo e Dublin

- Seguro viagem Vital Card

- Serviço de guias locais falando Português e/ou Espanhol

- Acompanhamento Líder Espiritual Sahwenya Passuello

- Acompanhamento Equipe Viagens Inspiradoras



Aéreo:

Cias: KLM / Bristish Airways / Darwin Airline / Air France

TOTAL: EUR 5.120,00 ( valor estimado de R$ 13.800, a ser confirmado no momento da reserva)

Forma de Pagamento:

- Entrada: Sinal + Saldo

*** Sinal: EUR 1.120 até 22/abril (em depósito bancário ou cheque)

*** Saldo: EUR 2.598 + EUR 214 taxas aéreas em até 6X no cartão



- Complemento do Terrestre:

- Parcela 1: EUR 594 até 20/maio (em depósito bancário ou cheque)

- Parcela 2: EUR 594 até 20/set (em depósito bancário ou cheque)



IMPORTANTE:

* Nada reservado, apenas cotizado, sujeito a alterações sem aviso prévio.

* Os valores serão confirmados no ato da reserva e garantidos no ato da emissão das passagens e do seguro, de acordo com o câmbio do dia da emissão.

* Para reserva, favor enviar cópia do passaporte.

* Caso necessite adequar forma de pagamento, aqui estamos para te apoiar e encontrar um bom caminho na concretização do chamado de tua alma. Um grande salto quântico em tua existência!


Reservas e inscrições: contato@viagensinspiradoras.com.br

Joyce (11) 97188 2908 ou (48) 9915 0658

Silvia (11) 99938 9151

Parceria: ROSE Cia de Viagens

E-mail: clau@roseciadeviagens.com.br

(47) 3354 0252 e (47) 9923 7084